Postagens

A Moda na Cultura Ocidental

Imagem
Por: Júlio César Anjos O que é moda? Uma forma de mostrar a cultura, através de indumentária, em certo período de tempo. A roupa que mostra a tendência de usos e costumes de uma era (pode ser: meses, anos, décadas ou até mesmo milênios). É a vestimenta que se une à tradição ou à política de um determinado tempo em curso. Moda é um símbolo, um pedacinho de pano que tudo diz a respeito daquela sociedade em questão, em tal período a contento. E, diante de todas as circunstâncias, a moda floresce mesmo no ocidente, onde tem livre trânsito para criações das mais variadas, da comportada à despojada, só se importando com a aprovação mercadológica e mais nada. A moda ocidental só varia de forma incontrolável na indumentária feminina. Na roupa masculina, desde a silhueta Dândi, no período pré-Vitoriano, predomina nos ternos bem alinhados até hoje, com pouca mudança em curso. Então as mulheres estão sempre mais receptivas às mudanças de vestimentas, por isso a pujança de modificações, d...

Toy Soldiers – Soldados de Brinquedo

Imagem
Por: Júlio César Anjos Step by step - Passo a passo Heart to heart - Coração para coração Left, right, left - Esquerda, direita, esquerda We all fall down - Nós todos caímos Like toy soldiers - Como soldados de brinquedo Este refrão refere-se à música Toy Soldiers, da cantora Martika, que exprime a derrota dos amigos dela pela cocaína, mortos pelo vício da droga. Mas o pedaço da música dá para usar à oposição que está literalmente caindo , como soldadinhos de brinquedo, por causa de mortes em acidentes recorrentes. Já é o segundo acidente aéreo, que envolve gente da oposição, em menos de um ano de duração. Realmente, estranho. Antes da ocorrência de um grande evento, um opositor morre, por causa de acidente aéreo, no Estado de São Paulo, num curto período de tempo, com a investigação sobre o ocorrido sendo deliberado um tanto quanto esquisito. Em maio de 2014 a Dilma decretou que quem cuidaria da investigação de acidente aéreo seria a aeronáutica. E em agosto, ...

A Economia Puxa x Empurra Comunista

Imagem
Por: Júlio César Anjos Para o comunista com ânsia em economia planificada, oferta e demanda não vale nada, só o que há de senso é que um órgão central tem o poder de fazer mágica com a tal ideologia supostamente elevada.   Diante desta monta, o intelectual de esquerda, ao ter que fazer remodelagem da causa, ao invés de mostrar de fato a estratégia, camufla o plano para que não se perceba o que está em curso, moldando também o como estruturar a economia. Por isso que aparece, deste modo, o sistema econômico Puxa e Empurra Comunista, que asfixia as duas pontas da economia, ao controlar oferta e demanda de mercado. O socialista, então, acreditando na crença e no estudo monopolizado de Marx e Gramsci, faz o Brasil (e o bolivarianismo) ser regido pelos embasamentos fracassados, confirmados por praxeologias históricas, nos empirismos dos movimentos comunistas que levaram milhões de pessoas à morte porque modificaram de forma atrapalhada a organização do mercado.  Sorra...

Comercial do Lobisomem e a Corrupção

Imagem
Por: Júlio César Anjos Assista ao vídeo (30 segundos de duração), a seguir: O comercial é muito bem bolado, inteligente, com ótimo custo/benefício, em que faz uma simples brincadeira no qual, se o vendedor é bom – e oferece Tigre como solução -, pode ser até o lobisomem fazendo venda que está “tudo em casa”. Quanto à película, não há o que criticar, é um trabalho de publicidade excelente e com profissionais proeminentes atuantes no mercado. Portanto, haverá somente utilização da essência do contexto da propaganda, para explicar o modo de agir do brasileiro perante a corrupção, não confundido, de forma alguma, o desvio de conduta dos governantes do país ao comportamento ilibado da empresa de publicidade e da cliente Tigre (Empresa em excelência de qualidade, líder do mercado de tubos e conexões). Esclarecido tudo, que se faça então as comparações necessárias sobre a semelhança do comercial do Lobisomem com a cultura brasileira sobre corrupção.. Como sabido, em 2006, ano...

O Sucesso Americano

Imagem
Por: Júlio César Anjos Estados Unidos da América, berço do liberalismo Ocidental, exemplo do mundo, país com fortes pilares republicanos, com respeito ao individuo, além da saudação do fundamentalismo da pátria, como a bandeira, o hino e a águia como símbolo de união.  Enfim, o melhoramento de organização social fez cunhar a expressão: “Sonho Americano”, como um emblema do sucesso a trilhar. Há quem fale sobre o declínio do império, é verdade, que, mesmo em degradação, pode ser considerado um oásis em comparação aos latinos, que possuem, hoje, políticas fracassadas.  Há quem jure que o sucesso americano advém das guerras; Há também outros tantos que acreditam que o livre mercado foi a tábua de salvação do ianque. Porém, o principal fator de êxito do americano se deu através de outro comburente não muito mencionado, tampouco bem definido, mas eficaz nos atos do pilar histórico. Muita gente acha que o sucesso americano advém da capacidade do povo estadunidense de lutar ...

