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Mostrando postagens com o rótulo estratégia

Abordagem de Espectro Centrista

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Por: Júlio César Anjos   Água parada não move moinho assim como águas turbulentas impedem boa navegação. Há sempre de haver um ponto-ótimo para prosperar em qualquer ação. E essa constatação deriva em qualquer situação da vida, desde as pequenas relações de convivência até problemas sociais de grande proporção. É por isso que grupos de espectro centrista são fundamentais para prosperar a democracia de qualquer nação. O que seria da condução da política se não houvesse a prudência e a sofisticação? E, com isso, fica a dura lição: o centrismo é a solução. Cachinhos Dourados ensina, em literatura de conto infantil, que o ideal é o equilíbrio. Ao invadir a casa dos 3 ursinhos, a protagonista prova três tigelas diferentes de mingau e descobre que prefere o mingau que não é nem muito quente nem muito frio, mas o que tem a temperatura certa. E ao dormir, não escolhe a cama grande, mas a cama que traz o melhor conforto. É por isso que o centrismo político é o mingau morno e a cama i...

PSL: Um Polaco de Cada Colônia

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Por: Júlio César Anjos A expressão muito usada no Paraná: “Um polaco de cada colônia” significa um agrupamento capturado a esmo para fazer uma ação em equipe. E geralmente é usado para explicar que alguém fez um “catadão” e por isso este grupo não “dará liga”. Não é porque os polacos são parecidos que essa formação de grupo dará certo em algum trabalho em turma. Deste modo, pela loucura eleitoral em 2018, é fácil compreender que o PSL é “um polaco de cada colônia”. Estava escrito que não iria funcionar. De qualquer modo, há de fazer uma análise sobre essa fuzarca criada na bolha política que envolve PSL e Bolsonaro. Sobre a Briga Se nesta altura do campeonato, neste fim de primeiro mandato, o PIB do país estivesse a fechar em 3% a.a., se tivesse pleno emprego, com retomada de melhora em todos os indicadores sociais, com robustez de crescimento para os próximos anos, e sorriso no rosto do povo que voltou a prosperar, este cenário positivo por si só pacificaria não só o...

Estratégias para Ultimação

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Por: Júlio César Anjos As personagens que orbitam no universo político possuem alvos que determinam a um objetivo-fim. Alguns players querem, no fim das contas, apenas se elegerem; enquanto que outros querem até mesmo mudar ideologia e/ou regime político do país. Como é de ciência pelos ativistas da sociedade, a conquista política não é uma trilha retilínea com metas bem claras, em que basta fazer certas instruções que se chega ao resultado final. A política tem percalços, redefinições, adaptações para que até mesmo o ente político mantenha-se vivo no sufrágio universal, quanto mais conquiste aquilo que deseja ao encerramento das suas atividades. Esse caminho pode ser uma dialética, uma tese ou antítese – para fazer síntese -, ou até mesmo pragmatismo, dar um passo atrás, ao ter que fazer algo contra o que é determinado para que não haja problema maior.   Estas são as estratégias para ultimação – estratégia para chegar a um determinado fim. Uma forma de dialética é a [cham...

Nenaz: Neonazistas do Século XXI

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Por: Júlio César Anjos Assim como o comunismo atual é díspar do comunismo soviético de 1917, o Neonazismo de hoje é diferente do Nazismo de Hitler do período anterior à segunda guerra mundial. Entretanto, os Nenaz – abreviação para Neonazistas do Século XXI – defendem-se do rótulo deste viés extremista pela esquiva retórica, estereótipo pitoresco, e a ocultação da própria existência pela primazia da essência sobre a forma.   É por isso que: “Quem espera que o diabo ande pelo mundo com chifres será sempre sua presa” [Schopenhauer]. O perigo Neonazi está crescendo de forma exponencial. É preciso conter este avanço desde já. O comunismo [socialismo] no Brasil é materializado em Socialistas que usam Iphone [Fetiche], Esquerdistas que comem Caviar [Burguesia] e LGBT’s que apoiam ditadores da esquerda que mataram homossexuais no passado [Che Guevara, Lenin, Stalin, e etc]. A explicação para este fenômeno deriva de que o comunismo reformou-se para manter-se vivo nos ditos países ...

