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Burocracia: o Cão de Guarda Estatal

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Por: Júlio César Anjos Quando um cão late é porque não quer deixar o estranho entrar. A regra é geralmente essa, não há o que esconder, um cão de guarda sempre latirá contra alguém que é desconhecido. Para o animal de segurança parar com o latido, há a necessidade de conhecimento prévio de tal sujeito, além da assertiva de boa vizinhança do dono do animal. Toda vez que alguém chega perto da casa estatal é a mesma cerimônia, a burocracia faz o latido sem cessar, até alguém atender à portaria ao estranho que se apresenta. Dependendo da situação, o estranho pode entrar ou ser barrado, o que faz ser adentrado é o documento ser diferido porque o sujeito está certo pelas atribuições em que lhe confere. Porém, às vezes há algumas tribulações e o sujeito que pediu atenção da burocracia não pode, por algum motivo, ser inserido em alguma execução. Isso deriva em duas ações: 1) O sujeito dá de ombros, tenta outras vezes de forma legal, sempre escutando o latido a cada visita; 2) Ou...