Não Morreu Porque Não Viveu. Nunca Existiu!
Por: Júlio César Anjos É um belo dia ensolarado de finados, uma família vai visitar os entes queridos. A filhinha de 10 anos, sem saber direito o que está fazendo, anda toda saltitante, mesmo estando presa ao caminhar de mãos dadas com a sua progenitora. A criança desprende-se da tutora e corre no meio do campo esverdeado, entre as lápides espalhadas no cemitério. Ao ver uma laje abandonada, com o mato crescendo em sua volta, ela lê uma mensagem no mínimo inusitada. Grita pela mãe. A sua tutora atende a filha de prontidão, e, chegando perto do jazigo, lê o seguinte epitáfio como descrição: “Não morreu porque não viveu. Nunca existiu!”. A mãe ficou curiosa. E foi ver, na secretária do cemitério, quem seria o tal sujeito. Chegando à administração, pede informação da lápide abandonada. Eis que o atendente diz: Ele se chama:....”. *** “Rodrigo, amor da minha vida, você ainda vai me amar quando eu ficar toda enrugadinha feito um maracujá?”, disse Isabella, logo após receber...