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Receita para Acabar com a Corrupção no Brasil: Pavê Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Acabar com a corrupção no Brasil é muito fácil, basta fazer o pavê Bolsonaro: Ingredientes: 1 Ministério Público 1 Receita Federal 2 Governos: Estado e União Opinião Pública a gosto Modo de Preparo: Pegue a Receita Federal e diga que toda a movimentação financeira do Flavio Bolsonaro seja legal. Tem que levar toda a Receita na fôrma da ocultação. Deixe assar por uns 20 dias. Com a Receita Federal em banho-maria, acrescente o Ministério Público que dará liga à omissão da Receita Federal. Depois de feita a fusão entre Ministério Público e Receita Federal, coloque a cobertura Governos – estadual e federal – para dar cabo a um possível delator pela operação controlada. Mas tem que matar mesmo. E para quebrar o gosto indigesto deste pavê da corrupção, acrescente opinião pública a gosto para que tal escândalo não seja tão escandaloso assim. Quanto mais pitada de mídia, melhor para aumentar o sabor do fim da corrupção. ...

Quem Vai Pagar o Pato?

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Por: Júlio César Anjos Nas manifestações “fora Dilma!” do impeachment da petista, a FIESP logo mandou avisar que não pagaria o pato, ao demonstrar que o empresariado não vai mais bancar a bagunça estatal [mesmo todo mundo sabendo que o corporativismo empresarial surfou no Lula e na Dilma – até onde deu]. Mas a fatura é alta, deve ser paga para não gerar mais crise ainda, com alguns políticos, até mesmo os mais bem colocados em intenção de voto, corporativistas que já estão sinalizando que também não pagarão o pato, pois não mexerão nas benesses de jeito nenhum. Se Empresariado e Estado não querem pagar a conta, então a fatura ficará para o “povo” (pessoa física) honrar compromisso de terceiros. Nese caso, então, há três visões de mundo para resolver esta situação: Esquerda; Direita; Centro. Deste modo, não havendo enxugamento da máquina pública por causa do corporativismo estatal – ao não conseguir acabar com as benesses dos marajás que vão desde a ponta até a base da pirâmid...

Leprevost: O Aventureiro na Crise

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Por: Júlio César Anjos Em tempos que até o congresso vota a PEC do Teto, ao fazer uma espécie de remendo de contenção na despesa estatal, é certo que o país está em profunda crise, tendo que encontrar bons gestores da coisa pública, se quiser sair deste agravo sem igual. Se em época de bonança, embora não seja certo brincar na urna em nenhum momento, as pessoas corriam o risco de colocar políticos escusos no poder; agora, é questão de sobrevivência saber que não se pode votar errado, por isso que nesta eleição é crucial escolher o certo ao duvidoso, tem que votar no experiente ao invés do arriscado, mitigando, por certo, o anseio de Ney no executivo municipal. Porque Leprevost é aventureiro. O aventureiro, caso não se tenha um arreio, será até mesmo irresponsável. Pois, não sabendo como funciona a máquina pública, fará promessas sem igual. Como no caso do Status Político “PAI” (Pronto Atendimento Infantil), do Leprevost. Porque qualquer estudante de administração, por pior que...

Polícia e a Mudança Social

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Por: Júlio César Anjos A profissão mais ingrata do século XXI é certamente a do policial. Sendo estrangulado – no sentido figurado - diariamente pela mídia, que manipula toda a sociedade a ir contra os defensores do povo, hoje ser um regimentar da segurança é algo a ser louvado por todos que enxergam a importância institucional desta corporação para o povo em geral. Mas, diante das mentiras contumazes da imprensa, por que ainda perpetua-se no inconsciente coletivo do brasileiro a questão do policial ser o vilão da história? Porque a maioria dos cidadãos não percebeu que os tempos mudaram, não distinguindo a quebra de paradigma histórico, a modificação cultural tradicional em curso desde o estabelecimento da “democracia” até os dias atuais.    Para analisar o texto, há de viajar no tempo. Desde a época do coronelismo até o fim do regime militar, o policial era uma caricatura excêntrica da força mandatária do poder. Geralmente o profissional dessa natureza era um leão d...

Politizado

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Por: Júlio César Anjos O Brasil mostrou, novamente, ser um país político. A demonstração se deu através da  mega-manifestação  pedindo o impeachment da Dilma, no dia 15 de março de 2015, com a insatisfação geral como a bandeira de junção. Diante das circunstâncias, é sabido que o brasileiro é um ser politizado. Hoje, até o considerado “apolítico” compreende que tal significado da palavra remete ao abandono do empenho – e da vigilância – da coisa pública, não podendo fugir do “contrato social”, a manta da organização do comum invisível. Ou seja, faz parte de uma manta de administração governamental.  Porém, ainda assim, há diversas variações de politizados, que, mesmo sendo seres que ajudam a melhorar o país, se embaralham nas diversidades das medidas sociais. Há três variações, a saber, sobre as diferenças dos cidadãos aguçados pela coisa pública hoje em dia: Os que são/estão engajados no processo eleitoral; Os envolvidos/comprometidos diante de campanha e...

