Postagens

Mostrando postagens com o rótulo funcionário

Comparação Esdrúxula: Trump x Bolsonaro

Imagem
Por: Júlio César Anjos Antes de tudo, resta saber que só o Efeito Coriolis fazer critério de diferença entre os hemisférios norte e sul já deveria bastar para acabar com comparações esdrúxulas entre EUA e Brasil. Mas como no Brasil é sempre preciso desenhar para que as pessoas entendam as concepções, então que se estabeleçam os critérios para que, de uma vez por todas, o povo pare de querer comparar Trump com Bolsonaro.   Trump é um “self-made man”, capitalista selvagem, vencedor por si só, que gosta de aventuras e aceita desafios. Já o Bolsonaro é um encostado no funcionalismo, nababinho da coisa pública, que, como cantava Seixas: “Que está contribuindo/com sua parte/Para nosso belo/quadro social”. Trump é medido em Onça de Ouro; Já Bolsonaro é mensurado em Ouro de Tolo. Trump tem oratória, repertório e perde na retórica porque faz personagem de político bravateiro. Bolsonaro não tem oratória, não tem retórica e o repertório fica concentrado apenas no nióbio e no graf...

Precarização Estatutária

Imagem
Por: Júlio César Anjos Muito funcionário público foi na onda dos petistas. Muito funcionário público, embora tenha feito uma prova de concurso, ainda acredita na mágica de criar dinheiro do nada. Muito funcionário público só olha para o próprio umbigo, pois, mesmo na crise, acham/vam que não seriam apenados pelo próprio colapso da coisa pública. Muito funcionário público não olhou para os países comunistas, em que os servidores da ponta da pirâmide são até marajás, enquanto que a base fica à míngua (pode ver a relação em Cuba, Coreia do Norte, e até mesmo China – que é “rica”). Muito funcionário público caiu na armadilha nababesca da categoria. Muito funcionário público irá chorar, por culpa própria, por causa da precarização estatutária. E, assim como a prova feita em concurso, terão arrocho salarial, também, por meritocracia. Parabéns. O estatutário de base é a favor ou contra a PEC do teto? Não importa a resposta, pois o fato é que o arrocho virá independente da opinião sob...

Sinfonia dos Delinquentes

Imagem
Por: Júlio César Anjos Os municípios (a maioria esmagadora), todos os Estados da federação, e a união (governo federal) estão falidos. O sistema utilitarista, socialdemocrata, do mundo cor de rosa do estado que provê riqueza, acabou. Mas antes de consumar a tragédia, muita gente – boa parte dos estatolatras - ainda se debaterá e se arrogará de direitos, sendo que os deveres não foram contemplados. Pura relação de causa e efeito, pois o fracasso do sistema se dá justamente dos que somente se beneficiam e pouco retribuem para o meio. O conto de fadas do Estado paternalista, empreendedor, que resolverá tudo pela batuta do milagre estatista se esgotou e agora o brasileiro terá que viver a dura realidade: terá que ser produtivo, se quiser realmente gerar riqueza. Está na hora de trabalhar, e cobrar resultado. Além, é claro, de começar a ter - e exigir - austeridade. Impulsionar a máquina (não a pública), fazer o Brasil produzir variáveis e incontáveis produtos e mercadorias, libera...

3 Gotas

Imagem
Por: Júlio César Anjos Existe na vida 3 (três) gotículas que ninguém nunca conseguirá obter, nem saber e muito menos ver, são pingos que, de tão difíceis de achar, perfazem somente lógica nas interações mitológicas perante as questões mundanas. As substâncias são tão raras que podem mudar concepções globais e, quiçá, até gerar milagres devidos as composições desconhecidas. Nunca ninguém conseguirá retirar do ambiente 3 gotas específicas de suor, chuva e lágrima. A primeira gota improvável de coletar é a da chuva na lua. Como o satélite natural da terra não possui atmosfera, não há incidência de precipitações atmosféricas em tal localidade. Conseguir tal gota seria congratular com um milagre, haja vista que a natureza impõe limite em tal execução, sendo impossível conseguir um gotejo lunar. A segunda gota rara é a do suor do funcionário público. Dizem que ao conseguir tal substância, tal líquido poderia até curar doenças ditas terminais, o que mostra o poder da sudorese com...

Concurso Público

Imagem
Por: Júlio César Anjos Os heliógrafos modernos decifram os novos caracteres, os antropólogos da linguagem são os concurseiros, o que determina a variável que os funcionários públicos não são os melhores profissionais em um determinado campo de atuação, os estudiosos de outrora decoram códigos expostos pelos cursinhos e/ou autodidatas que fazem da repetição um estudo, martelam o mesmo conceito até pregar na cabeça algo que não entende, nem compreende, somente prende pela repetição, para passar em um concurso público. Camundongos que continuam a andar pelo circulo, os ratos de concurso bitolam somente em um preceito, pregam os olhos em uma mesma área de atuação, em um determinado assunto, até que alguma prova venha com tal tema, assim o estudioso mostra o teorema, para colocar em prática somente a replicação.  O mercado do concurso público asfixia a criatividade, o diferencial desse ramo é continuar com a mesma atividade, talvez a única criação seja decorar um padrão. ...

O mercado em que tudo compro

Imagem
Por: Júlio César Anjos No mercado em que eu compro, seja guloseimas ou o “rancho”, há algo um tanto quanto cômico, o sistema é anormal, os clientes são poucos consumistas e os trabalhadores são letrados. O local é muito  frequentado   pelas mesmas pessoas, criando um hábito regional, o que fica reluzente é que todos se conhecem, e as vidas são de conhecimento de todos. O grande retângulo da fofoca, a arquitetura da loucura. A maioria dos clientes são os observadores dos produtos, investigadores da falta de dinheiro, ficam somente rodando a gôndola, sem falar a todos que não compram produtos por estarem sem “um cruzeiro”. Mas há certo grupo que compra mercadoria, apesar de gastar tempo com pesquisa, enche o cesto de mão e vai triunfante até o caixa, a fim de registrar a compra do que lhe deseja. Porém, há algo raríssimo, espécimes ameaçados de extinção, os poucos que fazem a compra do mês, colocam tudo no carrinho de supermercado sem dar satisfação, não importa o va...

Contra a banalização da greve

Imagem
Por: Júlio César Anjos     A greve deveria ser o último instrumento para conseguir reivindicar os direitos. A manifestação pacífica, ordenada, e com propósitos muito bem compreensíveis é algo raro de se ver no Brasil. As maiorias das paralisações de trabalho por greve são feitas por outras causas, motivos de caráter duvidoso em muitas delas. Mas ainda há exceções, pois algumas greves são, de fato, justificáveis. O Lula, sindicalista idealista, disse uma vez em um comício que se deve fazer greve quando tudo estiver bem, pois, quando as coisas estiverem em condições ruins, o empresário não atenderá ás reivindicações e o trabalhador ficaria “a ver navios”. Pois bem, a prosperidade de uma nação é de responsabilidade de uma boa administração de um governo, e usar da greve para conseguir benefícios extraordinários é chantagem (estelionato) contra quem realmente ajuda o país prosperar, os empreendedores da nação (vulgo capitalista). A greve não pode ser um artifício político...