O Oligopólio Brasileiro de Carne – Implicações Gerais
Por: Júlio César Anjos A decisão de comer e/ou abater carne não é um critério necessariamente de caráter individualista, mas de aspecto coletivo, pois tal rotina vem abarcada desde o costume de um povoado até aquilo que se faz legal. Saciar de carne passa pelo crivo de lei doutrinária, lei jurídica, estratégia comercial, lógica comportamental e até aspectos de agravo de saúde populacional. Portanto, como aprendizado, é salutar saber que com comida não se brinca. Quanto mais a carne em específico, que é um alimento de teor até mesmo religioso e sentimental. Por isso que o oligopólio brasileiro de proteína animal foi além do imaginável ao manipular a carne no aspecto desde introduzir papelão até inserir substância cancerígena no produto para burlar o mercado; tal atitude, infelizmente, terá como resultado uma pena severa e sem igual. A ceia que consta no título do livro Assim falava Zaratustra, uma sátira zombeteira da Santa Ceia de Jesus Cristo, tinha vinho no lugar de água e c...