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Mostrando postagens com o rótulo conceito

V.A.M.O.S.

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Por: Júlio César Anjos E, aí, vamos? Mas, aonde? Para qualquer lugar. Porque o que não se pode é ficar parado, pois, estagnado, não há como mudar. Para ir, há de se movimentar. Além de saber o ponto que quer chegar. Tem que estar à frente, ser proativo, e não abdicar. Além, é claro, de representar alguma postura a vaguear. E, enfim, há de se expor para lutar. Fugindo dessa filosofia de Alice – do País das Maravilhas -, há de estabelecer estratégia de coalisão. Portanto, VAMOS é um acrônimo para iniciar um novo conceito, chamado de: Vanguarda Artística de Movimento Ostensivo . Muita gente aposta que a solução para vencer na esfera política se dá pela ocupação de espaços. E nos estabelecimentos sociais, a cultura é um meio fértil para gerar tendência, criar cimentação de alguma filosofia de vida, e pavimentar conceitos mediante tática de influência. Porém ser somente reacionário, não no sentido piegas do clichê esquerdista, mas no quesito de reagir a determinada questão, torna...

Caderno de Teses do PT

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Por: Júlio César Anjos O PT divulgou o caderno de teses no site oficial, que será debatido no 5º Congresso Nacional do partido. Muita gente correu para criticar a falta de acuidade ortográfica, prolixidades diante de repetições de mantras socialistas, além de indagar sobre se o documento fora publicado de propósito ou foi erro de estagiário tornar o documento público. A verdadeira relevância sobre o documento está, na verdade, em algo mais amplo que se imagina. O PT publicou o documento deliberadamente? A resposta é: Sim, foi de propósito. Porque o PT está fragilizado, e o Lula já tinha dito para o “povo” dele que o PT iria ficar mais à esquerda ainda, no processo ideológico/político. Quem conhece o PT de outros verões não se surpreendeu com o teor inserido no documento, só ficou surpreso pela sanha em mostrar a todos a verdadeira face. O PT ronca e fuça da mesma forma que o comunismo mundo afora, não há o que por nem tirar. Portanto, esse caderno de teses foi exposto para mo...

O Brasil é “Desenvolvimentista”

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Por: Júlio César Anjos Quando o blog defendeu a tese, através de artigo, que o Brasil não é capitalista, o texto, embora prolixo, ficou vago em embasamento, pois o assunto é complexo e não cabe somente em poucas laudas de apresentação de defesa. Por isso, agora, apresenta-se este texto que mostra o fato de que o Brasil é, na verdade, “desenvolvimentista”.  Poderia confirmar, através da realidade, que o Brasil já pratica do socialismo puro. Mas a lobotomia é tanta que o argumento, por hora, seria asfixiado pela torcida organizada dos pelegos do governo, com desculpas das mais variadas, sobre o aspecto do país ser “porco capitalista”. O Brasil está longe de ser capitalista. Porque: Capitalismo = Investimento PRIVADO no meio de produção. Um trabalhador, por exemplo, que tenha guardado um dinheiro fruto do suor do trabalho, ao comprar equipamento de capital, para oferecer serviço para alguém, tal qual um vendedor de pipoca, este cidadão é um capitalista. O trabalhado...

Eleição 2014: Nordeste, Separatismo e Orçamento

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Por: Júlio César Anjos A eleição acabou e a Dilma venceu o pleito. A corrida presidencial deu muitas respostas, ofereceu caminhos, mostrou diferenças entre os políticos concorrentes, com a chancela final do eleitor referendando a candidata da reeleição. Mas o desdobramento do sufrágio mostrou um país de certa forma dividido, assim como desnuda a desunião dos interesses pontuais de cada região. O que, por exemplo, São Paulo quer não é necessariamente a mesma coisa que Maranhão deseja. Antagonismos de um Brasil plural. Diferenças que fazem as pessoas clamarem por separatismo, proferir que tal região não sabe votar, além de mostrar a dificuldade do vencedor em governar. Os próximos quatro anos serão desafiadores. O PT venceu a eleição, mas perdeu conceito. Só possui o voto de cabresto, do eleitor que precisa da atenção do Estado, pois é dependente pela necessidade. Quem já passou fome, ou morou em favela, sabe que uma bolsa família faz muito a diferença. Por isso que os dois cand...

Vencer Debate

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Por: Júlio César Anjos Desde que o PT lançou candidatos medíocres à disputa presidencial, na recente base histórica da democracia, que os pseudo-intelectuais, para defender o indefensável, dizem que no debate não há vencedor, ou, então, que quem sai vitorioso no debate é a população que assiste tal concepção. Balela, em um debate há um candidato vitorioso, sim! Como os entendidos do PT não conseguem reformar, da noite para o dia, o político da estrela vermelha, que já é fraco por natureza justamente por ser atraído por tal miríade política, resta então criar articulações nos meios acadêmicos, jornalísticos e sociais, para referendar que o medíocre é bom. Diante disso, vitória em debate torna-se irrelevante, como se as ferramentas de argumentações fossem estéreis, menos importantes. É a debilidade, infelizmente, provocada pelo analfabetismo congênito na comunidade brasileira. A verdade é que desde a Grécia antiga, através até mesmo das Filípicas, os debates aconteciam de fo...

