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Coisas Futuras!

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Por: Júlio César Anjos Cinco estórias sobre situações pós-pleito presidencial de 2018. Segue:  João era metalúrgico em uma microempresa em Lages-SC. Até que então veio a crise. Ficou desempregado. Mesmo ressabiado, votou de forma consciente. Com as políticas mais amigáveis aos trabalhadores, o estímulo governamental fez com que ele criasse um startup de serviço de manutenção mecânica, no qual o seu trabalho atende muitos clientes, em vários estados do Brasil. João está feliz em poder servir muita gente. Moral da Estória : Com o apoio estatal [esquerda], João pôde melhorar sozinho a sua condição [direita] para tornar o Brasil melhor. Ao encerrar a crise, o trabalhador pôde sair melhor ainda do que as condições anteriores da crise, tanto em qualidade de renda quanto de qualidade laboral. *** Marisa é produtora da área do agronegócio em Palmares-PE. Trabalha duro todo dia para se sustentar e para manter o país erguido. Mas ela não aguentava mais problemas so...

Ingovernabilidade

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Por: Júlio César Anjos A maioria das pessoas acha que o principal motivo de uma ingovernabilidade de um político é a dívida de “herança maldita” adquirida pelo antecessor. É obvio que problemas financeiros desencadeiam uma dificuldade maior em lidar no mandato do sucessor, além de não atingir alguns objetivos por causa desta mazela contraída já no início de gestão do político, mas o fato é que o problema em caixa não é o principal motivo do não conseguir governar. O principal incômodo de um gestor é a autodestruição da população via viés ideológico, ao sobrepor os interesses específicos, não lutar por uma bem maior que transpassa o limítrofe geográfico, pois é da prática do comunista ser “universal” aos próprios pares, ou seja, o comunista estrangeiro é mais companheiro que o conterrâneo que pensa diferente do socialista engajado. Essa auto-sabotagem existe e sempre está em curso neste momento globalizado, em que os marotos formam gangue da camisa vermelha para referendar em...

Preço Congelado via Leite Adulterado

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Por: Júlio César Anjos Alguns países do regime bolivariano sul-americano resolveram fazer gatunagem com a dinâmica do bloco econômico, esculpindo várias traquinagens e arranjos financeiros que transitaram entre a magia e a fraude, como se a ilusão não fosse engano, não cabendo aos povos acreditarem que se tratava de charlatanismo, um estelionato pragmático e coletivo. A maioria dos países resolveu enveredar por congelar preço na caneta, como Venezuela e Argentina, e outros decidiram fazer diferentes tipos de freio econômico, como o Brasil ao fazer congelamento de preço indireto. Já é sabido que o governo do PT congelou na caneta a luz, o Petróleo, e até mesmo a taxa de juros SELIC e etc. Porém, o feitiço virou contra o feiticeiro, surgindo mais inflação do que acometido em outrora. Outras vertentes, como o transporte, o PT resolveu congelar o preço através de “reivindicação do povo”, como se o movimento passe livre fosse uma organização espontânea emanada pela população. O ...

Colocar o Gato no Saco

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Por: Júlio César Anjos  Antigamente, num passado não muito distante, existia uma atração de rua bem criativa, que era o sujeito colocar uma mão dentro do saco e, com um apito, imitava o grunhido do gato e com outra mão espancava, de forma teatral, o bichano com um pau. A gritaria era geral. Parecia mesmo que tal cidadão espancava o felino, mas na verdade não passava de arte cênica na rua. Não há relatos se ainda existe tal peça teatral ao ar livre ainda hoje, mas colocar o gato fictício no saco e espancá-lo era uma coisa que até parava transito naquela época. A artimanha de atração tinha até lógica. Se colocasse, por exemplo, um cachorro no saco, certamente o animal acharia que a pessoa estaria brincando com ela, não se dando conta que a colocar no saco é uma antecipação para fazer maldade com o bicho. Se colocar um cágado (espécie de tartaruga) no saco, ninguém escutaria nada, pois o bicho se encolheria no casco e pareceria até que não existisse o animal dentro da sacol...