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Teoria do Credor

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Por: Júlio César Anjos Teoria do Credor. Ou: A Inadimplência como Ferramenta de Poder Keynes, em seu livro: “Teoria do Emprego, do Juro e da Moeda”, disse que investimento gera poupança, e não ao contrário, sendo que a palavra poupança, para o pensador, não advém da tradução pura e simples da expressão poupar, mas, diferentemente, como algo análogo a gerar riquezas. O problema é que muito investimento não se materializa em lucro (em poupança), tendo em muitos casos que ser subscrito contabilmente como prejuízo, mostrando o erro do economista desenvolvimentista, em que a expressão cunhada pelo escritor que vos escreve determina de forma ilustrativa que a divida é o “Fracasso de Keynes”. Todavia, a dívida gerou um novo player chamado de credor. E é sobre a teoria do credor que o artigo embasará as complexidades de qualquer ente investidor. O ano é de 1939 e começa a segunda guerra mundial. Diante disso, os EUA são apenas fornecedores de insumos e matérias-primas para os ing...

É malévola. Mas poderia ser Rousseau

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Por: Júlio César Anjos Caso alguém não tenha assistido ao filme, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se a pessoa não se importar com as revelações ofertadas, pois está mais preocupada com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem Rousseau e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareça o real teor do filme de Rousseau, travestido em animação. A grande película de animação da Disney, Malévola, estrelada por Angelina Jolie, é muito mais que efeitos espaciais exuberantes e o fascínio pelo inanimado. No filme alternativo da Bela Adormecida, em que a malvada é a Heroína (?) da trama, o conto reflete muito mais que modulações pueris, de relato infantil.  A abordagem iconoclasta faz o assistente perceber a quebra de paradigma da estória, em que o beijo d...

O Parasitismo Socialista

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Por: Júlio César Anjos A doença endêmica às instituições tem como culpado um vilão natural, o parasita do Estado, pois o organismo sem o hospedeiro morre por inanição. Suga o que pode, no órgão escolhido, mudando com facilidade até exaurir as energias de tal associação, o bichinho é ruim e caricato, mas possui um padrão. É incrível a adaptação do parasita socialista nas instituições, conseguem se estabelecer sem que ninguém perceba o real motivo, o que se chama interesse, do corpo estranho instalado. Os socialistas, quando estão a fim de perturbar a ordem, escolhem um parceiro momentâneo, com o objetivo de terceiras intenções. Sendo assim, aparecem passeatas das mais variadas, protestos excêntricos e exigências utópicas. Após conquistar o que queria, o parasita após quase matar uma instituição qualquer, sai do hospedeiro até encontrar outro habitat que possua mais munições sociais. Mas para uma instituição ser atacada pela tal praga, é preciso que tenha uma fraqueza de ant...