Vencer Eleição ou Ganhar Conceito?

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Por: Júlio César Anjos  Todo mundo acha que ganhar votação é a coisa mais importante, ideologicamente, no contexto político, ignorando o fato que a eleição é somente formalidade. O bom mesmo é ganhar conceito, em que o povo exige certos tipos de normas que em muitas vezes são incompatíveis ao ideário do político vencedor na apuração da urna. Portanto, um político de “direita” às vezes vence eleição ao utilizar propostas da “esquerda” (e vice versa), sujeitando-se a figura pública a escolher posição por causa de conflito de interesses entre governante e governado. A eleição ocorre a cada quatro anos, a saber, com o intuito apenas de compor equipe de trabalho, ou seja, formalizar a personagem que fará articulações, execuções, em cima de uma diretriz. O que importa mesmo é o como fazer, em que terá que decidir e margear em cima daquilo prometido em campanha, com o político sendo “honesto” com o povo que o elegeu em uma tribuna qualquer. Ou seja, o conceito é precípuo em relaç...

Marina Cisma

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Por: Júlio César Anjos Marina cisma querer ser presidente. Mesmo com uma base cismada, ela quer forçar a lei da natureza, e eleitoral, para conquistar a vaga de gerente do Brasil. Todo mundo gosta de superar obstáculos, vencer barreiras, ser importante por ter conquistado, por mérito, uma situação que trabalhou duro para se concretizar. Mas nem toda a vitória significa materialização do melhor, pois, como se sabe, a política tende a boicotar tal assertiva, sendo que “qualquer um” pode ser o representante máximo de uma nação “democrática”. A candidata do PSB quer ser “presidenta” porque é “sonhática”. Sonho que poderá, caso não mude o jeitinho de ser (e até de pensar), virar um pesadelo. O cisma, como racha, é etimológico utilizado para explicar a quebra somente de divergência pontual, mantendo a base de pensamento. É a fissura dentro de um mesmo objeto padrão. Os judeus fizeram o cisma que dividiu as tribos de Israel e Judá. A mesma coisa aconteceu com o cisma entre católico e...

A tendência da Violência

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Por: Júlio César Anjos Em qualquer roda de conversa ou debate na TV, o que mais se vê é a resignação sob o prisma que a violência no Brasil está alarmante. É fato e notório constatar que o índice de ato criminoso só aumenta, sem um contraponto efetivo que modifique tal situação, tolhendo o sucesso da paz na sociedade nacional. E em muitos casos vêm as idéias que podem modificar o cenário. Contudo, as opções rebatem ao contraditório do ideário de um pensamento mono, em que não há brechas para modificações do atual sistema, deixando a violência viva pela ignorância do próprio povo. Conversando com um amigo, muito bacana, mas inocente sob as coisas mundanas, a concepção flerta com as seguintes indagações e resposta padrão. Diante das delongas, eis as perguntas e repostas durante a entrevista de confraternização: Pergunta: - Pergunta: És a favor da redução da maioridade penal? - Resposta: Não. - Pergunta: És a favor de armamento da população? - Resposta: Não. - Perg...

Brasil em Guerra Civil. Você não viu?

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Por: Júlio César Anjos Uma guerra declarada consiste em: trincheira; inimigo específico; soldados; equipamentos (munições e etc); combates pontuais; contagens de mortes; matança contra estrangeiros; e tristeza no ar. Uma região em guerra sempre tem um padrão característico, com pequenas mudanças entre batalhas. E a guerra civil? Bem, para saber se há guerra civil a pessoa precisa enxergar os padrões de uma guerra regional e específica, além de querer acreditar que está passando pela situação terrível de uma luta armada ao ar livre, impregnado na comunidade. Pois, se não souber ou acreditar na existência de tal fatalidade, individuo qualquer pode ter um comportamento como o do menininho do filme A Vida é Bela, estar ao meio ao caos, mas não se importar com nada porque está cego por alguma distração. Primeiramente que guerra civil não tem trincheira. Por não ter uma limítrofe bem delineada, a geografia é toda a extensão nacional, sendo que as lutas são diárias, com mortes cont...

Só peixe faminto é que cai em engodo

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Por: Júlio César Anjos Só foi o Reinaldo Azevedo aparecer na folha de São Paulo que as tendências políticas margearam pelos pensamentos das bravatas, com um pesado tom de insatisfação, como se fosse um parasita incomodando todo o sistema de um hospedeiro saudável. Tudo normal se não fosse o ataque articulado que pareceu proposital, um golpe rábico do “mainstream” que chegou a chocar e também a fazer duvidar. O fato é que, de qualquer maneira, Azevedo não seria bem visto na seara socialista retumbante.  E que também seria hostilizado pela ditadura de pensamento do Hezbollah do ocidente, que flerta com AsFarc e até PCC. Ser inimigo de gangue remonta em ser hostilizado em grandes quantidades, pois o grupo de pressão só sabe mesmo é cobrar satisfação de quem não precisa prestar contas a ninguém. Reinaldo Azevedo foi julgado, sentenciado, e condenado a ser inimigo da turma que não gosta do contraditório, que não flerta com a democracia, que só faz desdém. A direita logo...