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O melhor presente que ganhei

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Por: Júlio César Anjos Quando era novo, lá pelos meus 5 ou 6 anos, estudei em uma escola pública, chamada Nova Esperança. O que é curioso o nome do recinto do aprender, pois a nomenclatura do colégio remonta que pode existir outras esperanças velhas e novas, sabe-se lá o que se entende com isso, como se houvesse esperança sobressalente, nova, esperando que esperanças velhas sejam estragadas para serem substituídas pelas outras saídas do forno. E nessa escola primária que tive o melhor momento da minha vida. O praxe é o mesmo: Era feliz e não sabia, não tinha responsabilidade, era criança inocente, não tinha stress nem depressão, tudo era brincadeira naquela época corriqueira. A satisfação congratulava em somente uma bola no meio do pátio, nada mais. Tempo que não volta mais, o que volta sempre na mente são os pensamentos, as lembranças que a vida nos trás. A minha mãe sempre me levava até a porta da escola porque eu não tinha maturidade para ir sozinho até a oficina do s...