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Mostrando postagens com o rótulo campanha

Eles Perseguem Tucanos

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Por: Júlio César Anjos Bateu desespero na elite estatal. Os nababos da coisa pública estão em pânico porque o episódio da facada não gerou a comoção necessária para que Bolsonaro conseguisse apoio da massa de forma salutar. Ou seja, o Bolsonaro, ungido pelos marajás estatais, é tão nulidade que nem o golpe de arma branca causou comoção popular. Deste modo, não tendo outra saída, as instituições corporativistas começam a usar o plano B, que é perseguir tucanos para tentar fazer o eleitor do PSDB migrar para o “mito da extrema-direita”. Não vão conseguir porque é recall. E obrigado por tentar. Obrigado por tentar porque agora ficou provado que a justiça no Brasil é só um mero instrumento para fazer atividade suja contra desafetos políticos. Não obstante, o povão pode até ser desavisado, apolítico no dia-a-dia, mas algumas lógicas ela há de efetuar. É tão evidente que a justiça está perseguindo tucanos que desde abril deste ano era sabido que políticos perderam a imunidade parlam...

Extinção: Lula e/ou PT?

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Por: Júlio César Anjos Quem me conhece sabe que eu pouco entendo de justiça; o que eu entendo é de política. Em delação, Palocci confessou que Lula negociou com o Sarkozy propina para a compra de caças para o Brasil, crime este que já está sendo investigado pela Operação Greenfield. Bem, há um problema enorme de narrativa bem neste crime. Porque é propina internacional. E sendo propina internacional, ou o Lula ganhou dinheiro para ficar rico ou pegou esse dinheiro para abastecer campanha do PT. Como todo mundo sabe, o PT nega corrupção; mas aquilo que não tem o que esconder, a turma diz que tal malfeito não passa de caixa2 de campanha eleitoral – como se isso fosse coisa menor. Só que caixa2 de campanha com recurso internacional não pode, é uma das poucas condições que faz o partido perder a condição de existência pela justiça. Então, o que sobra, para não haver extinção do PT é que o Lula confesse que pegou o dinheiro para benefício próprio, para ficar...

A Competição de Cada Candidato

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Por: Júlio César Anjos A Competição de cada Candidato: Lula quer ganhar da justiça. Faz batalha narrativa contra a lava-jato. Alckmin quer ganhar a eleição. Faz campanha e aliança política normalmente. Bolsonaro quer ganhar da Globo. Rivaliza com a emissora de TV. Cada um no seu lugar. O trabalho A Competição de Cada Candidato de Júlio César Anjos está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional . Baseado no trabalho disponível em efeitoorloff.blogspot.com .

Novos Skins para Mote de Campanha

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Por: Julio César Anjos Isso é só uma demonstração para debate de possível nova tendência no campo de comunicação visual. Estas sugestões são somente de cunho informal, desenhos desobrigados de seriedade profissional. Criação somente para intuito de  curiosidade. Fica como proposta e debate. Seguem as figuras: Figura 1 – O triângulo, que possui o sol na base e os pássaros voando ao horizonte, aponta para a bandeira que projeta as informações: “Social” e “Democracia”. Ou seja, os pássaros estão voando em direção à social democracia. A bandeira hasteada remete o objetivo que deve ser defendido. Figura 1 - Bandeira Hasteada Social Democracia Figura 2 – Sugestão do “V” como logo de campanha para 2018. Se inclinar a cabeça para a esquerda verá que o V é um bico de tucano estilizado. O desenho remete ao que se busca hoje no design: formatos simples, minimalistas e compreensíveis sobre o que quer informar. É também útil e limpo. Voar, vibrar, e vencer são palavras-chave...

Atualidade Bauman - O Louco Mundo Líquido Moderno

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Por: Júlio César Anjos Segundo Bauman, diante informação extraída do livro: “A cultura do Mundo Líquido Moderno”, página 43, Richard Ford tem a sua citação inserida assim: “O objetivo será manter a mente dos proletários concentrada em outras coisas – manter os 75% mais pobres dos Estados Unidos e os 95% mais pobres da população mundial ocupados em hostilidades étnicas e religiosas e em debates sobre costumes sexuais . Se os proletários puderem se distrair de seu próprio desespero por pseudoeventos criados pela mídia, incluindo ocasionais guerras curtas e sangrentas , os super-ricos pouco terão a temer.” Aí, alguém dirá: “Ah, Júlio, teoria da conspiração!”. É mesmo, então segue o cronograma do Trump nos últimos 10 dias: 28/11/17 – Corte de impostos para ricos, mas com justificativa [infundada] que beneficiará os pobres [conflito de interesses, pois a lei feita pela própria plêiade republicana beneficia o próprio presidente capitalista rico Trump]; 28/11/2017 – Atrop...

Comparação Esdrúxula: Trump x Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Antes de tudo, resta saber que só o Efeito Coriolis fazer critério de diferença entre os hemisférios norte e sul já deveria bastar para acabar com comparações esdrúxulas entre EUA e Brasil. Mas como no Brasil é sempre preciso desenhar para que as pessoas entendam as concepções, então que se estabeleçam os critérios para que, de uma vez por todas, o povo pare de querer comparar Trump com Bolsonaro.   Trump é um “self-made man”, capitalista selvagem, vencedor por si só, que gosta de aventuras e aceita desafios. Já o Bolsonaro é um encostado no funcionalismo, nababinho da coisa pública, que, como cantava Seixas: “Que está contribuindo/com sua parte/Para nosso belo/quadro social”. Trump é medido em Onça de Ouro; Já Bolsonaro é mensurado em Ouro de Tolo. Trump tem oratória, repertório e perde na retórica porque faz personagem de político bravateiro. Bolsonaro não tem oratória, não tem retórica e o repertório fica concentrado apenas no nióbio e no graf...

