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Teatro do Absurdo: O Sistema Prega Peça Chamada Democracia

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Por: Júlio César Anjos A falsa democracia, que é de propriedade na verdade do Sistema que controla tudo, cria o teatro do absurdo: com roteiro, ator, e dramatização.   E é por isso que todo líder extremista possui três pilares de sustentação: A Doutrina, O Ímpeto, A Contradição. Sem essa tríade, tais líderes viram políticos normais. E virando políticos normais, são descartáveis por não servirem mais. Viram pó do Sistema que controla tudo; até mesmo o teatro do absurdo. A falsa democracia brasileira - que tem como seu proprietário o Sistema que é integrado por poucas pessoas em postos estratégicos elevados nas ditas instituições - determina que a peça política seja parecida a um teatro do absurdo. Um teatro possui o roteiro, as atuações e dramatização com suas reviravoltas e tensões que parecem, pela surpresa, até mesmo não estarem no roteiro original. Neste sentido, se a democracia brasileira é um teatro do absurdo, então, torna-se óbvio que o roteiro seja a doutrina, a at...

O Auto da Papuda

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Por: Júlio César Anjos Um “Auto” consiste em: Ator; Palco; Figurino; Fala (verbal ou não verbal); Diretor (e o Staff atrás da cortina); Equipamentos (luz, som, artefatos como tecidos, plásticos e etc); Figurantes; Platéia; E Duração (do Evento). Tudo isso para criar o ambiente para fazer o que se chama uma peça teatral. E a papuda é um local de reclusão. A prisão dos mensaleiros, por exemplo, é uma peça teatral, é O Auto da Papuda. Primeiro: Atores. Os mensaleiros do PT vivem a dizer que são presos políticos, ao invés de falarem a verdade: que são políticos presos. Os profissionais das artes políticas vão acenar até pelo drama que o mensalão não existiu e que, por tanto, são inocentes de prontidão. Tudo baseado em sátira, tragédia e comédia. Começando pela ironia que a corrupção viraria “piada de salão” até despojar da tragédia de serem honestos e, por isso, injustiçados.  Os atores usam todos os artifícios para manter a peça em execução. Segundo: Palco. Para manter o ...

Mais Perdido que Judeu na Diáspora

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Por: Julio César Anjos Nome da peça: Não é pelos 20 centavos Cena 1 – Ato 1 - Mais Perdido que Judeu na Diáspora Elenco (Personagem): Maria Antonieta Rousseff – Como a desentendida (Brioche Plebiscito) Luís XIV Inácio da Silva – “O Estado Sou Eu” (Acredita ser soberano) Maria Stuart Dirceu – Escondida pela rainha (Por 19 anos, será?) Gleisy Calígula – Chefe de Estado (Se faz de bobinha) Paulo Bernardo Incítatus - Subordinado da chefe (é mandado por quem se faz de bobinha) Michel Brutus Temer – “Até tu, Brutus?” Marina Silva Lutero – Clero Jacobinos vermelhos – PSTU, PCdoB, PSOL (Saques, pilhagens e caos social) Mídia – Massacre de Boston (1770) – Exagero, Hipérbole. Polícia – Pirro (Vence, mas não leva) Congresso – Filípicas (discursos e mais discursos) Apartidários x Vermelhos – Noite de São Bartolomeu - Paulista com a Augusta (vermelhos correm dos apartidários no protesto) Teatro de apresentação – Big Brothe...