Polícia Militante do Paraná

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Por: Júlio César Anjos Os fatos escancaram a realidade: se a Polícia Militar do Paraná não é completamente incompetente, ela está aparelhada (com PSTU, PSOL e afins), pois a barreira policial, na assembleia, foi furada por "adolescentes" magrinhos e mulheres vestindo rasteirinha. Em qualquer dos dois casos, seja pela incompetência ou aparelhamento, a PM do Paraná estará, no longo prazo, condenada. Pois o patrão será justamente aquele "senhor" de linha política que os chama de fascista e que fica dia e noite fazendo pergunta retórica: "Cadê o Amarildo?". Parabéns pela escolha, Polícia Militante do Paraná, o futuro de vocês já está traçado. Lembrando que as policiais do Brasil afora fazem escolta de cinema até para ratazanas de mensalão e petrolão. Ou seja, soldado tem que cumprir a missão. Tem que fazer barreira policial forte, para não causar dano e nem confusão. Sensibilizar-se com o “professor”, mesmo que o homem que fora imobilizado nem funcion...

Obsolescência Programada da Democracia

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Por: Júlio César Anjos O mercado de produção, geralmente no consumo supérfluo, os produtores, para oxigenar a indústria - para manter o emprego e também a manutenção do mercado -, criou o que se chama Obsolescência Programada, que nada mais é que o produto ficar obsoleto com o tempo, sendo estragado com facilidade em determinado período, a fim de o comprador adquirir um produto mais novo e em funcionamento. A democracia deveria ser a mesma coisa, sem tirar nem por, para manter o fluxo eleitoral saudável. Deveria existir uma espécie de Obsolescência Programada na democracia, em que os políticos “estragariam” conforme o tempo iria passando, a fim de ser descartável ao fim do mandato, sem ter como ser reeleito se estiver “danificado”. Deveria existir um desgaste no político de tal monta que ao fim do mandato a própria figura pública não teria animo nem mesmo a tentar reeleição, pois já saberia de antemão que não ganharia de jeito nenhum. Isso acabaria com o coronelismo, não preci...

Dividir o Custo da Obra Pública

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Por: Júlio César Anjos Eu sou favorável a dividir o custo da obra pública entre os moradores da região e a prefeitura. Esse serviço é pontual, específico, em que o povo clama melhoria, mas não pode mexer na estrutura da área, pois, a legislação não permite tal modificação, por isso somente a desburocratização já é um ponto positivo para aceitação de tal medida. Mas há outros pontos favoráveis ao aceite de tal legislação. A primeira coisa que tem que verificar é o agente que será diretamente afetado pela lei. No aspecto legal, o rico dividiria os custos de uma obra pública entre os beneficiados diretamente na execução e o governo que teria que desembolsar em menor escala um projeto que melhoraria a condição de micro localidade. O rico aceita ser sobretaxado para ter algo bom em frente de casa? Com certeza o rico aceita. Se o ente afetado pela situação, o confortável financeiramente, aceita a determinação instaurada (porque acha que se beneficia com ela), não há o que discutir, ...

Marina Silva Cunhada

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Por: Júlio César Anjos Marina Silva é Cunhada. Tanto pelo prisma de ser moldada e marcada de certa forma quanto por ser “cunhada” política de Lula. Poderia aqui cunhar a expressão já utilizada como “padrinho político”. Mas como a relação é de um possível cisma no PT, uma rachadura dentro de um mesmo objeto, o socialismo/comunismo, então a “sonhática” rebaixou-se a cunhada ao invés do antigo tão conhecido “padrinho político” [até porque a relação é mais de promiscuidade do que de um elo de “eucaristia” (O PT “sodomiza” todo mundo), uma espécie de congregação religiosa, apesar do PT ser uma seita meticulosa]. Ou seja, cunhada do PT de Lula; e cunhada do “gabarito” em que a candidata é moldada.    No Brasil as coisas só acontecem se “pegar”. Por exemplo, uma lei só começa entrar em vigor, norteando a rotina das pessoas, se ela for aceita de bom grado a todos, se o povo comprar tal norma como ideal para a sociedade. Tem que impregnar igual um carimbo, gerando efeito por u...