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Mostrando postagens com o rótulo movimento

CANVAS

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Por: Júlio César Anjos “O político só oferta o que o povo demanda” – Júlio César Anjos   CANVAS, traduzido do inglês, significa tela. E na política, qual o seu significado? Se perguntar para um engomadinho do Renova BR, político de lousa e ativista de escritório com ar condicionado ligado, ele dirá que se trata de ferramenta de enfoque em modelo de negócios em curso de administração; se indagar para um progressista esquerdista do PSOL, o socialista dirá que isso muito provavelmente é uma arte composta por conjunto de pinturas que formam um todo, chamado de quadro em Canvas para decoração; e para quem é da vida política de fato, a verdade é que CANVAS, em contexto de ativismo prático, tem significado completamente diferente destes exemplos anteriores. CANVAS trata-se de um acrônimo: C entro de A ções N ão V iolentas e A plicações S ociais. Mas, afinal, por que está se falando deste CANVAS neste momento em específico? Porque Bolsonaro e Lula estão colocando gente na rua, bem...

Progressista Decadente: Democracia em Vertigem

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Por: Júlio César Anjos   Este é o último episódio da pequena série: “Pulsões”, com artigos referentes às quatro pulsões identificadas por Sergei Tchakhotine e que estão/são concretizadas como movimentos de massas nos dias atuais. O progressismo foi deixado por último porque é o único movimento que depende exclusivamente da Democracia para existir, sendo que as outras três: Combativa Nacionalista, Nutritiva Trabalhista, e Paternal Religioso são adaptáveis à tirania. Deste modo, por conclusão objetiva o prenúncio se faz verdadeiro, se o progressismo cai em decadência, a democracia entra em vertigem. Com isso, o exposto em linha de raciocínio, diante os parâmetros de pulsões adaptáveis à tirania: a Combativa Nacionalista pode virar Nazismo; a Nutritiva Trabalhista pode virar Comunismo; a Paternal Religiosa pode Virar Califado ou qualquer outro Estado Confessional autoritário. E a Sexual Progressista? Só sobrevive na Democracia. Entrou Tirania? Progressismo Sexual saiu! É por ...

A História Não se Repete; Mas Rima

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Por: Júlio César Anjos “Minha gente, não me deixe só”, essa era a frase do Collor ao se reportar ao povo brasileiro para que a população mantivesse o presidente playboy no cargo presidencial. Com a economia em frangalhos na época, o ex-presidente em 1992 pediu para todos irem às ruas vestindo-se de cores verde-amarelo. A massa atendeu parcialmente o recado e encheu as calçadas pelas vias democráticas. Mas ao invés de ir para o asfalto de verde-amarelo, foi de indumentária preta, como símbolo de luto de um governo que tinha morrido e restava somente o sepultamento como solução. Agora, Bolsonaro rima com o Collor. Não foneticamente, mas como história, como já observava Mark Twain. Em 1992, quando o Collor chamou o povo às ruas para defendê-lo do impeachment, a esquerda que naquela época era considerada ilibada [o PT ganhou a eleição 10 anos depois, em 2002 com o mote: “xô, corrupção”], conseguiu raptar o movimento conclamado pelo Collor que deveria ir às ruas com as c...

Movimentos de Rua e/ou Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Atenção: Não tenham mais medo dessas Bolhas de internet. O máximo que dá para entregar ao Bolsonaro, a partir de agora, é levar este governo em banho-maria até a eleição de 2022. E só. Porque o presidente, muito envolvido com problema de milícia, não entregou até agora resultado positivo econômico, e não tem nem mesmo base no congresso para poder governar. O povo moralizado que acha um mero caixa-2 um horror, não aceita um governo que se tenha em seu entorno uma milícia assassina de esquadrão da morte. É demais para a classe média moralizada poder suportar. Então, devagar, e aos poucos, Bolsonaro vai perdendo o povo. Vai tendo somente apoio de bolha de internet. E diante dessa abertura política, sendo que não há vácuo no poder, basta os outros jogadores fazerem as suas jogadas para conquistar o objetivo nas próximas eleições: ganhar. O objetivo do centro político agora é fazer o “house of cards” político, junto com as esquerdas, ...

Democracia

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Por: Júlio César Anjos Democracia, substantivo feminino. Palavra usada por muita gente e defendida só pela socialdemocracia. O que se sabe é que a democracia é um regime político em que o povo tem poder. Mas o que não se sabe é que essa força pode ser manipulada pelas elites que querem o poder e consigam fazer com que se acabe com a democracia por meio de apelo popular. Parece paradoxal? Saiba que não é. Porque a verdadeira democracia é mais que uma palavra e certo tipo de povo na rua , é na verdade um modo de vida . O mundo democrático confunde povo na rua com democracia. E isso, como se sabe, não é verdadeiro. Porque se for, então a República de Weimar obteve doses cavalares de democracia quando Papen, Thälmann, e Hitler instigavam a população pela radicalização para que marchassem a favor dos interesses ideológicos. E diante disso, foi também democracia quando o comunismo assentou na Coreia do Norte e de lá nunca mais saiu. Pode ser também democracia o fascismo de Mussolini...

O Verdadeiro Mecanismo: Milícia x PCC

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Por: Júlio César Anjos O tráfico de drogas no mundo está longe de acabar. Porque este comércio é impulsionado pela demanda, não pela oferta, o usuário puxa o mercado [negro] de consumo deste produto em questão.   Se não há como acabar com o comércio de drogas, o que resta então é saber como a sociedade [você] e o Estado abordam esta conceituação. Há, com certeza, países que não possuem o menor pudor e fazem das drogas item até de exportação. Mas a ampla maioria dos países do globo, ao menos, possui o pudor de fingir que o comércio de tráfico de drogas nas suas limítrofes não existe. E um dos países que omitem esta realidade é o Brasil, óbvio. Quanto à sociedade [você], a menos que o individuo seja adepto a minoria extremista da direita ANCAP [Anarcocapitalista], a maioria da população é contra a liberação, por exemplo, de pedra de crack em gôndola de supermercado. Ou pacotinho de cocaína ao lado das balas no caixa do mercado. Até esteticamente isso é bizarro. Poré...

A Era das Cinco Massas

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Por: Júlio César Anjos Mal sabia Robespierre que ao gritar: “cortem as cabeças” teria como fim a sua também guilhotinada. *** Foi Ortega y Gasset o mestre que conseguiu de forma sapiente observar as agitações populares com objetivos políticos, fazendo, deste modo, até mesmo um livro de grande repercussão chamado: “a rebelião das massas”. Ortega foi um bom observador. Estudou a formação dos movimentos revolucionários e como o homem normal do dia-a-dia transforma-se ao virar um coletivo com entusiasmos iguais aos dos que reivindicam, os seus pares na rua, a algo a ser aglutinado pelo sentimento de pertencimento. Mas o que Gasset não observou foram os surgimentos de outras formações de multidões, conforme as composições de massa que acontece nos países democráticos ocidentais, especialmente no Brasil, de maneira que as articulações em períodos de “pax social” continuam a tornar vivida a pura e simples manifestação, como algo pulsante e que, gruído por paixões, parece que ...