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Não Morreu Porque Não Viveu. Nunca Existiu!

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Por: Júlio César Anjos É um belo dia ensolarado de finados, uma família vai visitar os entes queridos. A filhinha de 10 anos, sem saber direito o que está fazendo, anda toda saltitante, mesmo estando presa ao caminhar de mãos dadas com a sua progenitora. A criança desprende-se da tutora e corre no meio do campo esverdeado, entre as lápides espalhadas no cemitério. Ao ver uma laje abandonada, com o mato crescendo em sua volta, ela lê uma mensagem no mínimo inusitada. Grita pela mãe. A sua tutora atende a filha de prontidão, e, chegando perto do jazigo, lê o seguinte epitáfio como descrição: “Não morreu porque não viveu. Nunca existiu!”. A mãe ficou curiosa. E foi ver, na secretária do cemitério, quem seria o tal sujeito. Chegando à administração, pede informação da lápide abandonada. Eis que o atendente diz: Ele se chama:....”. *** “Rodrigo, amor da minha vida, você ainda vai me amar quando eu ficar toda enrugadinha feito um maracujá?”, disse Isabella, logo após receber...

O Passado Glorioso que Nunca Existiu

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Por: Júlio César Anjos A extrema-direita gosta de narrar que o período da Ditadura Militar foi uma maravilha, em que o Brasil, naquela época, tinha dado certo e que, após abertura da redemocratização, tudo foi para os ares devido à inserção do marxismo e o Brasil, assim, deixou de ser um país glorioso, sendo saudosista de um passado que nunca existiu. A extrema-direita brasileira busca um reich para chamar de seu. Deste modo, o mesmo acontece quando a extrema-direita tenta resgatar o passado glorioso que não existiu nas monarquias, no Getulismo e até mesmo nos templários, para poluir o imaginário do povão, a fazer acreditar que o marxismo ruiu o preceito nacional salutar. Ou seja, no ideário, o que se faz transmitir é: que a nação já fora grandiosa, mas que, agora, está em ruína devido à profanação da cultura pela inserção do marxismo Cultural. A diferença entre o Nazismo anterior à segunda guerra para o neonazismo do século XXI não deriva de estratégia, mas soment...

O Bolo Comunista

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Por: Júlio César Anjos Imaginem que, no século XIX, certo alguém resolveu escrever uma receita de bolo muito elaborada sobre as convicções que pensara em dado instante. O pensador acreditou ter feito, naquele momento, a maior das descobertas que investigava por toda a vida. Organizou os itens de tal elaboração, explicou as minúcias sobre as tratativas do aspecto em que remontava, escreveu os ingredientes e o modo de preparo daquilo que afirmava ser perfeito. Porém, em algum momento, disse que não poderia ser provada – e aprovada - tal convicção culinária, pois não teria à disposição a cozinha, nem o cozinheiro, além de não dispor de degustação e aprovação por parte do povo, por isso que chamava aquilo, o bolo comunista perfeito, de utopia naquela época. Marx escreveu a receita e o modo de preparo do bolo comunista perfeito. Fez todo o estudo sobre o aspecto de um mundo que acreditava ele ser melhor, sobre questões de mudanças que a história Inglesa passava, além das quebras ...