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Leprevost: Não é só Pelos 15 Centavos

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Por: Júlio César Anjos Num curso de graduação, alguém pergunta: “Você sabe quem foi Taylor?” E qualquer estudante de Administração, até mesmo no primeiro período, responde de prontidão: “Foi o pai da Administração”. [eu considero o Jules Henri Fayol o “patriarca” da Administração, pois é focado no orgânico; enquanto que Taylor, considerado por convenção o “pai” da administração, foca mais no mecânico. Mas é só birra mesmo] Pois então, não saber isso, sendo diplomado Administrador (Ney não sabia quem era Taylor no último debate), é o mesmo que ser Médico sem saber quem foi Hipócrates - e seu juramento -, tal qual é o absurdo o quanto Leprevost é obtuso diante o curso de Administração. Isso que se considera diplomado. E, diante tais sinais, Leprevost quer reduzir a tarifa de passagem em R$ 0,15 (quinze centavos). Pela regra administrativa racional, não há como fazer esta redução. Mas pela política? Pela manobra, essa demagogia tem um valor imenso sem racionalidade, mas como muita ca...

A Função Técnica e a Atividade-Fim. Prazer, Henri Fayol!

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Por: Júlio César Anjos Henri Fayol foi um engenheiro no século XIX que virou pai de uma área específica do campo de ciência social e aplicada no século XX, chamada Administração. O curso de gestão empresarial é bem recente comparado com cursos como Medicina, Direito e Engenharia – que são milenares.  Então faz sentido o nascituro da graduação se dar através de pensadores de outras vertentes curriculares, ao surgir novo conceito de esquema organizacional. E no organograma, o pensador criou seis funções básicas que qualquer empresa constituída deve ter: 1) Função Administrativa; 2) Função Contábil; 3) Função Financeira; 4) Função Segurança; 5) Função Comercial; 6) Função Técnica. Porém , a Função Técnica pode sanar as dúvidas a quem não entende o que é atividade-meio e atividade-fim. Organograma - Henri Fayol As cinco primeiras funções (Administrativa, Contábil, Financeira, Segurança, e Comercial), são composições acessórias, são atividades-meio de uma organização, ...

Cargos Comissionados

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Por: Júlio César Anjos Os cargos comissionados são ocupações que um político usa para atrair pessoas de confiança no projeto político emanado pelo mandato executivo. Todavia, os parentes próximos de tal governante são proibidos de ocupar tais posições, pois nepotismo é ilegal. Diante dessa situação, a maioria dos políticos cruzam os cargos comissionados, o parente de um político trabalha para outro e vice versa. Apesar de o nepotismo cruzado ser muito utilizado, pouco se pode fazer para impedi-lo, pois provar tal situação é difícil. A eleição majoritária está próxima da decisão eleitoral, em que cargos estarão à disposição de governante vencedor na urna. E aí fica a pergunta: E os outros cargos comissionados efetivos? Na teoria, em um mundo perfeito, quando um político perde uma eleição, leva com ele todos os ‘trabalhadores’ que pleiteavam em mesma execução. Outros políticos vencedores utilizam os cargos comissionados para gerar outro grupo de trabalho, com pessoas diferen...

Administração ou A mini distração?

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Por: Júlio César Anjos O desdobramento da palavra A d mini stração faz surgir a seguinte anagrama: “A mini distração”. É pura questão de lógica matemática, de contém e está contido. Todavia, uma pessoa logo observará: “Mas está faltando uma vogal “i” para estar certo o raciocínio”. Esse terceiro “i” existe, está escondido na consoante “d” (mudo) da palavra, sendo uma vogal fonética elíptica e átona, pois, a menos que alguém fale “Ad E ministração”, subentende-se que se fala “Ad I ministração”. Ou seja, a terceira letra “i” se sujeita, criando dentro da palavra uma expressão. Portanto, Administração nada mais é que “A mini distração” dos dias atuais. Mas chega de explicação, que se atenda aos fatos. Administração significa, nos dias atuais, “A mini distração” por um simples motivo: A universidade, nesse curso propriamente dito, confina hoje estudantes para não aprenderem nada demais. Qual é o aprendizado do administrador nos dias atuais? Os estudantes do curso de sociais e apli...

A pergunta da Urna

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Por: Júlio César Anjos A urna, a cada dois anos, faz uma curta pergunta: Está bom? Se a resposta é sim, não há o que contra-argumentar, fecha a conta e passa a régua, deixai o partido governante por mais um tempo. Agora, se a resposta é não, há de se fazer uma mudança, trocar de mãos o poder, para objetivar melhora. Simples. Seria até desumano pedir mudança em algo que está em pleno funcionamento, que está bom, atende aos desejos do povo de uma nação. Diante de tal cenário maravilhoso, a mudança poderia gerar até mesmo catástrofe, pois time que está ganhando não se mexe. Uma política bem sucedida deriva à felicidade dos compatriotas, positivismo de uma nação trilhando ao melhoramento racional e emocional, um paraíso no globo, uma terra prometida para um povo prometido.  E, sendo assim, a oposição não teria o porquê agir, já que os administradores da nação auferem melhoramentos para todos, como se fossem os messiânicos objetivando milagres e mais milagres. Mas se o ce...

A escolha do único caminho: O Fim

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Por: Júlio César Anjos A patacoada do PT materializa-se como um feixe de luz e, em curto período de tempo, o relinche vem a reboque. Assim como o relâmpago precede a luz (em uma trovoada qualquer), os erros do partido do governo precedem à justificativa (por causa da materialização da crise). A desculpa, o relato da situação, não pode ser aprimorada, pois, como se sabe, o PT fala para o povo. Como a sociedade brasileira é composta por 75% de analfabetos funcionais, falar bonito soaria mais como um falso engodo do que uma explicação plausível da situação. O governo, para tal medida, justifica-se pela mediocridade aceita por toda a comunidade, pois é menos dolorosa, a curto prazo, a mentira confortável à verdade esclarecedora. Sendo assim, a economia do país segue a pulos de canguru à Estagflação (Estagnação econômica com inflação acentuada). O governo, nos últimos meses, criou vários programas, medidas para tentar melhorar a situação do enfermo país. Mas o remédio é ínfimo a...