Entre Ninjas e Samurais

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Por: Júlio César Anjos Recentemente, houve um quiproquó das forças antagonistas petralhas que exteriorizou desde a política de centro esquerda moderada até a extrema direita radical. Mas, por que brigam? Porque fracassam. E por que fracassam? Porque brigam. Ou: Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? Não importa. O que importa é que talvez não dê para parar de “fracassar”, afinal, as derrotas podem eclodir não pelo erro contínuo, mas porque o adversário é simplesmente “melhor”. Mas dá para parar de brigar. E dentre as querelas pontuais, o que mais intrigou foi a direita “ofender” alguns players da esquerda de ser perfil "fake". Diante de tal ardil, ficou clara, por obviedade, a existência de Ninjas e Samurais na política em geral. O exemplo claro em questão ficou por conta do administrador do canal Ceticismo Político atacado por ser oculto. O Luciano Ayan é perfil fake? Ok, e daí? O PT utiliza-se de “blogueiros sujos” anônimos que p...

O Que Faz o Homem Salivar?

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Por: Júlio César Anjos Que fique bem claro que existe uma diferença abissal entre direitos dos homossexuais e a ditadura gay. Enquanto que os homossexuais sabem que devem viver em harmonia em uma sociedade, em sua maioria, heterossexual; o gayzista quer fazer a modificação da cultura, em que deseja modelar o mundo ao formato uranista. Para isso, deve-se fazer do homem um experimento. E no aspecto "racional", há de compreender as ferramentas utilizadas, a saber: Pavlov; Skinner; e Zajong. Conceitos científicos – deixaram de ser meras hipóteses – que fazem acreditar que a primazia da essência sobre a forma pode ser um mero mecanismo habitual. Você não é você e ponto final. No conceito de Pavlov, o condicionamento se dá entre a ação sensorial mediante uma reação física. Exemplo: O cachorro sente o cheiro de carne e começa a salivar. A mesma coisa do cachorro sentir o cheiro da cadela estar no cio e começar a cruzar. Mas há homossexualismo até entre os cães. Porém, na ...

Impeachment: Explicação sobre a Mudança de Opinião

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Por: Júlio César Anjos Eu era favorável ao impeachment até a segunda grande manifestação ocorrida neste ano de 2015 – a primeira, em 15 de março e a segunda, em 12 de Abril. Na primeira ocasião, tudo parecia convergir realmente na destituição da presidente. Mas, infelizmente, houve uma blindagem geral para tartamudear o avanço do pedido popular; em que no segundo protesto popular, um pouco mais esvaziado, tal ambiguidade provocou desconfiança geral.  Brasil, hoje, claudica triste, em meio a dúvidas no ar. Mas a pá de cal para eu ter mudado de ideia foi algo até menos expressivo, mas que gerou a resposta que estava esperando: desse jeito, o Impeachment não sairá. Uma das coisas que me incomodaram, profundamente, foi a questão do Movimento Brasil Livre (MBL) fazer peregrinação. Aquela estratégia jogou um banho de água fria aos entusiastas, não só no sentido de fracassar no propósito, mas, após não obter êxito, escolher a oposição a quem culpar. Isso gerou mal-estar e ruptura...

O Dia Depois de Amanhã

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Por: Júlio César Anjos Há rumores que, finalmente, a Dilma perderá a faixa presidencial. Se a medida política será por renúncia, impeachment, ou cassação de mandato é outra história. O fato é que a governabilidade da presidente está insustentável. O PT, por causa da traquinagem ocorrida durante esses 12 penosos anos, não possui confiança para manter-se no poder. Diante disso, é iminente que o PMDB, maior partido do congresso - e muleta da base governista, seja o bombeiro dessa fogueira provocada pelo caos governamental.  A Dilma cai, um cacique do PMDB assume. E, então, o que acontecerá no dia seguinte? Essa é a pergunta valiosa que se deve responder. Para o PMDB governar, o partido terá que articular. E fará isso através de ruptura ou coalisão ao partido dos trabalhadores. Se optar pela ruptura, ótimo. Mas se optar pela governabilidade arco-íris, enviará mensagem para o mundo e o sinal interpretado será que, mais uma vez, é o país do faz de conta. Se o PT poderá sair da p...