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Mostrando postagens com o rótulo sexo

Manifesto Incel

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Por: Júlio César Anjos Incel: Definição Incel - neologismo de "celibato involuntário" - é uma referência a membros de uma subcultura online que se definem como incapazes de encontrar um parceiro romântico ou sexual, apesar de desejarem ter. [...] Auto-identificados Incels são quase exclusivamente homens heterossexuais. Oração da Serenidade Incel Deus Vult, dai-me a serenidade para aceitar sobre o sexo em que eu não consigo fazer, coragem para aventurar sexualmente, e sabedoria para saber se a garota está afim ou não. Cultura Incel Tentar promover na sociedade ocidental e/ou democráticas a cultura de costumes do patriarcado parecido com o estabelecido nos califados, e/ou estabelecer o costume indiano de casamento arranjado entre familiares para ter facilidade de relacionar-se, e, assim, poder finalmente transar. A Tribo Incel Moletão, barba por fazer, cabelo a aparar e pentear, e banho intermitente. A estética do Ermitão é a camuflagem de so...

O Filósofo Aqualung de Jethro Tull

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Por: Júlio César Anjos “Aqualung, meu amigo, não comece a ficar intranquilo. Seu pobre velho tolo, veja, sou só eu” - O Ceifador da Morte. Música: Aqualung - Jethro Tull       Aqualung de Jethro Tull conta a história de um longevo mendigo que, mesmo em condição deplorável, não perde a mania de ser tarado ao observar as mocinhas ao seu redor, mesmo sabendo que nada pode fazer porque não é mais novinho e a sua vida está perto do fim. Ou seja, é um peixe fora d’água [ou, melhor dizendo, uma pessoa submersa em um Aqualung – dispositivo para fazer submersão em águas profundas]. O Aqualung não pode mais interagir, pois não faz parte daquele lugar, porque o seu tempo já passou, não adianta ficar suspirando pelo Suplício de Tântalo, no estilo: “tão longe e tão perto”, maldição daqueles que conhecem, mas não podem desfrutar daquilo que é sabido porque o objeto de desejo não está mais ao seu alcance. Deste modo, no Brasil, o filósofo da moda comporta-se co...

Prenda a Sua Cabrita Que o Meu Bode Está Solto

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Por: Júlio César Anjos Havia um ditado popular proferido pelos antigos que era o seguinte: “Menstruou casou”. A ideia era simples: A moça da família iria uma hora ou outra menstruar, os hormônios iram entrar em ebulição e aflorar, e a jovem procuraria amor e sexo [o que é normal, é necessidade fisiológica como beber água e se alimentar], com tal situação podendo acometer de a moça engravidar e gerar um bebê. Só que naquela época, ter bebê sem casar [mãe solteira] era algo de mais vergonhoso que uma família poderia suportar. Então, após menstruar, a própria família já começava a “se coçar” e a se preocupar em fazer a filha casar. Infelizmente essa era a realidade do tempo antigo. Pela dada situação da época, qual era a solução da família para que a moça, após menstruar, não cometesse tal erro social considerado repugnante pela sociedade? Ora, era manter a moça em cativeiro, ficar reclusa até casar. Só que o casamento tinha algumas disposições. O costume dos mais antigos tinham ...

As dores bonitas da vida

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Por: Júlio César Anjos Algumas mazelas provocadas por infortúnios dão a entender que a dor é somente sofrida, um objeto de tortura àqueles que já passaram pelo sentimento caótico de tal angústia, seja físico ou mental. A dor possui ramificação e cada via expressa um fim. A única dor sofrida é a dor que a pessoa sente ao morrer. A dor da morte é sofrida sim, pois, além de ceifar a vida, provoca dor na própria pessoa e nos entes queridos. Todas as outras dores são sensações que chegam a ser boas para as pessoas. Uma dor provocada por uma espetada de agulha por um enfermeiro, gesto bondoso da doação de sangue, é uma dor bonita pelo simples fato da dor não ser terminal, nem letárgica, apenas pontual, para satisfazer a filantropia em ajudar outrem. A dor do parto é para a mãe o momento de sensação desagradável, mas no fim reporta a um prazer sem igual, dádiva dos deuses em tornar real mais uma vida na terra. A dor do parto é a explosão de sentimentos em um mesmo momento, o ...

Conexões Lascivas

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Por: Júlio César Anjos     O mundo trilha sempre em determinação aos anseios da humanidade, tudo que foi construído segue um único objetivo, satisfazer o homem através dos prazeres da vida. A sociedade caminha seguindo só a satisfação pessoal, confortos que focam somente o gozo da vida, o relaxamento físico e a conquista do sublime mental. E a satisfação do prazer é também uma só: alimentar da carne de outrem através do sexo, da transa, ou qualquer outro nome do gênero. A excitação, a vontade, e o alívio do orgasmo conduz a corrida capitalista, cria a selva que troca esforço laboral em dinheiro para obter prazeres carnais. As pessoas acreditam que o objetivo de todos é construir família, ser reconhecido socialmente, ser bem sucedido no trabalho... Balela! A verdade é que o objetivo no final de tudo é ter conforto para mostrar status e conquistar o prazer da luxúria. A corrida pelo libido faz os homens buscarem a melhor situação individual. Portanto, se você fraca...