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Mostrando postagens com o rótulo arquitetura

New Hippie

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Por: Júlio César Anjos   O Brasil hoje vive um mundo invertido no qual os Ucranianos na paulista são patriotas e a torcida organizada Gaviões é defensora da democracia. É o país da piada pronta. Papo de louco ou não, o certo é que deve haver a criação de um novo movimento que seja diametralmente oposto a esses grupos terroristas que se utilizam de bandeira partidária para impor, nas ruas, a ditadura da agressão. E em tempos em que a cultura política se dá tanto pelo patriotismo quanto pela democracia de troca de socos e pontapés, nada melhor do que instituir a contracultura da paz e o amor. É preciso incutir o New Hippie como valor. A pandemia do Coronavirus irá passar. E quando essa atribulação for embora, dará lugar ao novo que irá se apresentar, que será a nova Era de Aquarius que se estabelecerá. Um tempo em que o homem dominará o seu próprio destino, abandonando o determinismo histórico revolucionário em ascensão. Uma era de consciência e iluminação, de ciência...

Elite Entediada

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Por: Júlio César Anjos Sabe o que mais põe medo num lugar como o Brasil? Não são gangues, nem sociedades secretas, muito menos grupos terroristas. O que demanda terror mesmo é a desfaçatez da elite entediada. Porque é desta classe que deriva desde normas de conduta até o reger vivencial de um bairro chique, de uma cidade e até mesmo do país inteiro. Desde a simples inobservância de prudência até o descontrole total, a elite tudo pode; então, o freio deriva mais da educação familiar do que de punição de aparato estatal. Manter a decisão do certo e errado pela conduta individual é extremamente perigoso, dependendo do abastado em questão. É simplesmente surreal. O Rei João, mais conhecido como João Sem Terra, decretou a carta magna, por medida imposta pelos barões, e também o direito ao Habeas Corpus. Tal medida só fora realizada porque o monarca foi tão maroto que ninguém mais o aguentou, tendo que o rei se sujeitar a imposições sociais. Ou seja, tinha o poder soberano, sendo mi...

Mulher arquitetura e homem engenharia

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Por: Júlio César Anjos Dizem que as mulheres são de Vênus e os homens são de Marte. Para mim, homem é engenharia e mulher é arquitetura. As mulheres são exímias em revitalização, na sutileza, e restauração. As ferramentas muito bem servidas no cotidiano das mulheres são os batons, os esmaltes, as maquiagens em geral. São munições utilizadas pelas mulheres para manter a beleza nos detalhes, a sutileza nas imperfeições, e as correções do diferente. A mulher tem, também, o lado maquiavélico, gosta de arquitetar, armar confusão, brigas, de casal, que só na cabeça da mulher há algo que faz sentido. A mulher prima pelos detalhes, sabe diferenciar a suavidade dos tons das cores, a diferença entre os materiais e a harmonia das luzes e sons. Mulheres são bem detalhistas. Já os homens são racionais, levados ao pé da letra, truculentos, grossos como grosso é uma peça mecânica após ser usinada. O homem prima mais pelo funcionamento do objeto do que o detalhe, embelezar é supérfluo, ...

Arquitetura

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Por: Júlio César Anjos A arquitetura moderna que mais me chama a atenção não são os grandes arranha céus que rasgam o cenário longínquo, e tão pouco fico atraído pela exuberância dos vários formatos das edificações elitizadas de qualquer natureza, mas o que realmente me fascina são as calçadas, estacionamentos e grandes pátios, o vazio que preenche o gosto pelo belo. Na arquitetura menos é mais. Uma grande obra arquitetônica deve estar longe das construções próximas uma das outras para que a obra seja admirada, até porque a poluição visual das construções modernas camufla os monumentos que outrora foram vangloriados e passam despercebidos nos dias atuais, nas grandes cidades. Ao avistar um monumento, o que mais me intriga é o espaço no entorno, mas, se tal local não possui um amplo espaço, o resultado é catastrófico, pois um local com ampla área de pátio deve condizer com a magnitude do monumento. A rua XV, o primeiro calçadão do Brasil, é muito bonita e por si só se ...

Shopping

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Por: Júlio César Anjos   Um retângulo de concreto, com várias entradas e saídas, cheio de luzes por dentro e pouca área verde por fora, esse é o sistema arquitetônico de um shopping, nada atrativo se observar friamente, mas muito freqüentado por todas as pessoas. Já citava Jaime Lerner - não nestas mesmas palavras - no livro Acupuntura Urbana sobre o shopping, que se vendarem os olhos de uma pessoa e colocá-la dentro de um shopping, em qualquer cidade do Brasil, o cidadão não saberia em que cidade estaria, pois todos os shoppings são iguais por dentro. A mais pura verdade. O shopping tenta primar pelo conforto. Mas, apesar de toda a instrumentação que o shopping possui por dentro, mesmo assim um shopping não consegue ser confortável. Há poluição sonora, já que são muitas pessoas circulando em um mesmo ambiente e emitindo muito som, o que faz o local ser desapropriado para relaxar. Outro problema é a poluição visual, já que, mesmo o local sendo espaçoso, as disposições das lojas...