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CANVAS

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Por: Júlio César Anjos “O político só oferta o que o povo demanda” – Júlio César Anjos   CANVAS, traduzido do inglês, significa tela. E na política, qual o seu significado? Se perguntar para um engomadinho do Renova BR, político de lousa e ativista de escritório com ar condicionado ligado, ele dirá que se trata de ferramenta de enfoque em modelo de negócios em curso de administração; se indagar para um progressista esquerdista do PSOL, o socialista dirá que isso muito provavelmente é uma arte composta por conjunto de pinturas que formam um todo, chamado de quadro em Canvas para decoração; e para quem é da vida política de fato, a verdade é que CANVAS, em contexto de ativismo prático, tem significado completamente diferente destes exemplos anteriores. CANVAS trata-se de um acrônimo: C entro de A ções N ão V iolentas e A plicações S ociais. Mas, afinal, por que está se falando deste CANVAS neste momento em específico? Porque Bolsonaro e Lula estão colocando gente na rua, bem...

Ativismo Político Não se Aprende na Escola

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Por: Júlio César Anjos Ativismo político não se aprende na escola. É por isso que o blog: Efeito Orloff é da hora! Arte suprematista adaptada   Ativismo político não se aprende na escola. Porque se aprendesse: Se aprendesse na escola, aprender-se-ia que existe uma diferença gritante entre estar envolvido ao estar oposição e ser comprometido por ser governo/situação. Se a estética nazista de Roberto Alvim tivesse sido feita antes da eleição, no pico de popularidade do Bolsonaro, tal ação não daria problema para a direita, pois, a oposição tem a capacidade de promover agitação e o recurso poderia ser somente uma tática de provocação entre os agentes políticos. Até porque Bolsonaro subiu ao poder com um slogan nazista: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” e isso não teve problema algum para o eleitor. Contudo, Bolsonaro agora é governo e as ações devem ser sérias porque está comprometido ao ser presidente. Deste modo, fazer estética nazista foi catast...

A Gaiola de Trump e o Utilitarismo Consequencialista

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Por: Júlio César Anjos Que fique bem claro sobre este episódio das crianças engaioladas: Trump não é totalmente culpado por esse transtorno social causado porque só está sendo populista e cumprindo o que prometeu em campanha. Culpado é uma parcela do povo americano em ter esse tipo de comportamento. Se o povo não referendasse tal atitude, Trump não ousaria fazer essa ação, pois seria impopular e sepultaria o próprio governante, bem como o seu partido em questão. Porque o problema do presidente norte-americano é o fator de natureza utilitária. E é sobre isso que o artigo irá se embasar. Antes de tudo que se faça um adendo sobre esta lei que faz separar o filho do pai imigrante ilegal. Essa lei foi feita pelos Democratas [apesar de que essa lei fora aprovada por causa da pressão social do americano em geral para que se façam essas atitudes, ou seja, o povo fez os democratas errarem]. Mas, em todo caso, vale ressaltar, a pensar neste seguinte exemplo. Segue: Suponha que no último...

Extrema-Direita na Democracia Ocidental: Ingovernabilidade e Desestabilização

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Por: Júlio César Anjos Os países ocidentais – diante das pluralidades gerais – possuem a liberdade para mudanças eleitorais pelo sufrágio universal, em que se embasa a democracia – liberdade para dizer e auferir o que pensa -, sem restrição inicial. Ou seja, a democracia ocidental tem a liberdade de expressão como clausula primordial. Mas, infelizmente, é justamente neste ambiente que o extremismo tem voz. E, ao invés de combater-se o extremismo da esquerda que, até outrora era pujante, nestes novos tempos, tais nações “dobraram a meta”, ao deixarem a extrema-direita também proliferar. O que antes era apenas um problema de radicalização, agora, tornou-se dois. É por isso que, neste momento histórico, a extrema-direita na democracia Ocidental traz ingovernabilidade e desestabilização. A extrema-direita aprendeu com a extrema-esquerda técnica de Saul Alinsky. Se antes a esquerda sabia que era preciso sabotar um governo no poder com ações de rua, a direita descobriu a mesma coisa...

O Lobo da PTbras

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Por: Júlio César Anjos Caso alguém não tenha assistido ao filme – O Lobo de Wall Street, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se a pessoa não se importar com as revelações ofertadas no conteúdo, pois está mais preocupada com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem a essência e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareçam as comparações fundamentadas entre: “O Lobo de Wall” Street e “O Lobo da PTbras”. Na película de Hollywood, Leonardo Di Caprio é um jovem ambicioso, que consegue um emprego de alta patente no mercado de ações, ao ser operador financeiro, ganhando dinheiro por ser corretor da bolsa. Mas a empresa em que ele era empregado faliu, diante de uma transição mal formatada. Todavia, o jovem aprendeu muita coisa no pouco tempo em que estiver...

Inteligência Emocional na Política

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Por: Júlio César Anjos Existem sete tipos diferentes de inteligências. São elas: Linguística; Lógica; Motora, Espacial, Musical, Interpessoal e Intrapessoal. Mas há outra inteligência que é específica em política, em campanha eleitoral, que é a Inteligência Emocional. Sabe-se que nos “business” Inteligência Intra e interpessoal fazem parte do contexto da inteligência emocional. Nas questões de negócios, a fim de manter o grupo focado em produção, a inteligência emocional se dá em saber lidar com pessoas. Um político também tem que saber interagir com eleitorado, por isso, nesse aspecto específico, o político deve ter inteligência intra e interpessoal. Mas o mundo não é perfeito, as pessoas tendem a fazer coisas do arco da velha para conseguir o que deseja, e nesse aspecto aparece a inteligência emocional de fato, especifico do político de profissão. Na política, nem todos os partidos e/ou políticos jogam de forma justa, criando uma campanha suja, de baixo nível, que só mos...

A escolha do austero

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Por: Júlio César Anjos Na eleição, as pessoas vão às urnas para eleger o administrador geral, o gerente do eleitor, pessoa capacitada para atender às demandas que a sociedade como um todo necessita. Apraz, o cidadão direito escolhe o que melhor convir, pois o imã dos pensamentos iguais faz os pares serem aceitos pelos eleitores. Mas há diferenças, que devem ser respeitadas, já que a democracia é regra de maioria e não de tirania absolutista totalitária. E das eleições aparecem os candidatos populistas, falsos bonzinhos que ressoam só o que a maioria quer escutar, como se medida popular fosse uma dose de melhora para toda a sociedade. O “popular” roga só o que o povo gosta, mesmo que tal medida pareça insana aos padrões ou regras gerais. Prometer o que não pode cumprir, é a melhor estratégia momentânea, fala aos pares a mesma coletânea, um disco riscado que só reproduz a repetição.   Assim, a retórica emplaca: “A culpa é dos outros e não de cada um”. Como se, por...