Eleição Curitiba: Rodchenko X Exomarketing

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Por: Júlio César Anjos Uma coisa é certa: as duas equipes de marketing, dos candidatos de Curitiba, nesta eleição de 2016 estão de parabéns! Foi uma aula de inserção de ferramenta publicitária no horário eleitoral gratuito. E o mais interessante é que foram duas produções bem diferentes, quase antagônicas, como a inserção “Rodchenko”, do Grega e a linha Exomarketing, do Leprevost.  E quem ganhou com isso foi o estudante de marketing político, além de interessados neste assunto. O que o estudante de Administração estuda, quanto a marketing? Cinco Forças de Porter, Análise SWOT, 4P’s (Preço, Produto, Praça, promoção) e a pirâmide de Maslow. Todas essas ferramentas são boas, mas não são indispensáveis para fazer uma boa campanha política. Porque o que funciona em política, como ferramenta, são esses instrumentos: Rodchenko, Goebbels, OBEY e Exomarketing (MKT Multinível). Pois tais funções agem para promover uma pessoa e/ou um ideal e não um produto especificamente.  ...

Leprevost: Não é só Pelos 15 Centavos

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Por: Júlio César Anjos Num curso de graduação, alguém pergunta: “Você sabe quem foi Taylor?” E qualquer estudante de Administração, até mesmo no primeiro período, responde de prontidão: “Foi o pai da Administração”. [eu considero o Jules Henri Fayol o “patriarca” da Administração, pois é focado no orgânico; enquanto que Taylor, considerado por convenção o “pai” da administração, foca mais no mecânico. Mas é só birra mesmo] Pois então, não saber isso, sendo diplomado Administrador (Ney não sabia quem era Taylor no último debate), é o mesmo que ser Médico sem saber quem foi Hipócrates - e seu juramento -, tal qual é o absurdo o quanto Leprevost é obtuso diante o curso de Administração. Isso que se considera diplomado. E, diante tais sinais, Leprevost quer reduzir a tarifa de passagem em R$ 0,15 (quinze centavos). Pela regra administrativa racional, não há como fazer esta redução. Mas pela política? Pela manobra, essa demagogia tem um valor imenso sem racionalidade, mas como muita ca...

Leprevost: Doses Cavalares de Democracia

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Por: Júlio César Anjos A campanha do Leprevost está a mil, com muito entusiasmo entre os seus quadros. Os cabos eleitorais estão tão eufóricos, que estão a espalhar até mesmo doses cavaleres de democracia. Veja neste vídeo (abaixo) como é feita a discussão cheia de paz, com um amor sem igual: Se já fazem isso antes de vencerem a eleição, imagina quando estiverem com o poder nas mãos? A remela desembarcou na campanha do Leprevost, por meio de pagamento de pão com mortadela. Este incidente ocorreu na região do “CIC anárquico”.

Leprevost: Máfia do Pedágio

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Por: Júlio César Anjos O candidato à prefeitura de Curitiba, o Deputado Estadual Ney Leprevost, bateu boca na assembleia legislativa do Estado. Naquela oportunidade, o candidato do PSD ficou irritado com o seu adversário Político, Kielse-PEN, por tê-lo exposto à relação entre Ney e as empresas de pedágio. Kielse, ainda, denunciou no regimento da casa o adversário Leprevost, por tentar impedir investigação das empresas de pedágio . Ney: Máfia do Pedágio (Atenção: Vídeo censurado!)  A relação promíscua entre Ney Leprevost e a máfia do pedágio não pode ficar despercebida, nem pode passar batido. Ney Leprevost quer ser prefeito de Curitiba com o jingle “esqueça o passado”, e com ao posicionamento de campanha com o verbo acolher. O blog acha que, para votar em Ney, o cidadão de Curitiba terá que fazer esforço em ”esquecer o passado” para acolher a Máfia do Pedágio cidade adentro. Não vamos esquecer e nem acolher ninguém que vota Ney. Deputados do ...

Leprevost: Pior Jingle do Mundo!

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Por: Júlio César Anjos Toda campanha tem a musiquinha para turbinar a chapa eleitoral. No sentido de qualidade sonora, umas são boas, outras são ruins, então tanto faz. A melodia e o arranjo, por mais cafona que seja, não é de suma importância política. O que impacta mesmo, seja positiva ou negativamente, é a questão da letra da música e a mensagem que deseja passar. É aí que tem que tomar cuidado. É aí que o Leprevost escorregou em fazer o pior jingle do mundo. A música da campanha do Leprevost é do tipo irritante chicletão, no estilo de ficar tempo considerável com a canção chata na cabeça. O curitibano pode até se pegar cantando o refrão do mote do candidato a prefeito. Mas o problema maior mesmo recai na letra em questão, que passa despercebido para quem não presta atenção, mas é lamentável se fizer um profundo levantamento de semântica e interpretação. Leprevost quis atacar o adversário e acabou sendo atacado por ser “inocente”. Há uma parte específica do jingle que p...