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Colocar o Gato no Saco

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Por: Júlio César Anjos  Antigamente, num passado não muito distante, existia uma atração de rua bem criativa, que era o sujeito colocar uma mão dentro do saco e, com um apito, imitava o grunhido do gato e com outra mão espancava, de forma teatral, o bichano com um pau. A gritaria era geral. Parecia mesmo que tal cidadão espancava o felino, mas na verdade não passava de arte cênica na rua. Não há relatos se ainda existe tal peça teatral ao ar livre ainda hoje, mas colocar o gato fictício no saco e espancá-lo era uma coisa que até parava transito naquela época. A artimanha de atração tinha até lógica. Se colocasse, por exemplo, um cachorro no saco, certamente o animal acharia que a pessoa estaria brincando com ela, não se dando conta que a colocar no saco é uma antecipação para fazer maldade com o bicho. Se colocar um cágado (espécie de tartaruga) no saco, ninguém escutaria nada, pois o bicho se encolheria no casco e pareceria até que não existisse o animal dentro da sacol...

O melhor presente que ganhei

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Por: Júlio César Anjos Quando era novo, lá pelos meus 5 ou 6 anos, estudei em uma escola pública, chamada Nova Esperança. O que é curioso o nome do recinto do aprender, pois a nomenclatura do colégio remonta que pode existir outras esperanças velhas e novas, sabe-se lá o que se entende com isso, como se houvesse esperança sobressalente, nova, esperando que esperanças velhas sejam estragadas para serem substituídas pelas outras saídas do forno. E nessa escola primária que tive o melhor momento da minha vida. O praxe é o mesmo: Era feliz e não sabia, não tinha responsabilidade, era criança inocente, não tinha stress nem depressão, tudo era brincadeira naquela época corriqueira. A satisfação congratulava em somente uma bola no meio do pátio, nada mais. Tempo que não volta mais, o que volta sempre na mente são os pensamentos, as lembranças que a vida nos trás. A minha mãe sempre me levava até a porta da escola porque eu não tinha maturidade para ir sozinho até a oficina do s...