Erro causal
Por: Júlio César Anjos Jó não imaginava ser pai de família lá pelos seus 20 e poucos anos. Fechou os olhos e, de repente, mergulhou em uma vida como o responsável patriarcal, com a sua rotina voltada a desenvolver os filhos que a sua progenitora gerou. Acorda cedo, desliga o despertador, se veste, faz a higiene pessoal, beija a mulher e os filhos (que ainda estão dormindo), faz o desjejum e sai para trabalhar. Após cumprir o tempo laborioso, volta para casa, beija a mulher e os filhos novamente, assiste ou lê alguma coisa e vai dormir. E o looping da rotina segue até os dias atuais. Jó tem 2 filhos morenos lindos, um menino e uma menina. A menina é a cara da mãe e o menino se parece com o pai. A mulher é linda e zelosa, cuida da casa de forma magnífica. O menino que se tornou pai de família adora o status quo da rotina conservadora da família. Da apresentação dos entes queridos resta saber apenas detalhes: a mulher é morena e chama-se Margarete e os filhos chama-se...