Postagens

Mostrando postagens com o rótulo piada

Bolsonaro: Orçamento Base-Zero. É Piada?

Imagem
Por: Júlio César Anjos Em carta de intenções (Panfleto ideológico para quem acredita na existência URSAL) que o Bolsonarismo insiste em chamar de programa de governo, o líder da extrema-direita quer trazer a ideia do orçamento base-zero como ferramenta de Estado. É piada? Base-zero foi um programa orçamentário criado por Jimmy Carter, sendo abandonado pelo Ronald Reagan porque o modelo fracassou. De acordo com ¹Widalski: “Em nenhum lugar, o verdadeiro Orçamento base-zero (OBZ) foi praticado”. O Orçamento base-zero foi um programa que visava expelir o orçamento-programa PPBS (Planning, Programming, Budgetting System) desenvolvido pela ONU. Ou seja, já naquela época de guerra fria, o cunho da substituição de ferramenta orçamentária era de natureza ideológica e não racional. Só que, pelo fato histórico, o PPBS  [só lembrar que na época do Delfim, do "milagre econômico", o programa era próximo ao da ONU]  foi mais eficiente que o OBZ, em que este era um programa ...

Ocultismo Irônico

Imagem
Por: Júlio César Anjos Os debates são sustentados por fontes, seja primária ou secundária, com os debatedores buscando fundamento para tal articulação. Dos argumentos, o que mais chama a atenção é a estratégia fugaz de sair do prumo, quando tal palestrante está perdendo na oratória, articulando para conjecturas das mais variadas. Porém, há situações em que não há provas cabais sobre um fato, uma verdade, em que a falta de embasamento gera a situação de uma palavra contra a outra, por falta de sustentação de algum argumento que por incrível que pareça seja válido. Quando chega nessa condição, em todas às vezes o possuidor da réplica utiliza o Ocultismo Irônico. Ocultismo Irônico nada mais é que esconder algo verdadeiro através de deboche. O palestrante A sabe que tal situação existe, mas não pode provar. O palestrante B também sabe que tal situação existe, mas também sabe que o público não tem como saber da existência de tal argumentação. Portanto, o palestrante B utiliza do Oc...

Mais Perdido que Judeu na Diáspora

Imagem
Por: Julio César Anjos Nome da peça: Não é pelos 20 centavos Cena 1 – Ato 1 - Mais Perdido que Judeu na Diáspora Elenco (Personagem): Maria Antonieta Rousseff – Como a desentendida (Brioche Plebiscito) Luís XIV Inácio da Silva – “O Estado Sou Eu” (Acredita ser soberano) Maria Stuart Dirceu – Escondida pela rainha (Por 19 anos, será?) Gleisy Calígula – Chefe de Estado (Se faz de bobinha) Paulo Bernardo Incítatus - Subordinado da chefe (é mandado por quem se faz de bobinha) Michel Brutus Temer – “Até tu, Brutus?” Marina Silva Lutero – Clero Jacobinos vermelhos – PSTU, PCdoB, PSOL (Saques, pilhagens e caos social) Mídia – Massacre de Boston (1770) – Exagero, Hipérbole. Polícia – Pirro (Vence, mas não leva) Congresso – Filípicas (discursos e mais discursos) Apartidários x Vermelhos – Noite de São Bartolomeu - Paulista com a Augusta (vermelhos correm dos apartidários no protesto) Teatro de apresentação – Big Brothe...

O Gado dos Contadores

Imagem
Por: Júlio César Anjos Três contadores foram para um evento, uma EXPO que estava acontecendo na região. Chegando lá, os profissionais liberais se depararam com o que parecia ser um gado. Eis que começa a discussão: - Contador 1: Olha, pelo jeito esse gado seria certamente contabilizado, segundo o CPC, como estoque, já que parece ser um gado de corte, tem desenvoltura para isso, não se enquadrando de outra forma. - Contador2: Nada, rapaz, pela forma que se configura, com aquele volume saliente nas costas que parece um camelo, se caracteriza muito com uma vaca Nelore, raça pura, o que pode ser classificado como um investimento, já que possui um valor pela raridade e qualidade do produto. - Contador3: Vocês estão enganados, se enquadra como imobilizado, isso aí é gado de leite. Nisso o contador3 chega próximo do que se parece com um gado, enchendo a mão na parte de baixo do bicho e explicando: - Contador3: Veja como vai sair leite, olha só. E aperta forte o g...

O Inimigo

Imagem
Por: Júlio César Anjos Eu tive um sonho. A ilusão mostrava-me de bruços, com uma tigela de água em cima do meu rosto – em que não me permitia ficar com o nariz apontado ao chão a todo instante -, com as mãos amarradas com uma corda firme, e as minhas pernas não obedecendo aos meus pensamentos, pernas desconexas que me agrediam a todo instante. A platéia era composta pelas pessoas mais perversas que se possa imaginar, estava lotada de inimigos meus. A todo instante que eu mexia o corpo, a platéia caia na gargalhada, saboreando todo castigo que sofrera no palco do teatro. Cada vez que as minhas pernas desobedeciam e desferiam golpes contra mim, a platéia caia no deleite da satisfação pessoal. O pé dava golpes de calcanhar que poderiam acertar a “fonte”, então, em alguns momentos, eu colocava o rosto na tigela com água e, por alguns momentos, escolhia entre o afogamento e a sorte em não levar um golpe fatal, ofertado pelo próprio pé. Mas cada vez que a perna fazia o movim...

A Estatal é Nossa

Imagem
Por: Júlio César Anjos     A propriedade é uma particularidade que o indivíduo usufrui de um recinto, um direito de usar bens. Uma pessoa, mesmo que não tenha terminado de pagar um financiamento de uma casa é considerado proprietário. Um locatário temporariamente adquire o direito da propriedade, enquanto estiver pagando o acordo.  Entende-se, portanto, que o direito a propriedade privada se dá a compra definitiva ou temporária do direito de usufruir tal bem da maneira que quiser. Há outras formas temporárias de usufruir algum bem, pois há várias maneiras de adentrar em propriedade privativa a algumas situações. Para conseguir entrar no estabelecimento, o cidadão compra o ingresso, o nome já diz tudo, é um ticket que libera a entrada da pessoa, temporariamente, para gozar certas diversões em um determinado período de tempo. Uma pessoa compra ingresso para futebol, teatro, cinema e por aí vai... E mesmo que o estabelecimento seja público, há alguma concessão que ...