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Grito Mito para Enganá-lo

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Por: Júlio César Anjos   60% (sessenta por cento) de compradores inadimplentes, crédito escasso, crescimento estagnado, circula pouco dinheiro, efeito multiplicador zero. Grito mito para enganá-lo. 30% (trinta por cento) das empresas inadimplentes, dificuldade em investimentos, escassez de tecnologia, depreciação de maquinário, falta de qualificação profissional, estagnação industrial, projeções desanimadoras para os próximos anos.   Grito mito para enganá-lo. Flexibilização do IBGE, estagnação da vida, dificuldade em fazer o país prosperar, sem oposição para culpar, complexidade em administrar, manipulação de pesquisas. Grito mito para enganá-lo. Dívida pública sobe, estado paternalista cresce, coleira para o povo, cidadão dependente, sem evolução e criação, sem educação. Grito mito para enganá-lo. Poder de compra diminui, desemprego cresce, sonhos morrem, moral cambaleia, ética excludente, promiscuidade em alta, violência reverbera, stress explode, depre...

O Protesto Mais Emblemático de Todos

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Por: Júlio César Anjos Essa manifestação, de 16 de março de 2016 – que foi uma reação popular à chicana de o governo ousar fazer o Lula ministro (um tapa na cara da sociedade, pois o chefe da quadrilha é corrupto) -, foi a mais emblemática de todas as outras passeatas, desde que os protestos começaram a engrossar o coro contra a saída deste governo e regime politico do poder – PT e seus asseclas. O movimento de massa foi emblemático por uma só razão: FOI ESPONTÂNEO. As outras manifestações massificadas tinham similaridades como: organização do evento (organizadores antecipando pequenas normas de segurança e de gestão de pessoas); as datas eram marcadas nos domingos para não atrapalhar a circulação de inter-vivos; também tinham como foco a participação durante a manhã, para evitar confusão (a noite todos os gatos são pardos); os pedidos eram feitos pela formalidade burocrática de liberação para o estado prover segurança e “abertura” de via publica; e também os grupos faziam gra...

Ir às Ruas

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Por: Júlio César Anjos O povo reagiu, foi às ruas, protestou, levantou bandeiras, desopilou a raiva, soltou o grito na garganta, conquistou o alívio por poder ser livre e defenestrar “tudo isso que está aí”. O problema é que ninguém identificou no desespero um alvo específico, ficou parecendo mais um remelexo coletivo, o manifesto que não teve objetivo definido algum. A aclamação popular ficou mais parecida com uma “rave” sem som, e sem sal. Mas a pergunta que fica é: Resolveu alguma coisa? A resposta pode não ser agradável. Se o objetivo era dar uma agulhada de acupuntura, ou seja, emitir uma resposta rápida dos governantes diante da reação, a constatação é positiva. Agora, se foco era melhorar o Brasil, situação a longo prazo, a solução da questão talvez seja um não. Os protestos de imediato causaram o efeito das questões paliativas da política, como os deputados trabalharem do jeito que sempre deveriam labutar, ao aprovarem demandas que o povo estava há tempos esperan...