O Mito Messiânico das Universidades

Imagem
Por: Júlio César Anjos Do Calouro assustado até o veterano fazendo colação de grau, muita coisa realiza-se neste meio tempo, até mesmo não acontecer nada de fato. O aluno passa pelo exame de seleção, estuda a partir do que já fora lecionado no ensino “inferior”, para fazer as provas dos módulos do curso. Após passar pelas etapas formais, atingindo os objetivos traçados pela instituição, o estudante está formado. Mas formado em quê? Depende do molde utilizado. E também daquilo que foi usado para fazer o preenchimento do espaço, na cabeça, do aluno interessado. Vira, portanto, profissional. Não importando se não está preparado para o mercado de trabalho. Agora o homem tem canudo, tem reputação! O que é, na verdade, uma enganação. Este é o primeiro messianismo da universidade: fazer de um moleque “ranhento” um Deus! Veja bem: o jovem estudante, no tempo que ficou na universidade, só levou na bagagem teorias, além de alguma sabedoria ao fazer estágio supervisionado. Mas isso não o...

Politizado

Imagem
Por: Júlio César Anjos O Brasil mostrou, novamente, ser um país político. A demonstração se deu através da  mega-manifestação  pedindo o impeachment da Dilma, no dia 15 de março de 2015, com a insatisfação geral como a bandeira de junção. Diante das circunstâncias, é sabido que o brasileiro é um ser politizado. Hoje, até o considerado “apolítico” compreende que tal significado da palavra remete ao abandono do empenho – e da vigilância – da coisa pública, não podendo fugir do “contrato social”, a manta da organização do comum invisível. Ou seja, faz parte de uma manta de administração governamental.  Porém, ainda assim, há diversas variações de politizados, que, mesmo sendo seres que ajudam a melhorar o país, se embaralham nas diversidades das medidas sociais. Há três variações, a saber, sobre as diferenças dos cidadãos aguçados pela coisa pública hoje em dia: Os que são/estão engajados no processo eleitoral; Os envolvidos/comprometidos diante de campanha e...

República Cívica

Imagem
Por: Júlio César Anjos Segundo Olavo de Carvalho, reverberado posteriormente por Vladmir Safatle, tal deterioração política provocada pelo PT – e partidos de esquerda - derrubou a “Nova República” (fim do Regime Militar e inicio da Democracia).  Agora, inicia-se novo ciclo político de período histórico. Mas qual nome a dar para esse novo momento? Por tudo o que está acontecendo, o nome adequado para a tendência - expressão cunhada por mim (Júlio César Anjos) -, é República Cívica. Analisando o gap provocado pela Era Vargas entre a Primeira República (até 1930) e a Quarta República (inicio em 1946), entende-se que a contagem foi estabelecida em quadriênios. Sendo assim, o nome dessa nova era (após o fim da Nova República) poderia ser chamada de “*** Décima Terceira República” (pela contagem de quadriênios entre o vácuo do fim da Quarta República até os dias atuais) . Porém a nomenclatura ficaria inconsistente, estéril, justamente pelo espaço tempo muito amplo, perdendo o...

Vermelho

Imagem
Por: Júlio César Anjos O batom na boca, o vestido da moça, a unha chamando atenção. Ou a gravata no pescoço, o bóton na lapela do moço, o carro esportivo de ocasião. Não importa o adorno, o enfeite, o vermelho tem o seu glamour. Mas o pigmento da cólera também deflagra semiótica perversa, diante de circunstâncias de sinalização. A cor vermelha significa ação. O vermelho, em diversas culturas significam diferentes formas de comunicação. São eles: Para o indiano (roupa Sári) significa prosperidade; Para as cortesãs do período Edo é erotismo; Para os Manchurianos expressa o sol (assim como a bandeira do Japão); Assim como o rubro da flâmula da França significa fraternidade.  Portanto, em várias culturas, vermelho tem acepção. A cor rubra também é sinal de aviso, especialmente na natureza. Uma fruta muito viva em coloração pode ser venenosa. A mesma coisa acontece com um sapo bem encarnado, além, é claro, de uma cobra vermelha, indicando ser peçonhenta. Esses animais ao ...

Semiótica da Rua: Impeachment da Dilma

Imagem
Por: Júlio César Anjos O Brasil está em crise (recessão econômica e caos social). E o país perdeu o rumo por causa da incompetência do PT. Problema ocorrido pela Ideologia ruim, corrupção em voga e gestão temerária. Junte tudo isso com insatisfação popular e acontece a manifestação de pedido de impeachment de Dilma Rousseff, no dia 15 de março de 2015. Diante de um quadro sombrio, não tem jeito, a ebulição da massa cristaliza esse bojo social, ensinando através de experiência o que será do futuro do povo e da política nacional, ao criar o espectro da semiótica da rua. O Símbolo da rua diz: “Ninguém quer mais!”; “Chega!”; "Basta!"; “Para!”; “Deu!”. É rejeição e não somente insatisfação. É desespero e não somente inquietação. É resolução e não somente aclamação. Não dá mais para fazer ilação sob os aspectos econômicos e sociais. Acabou. O povo não aguenta mais. Portanto, esse protesto mostra a mudança de paradigma, seja ideológica ou gerencial, do status quo que está h...