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CANVAS

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Por: Júlio César Anjos “O político só oferta o que o povo demanda” – Júlio César Anjos   CANVAS, traduzido do inglês, significa tela. E na política, qual o seu significado? Se perguntar para um engomadinho do Renova BR, político de lousa e ativista de escritório com ar condicionado ligado, ele dirá que se trata de ferramenta de enfoque em modelo de negócios em curso de administração; se indagar para um progressista esquerdista do PSOL, o socialista dirá que isso muito provavelmente é uma arte composta por conjunto de pinturas que formam um todo, chamado de quadro em Canvas para decoração; e para quem é da vida política de fato, a verdade é que CANVAS, em contexto de ativismo prático, tem significado completamente diferente destes exemplos anteriores. CANVAS trata-se de um acrônimo: C entro de A ções N ão V iolentas e A plicações S ociais. Mas, afinal, por que está se falando deste CANVAS neste momento em específico? Porque Bolsonaro e Lula estão colocando gente na rua, bem...

AVON: OBEY

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Por: Júlio César Anjos Uma das lógicas aprendidas no ensino médio, sendo reverberada no ensino superior, especificamente nas ciências sociais aplicadas, é a função Apelativa ou Conativa de Linguagem. Essa determinação é estudada desde o conhecido “Beba Coca-Cola!” até o Tio Sam com o dedo em riste apontando e querendo o patriota na guerra ("I Want You for U.S. Army”). Mas o que antes era só uma regra de convenção na língua portuguesa, hoje, e com o aumento de metodologias de publicidade e propaganda, eis que aparece a nova ferramenta de promoção de marketing: OBEY. E a AVON, multinacional capitalista, por incrível que pareça, utilizou-se desta artimanha de Fenomenologia. Porque a AVON manda e você obedece. Ponto final. Primeiro, que se estabeleça a origem do OBEY. Esse slogan teve como sucesso estrondoso mesmo na fabricante de camisa que gerou a marca registrada “OBEY Clothing”. Mas o que inspirou ao empresário a fazer tais camisetas foi o filme de 1989, chamado “Eles Viv...

Renúncia, Impeachment, ou Tanque?

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Por: Júlio César Anjos  Dilma começa o segundo mandato presidencial tão fragilizada que a saída parece fugaz. Sem apoio nem mesmo da base aliada, pululando ao povo a astúcia de retirada por mobilização, a presidente agora sofre com a sombra de malfeitos e a corrupção a tiracolo. Como é notório que dificilmente Dilma terminará o mandato, resta saber qual será a escolha que a mandatária fará entre as alternativas possíveis, a saber: pedir renúncia, ser destituída, ou colocar tanque na rua (ir contra o povo). A democracia do Brasil não chegou à fase adulta ainda, diga-se assim, pois não possui nem três décadas em curso. Mas já tem na bagagem um impeachment, com o Collor sendo destituído por causa da usurpação da poupança e um Fiat Elba mal explicado.  Portanto, já tem base histórica para saber pelo menos o básico do comportamento da sociedade brasileira. Lembrando que assim como Collor proferiu a seguinte frase; “Minha gente, não me deixem só”, o Lula faz apologia simila...