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Mostrando postagens com o rótulo educação

Banania: O Reino

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Por: Júlio César Anjos Era uma vez um reino chamado Banania. Este território nunca foi imperialista tampouco importante em conquistas globais. Sempre se encontrava isolado e restrito. O seu povoado, embora sem muitas condições materiais que os mantivessem confortáveis, ao menos tinham um tratado de paz de convívio entre os seus cidadãos. Mas tudo isso mudou quando houve a sucessão da coroa, cujo Rei tornou-se Riaj. Riaj inicia um governo ruim e começa a ficar impopular mediante satisfação dos viventes da região. O Sistema Papado Romano dá uma facada no imperador, ao passo que se começa, num período bem próximo, uma pandemia para castigar toda a civilização.     Riaj apela para a feitiçaria. E após criar uma poção que se ativa após falar palavrão, toda aquela população fica a mercê das ações da tirania desde então. Com o caminho aberto pela feitiçaria, os senhores feudais, suseranos, e o clero resolvem trabalhar a serviço do imperador: O Feiticeiro : e...

Trabalhismo Subserviente: Escravidão Moderna

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  Por: Júlio César Anjos O mundo está a mudar pelo aceleracionismo da quarta revolução industrial, em que as relações entre pessoas e mercadorias estão a ser redefinidas diante uma composição de uma “nova” sociedade econômica e civil. É salutar compreender que as mudanças são inevitáveis, e inexoráveis diante a régua história, haja vista que o homem muda a tecnologia e a tecnologia muda o homem. Mas ao compreender que a expressão: “novo” não seja um sinônimo de bem e/ou bom, mas sim de diferente e/ou desconhecido, é compreensível entender que, nas relações trabalhistas, há sim uma possibilidade de involução causada pelo avanço do egoísmo de um capitalismo selvagem que não liga para a própria reputação. E em uma selva sem regulação, os fortes tendem a sobreviver e os fracos a desfalecer. Há, com isso, de tomar cuidado para a escravidão moderna não prevalecer.  Domenico de Masi, em seu livro: “Uma simples revolução”, no artigo chamado: “trabalho remoto” [página 125] ...

Um Orçamento para o Fascismo

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Por: Júlio César Anjos Paulo Guedes já disse que irá salvar a indústria brasileira apesar dos industriários. E vive frequentando a FIESP [federação das indústrias], cujo local tem um pato amarelo como Deus. O presidente da FIESP é Paulo Skaf, que não é um empresário de indústria, está mais para rentista e comerciante de galpões. Paulo Skaf será presidente do Aliança pelo Brasil de São Paulo, quando o partido estiver regularizado. Aliança pelo Brasil, partido este de propriedade do Bolsonaro, cujo é um político muito alinhado com militares. Militar como o Deputado Estadual Castello Branco [que não é fascista, é neoliberal, mas confessou os planos de negociações pela mídia], em que, em um debate num canal local de São Paulo [COM Brasil], disse que Brasil e EUA estão a fazer um acordo multibilionário de negociação militar. E negócio, como sabido, é de duplo sentido: compra e venda. No campo da venda, em que o Brasil pode abrir investimento via BNDES para o empresário ...

Ustra Vive! Vive para Contar se o Nazismo é de Esquerda ou de Direita

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Por: Júlio César Anjos Questão de ENEM: 1)         Leia a citação a seguir: “Olga [Benário] morreu em um campo de concentração Nazista, após ter sido deportada do Brasil, no governo Vargas. Por ironia do destino, sua vida teve fim pela crueldade de um regime tão bárbaro quanto aquele para o qual tanto se dedicou. Viveu para servir à extrema-esquerda e morreu sob o tacão da extrema-direita ”. [Fonte: A Verdade Sufocada, página 48, USTRA] Sabendo que Olga Benário morreu em um campo de concentração sob o tacão da extrema-direita, sendo que ela era da extrema-esquerda [comunista], após ter sido deportada para a Alemanha Nazista, assinale a alternativa correta: A)        Nazismo é de Esquerda; B)        Nazismo é Centrão; C)        Nazismo é de Direita; D)        Nazismo nunca existiu; E)    ...

Nazismo: Questões e Curiosidades

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Por: Júlio César Anjos Algumas curiosidades avulsas sobre o livro Minha Luta - Hitler. Matéria de complemento do que já foi tratado neste blog. Questão Cultural: Hitler, de forma precípua, não odiava os judeus. Ele odiava os marxistas. Porque, na tese deste facínora, o marxismo escancarava as fronteiras do país. Deste modo, os judeus migravam pela facilidade destas fronteiras abertas. Nesta abertura, os judeus, segundo o nazista, traziam tudo quanto que é tipo de profanação para a cultura germânica. Desde trejeito, forma de se vestir e se portar, até a libertinagem sexual que aumentava a prostituição, que, por este modo, fazia a proliferação de sífilis. Para conter esse “mal”, porque todo fascismo começa perseguindo “tarado”, Hitler, então, sugeriu a inserção da “alta cultura”. Mas esta alta cultura só poderia vir dos germanos, pois os outros povos não sabiam criar cultura, ao contrário, até destruíram a “alta cultura” dos arianos.   Questão Política: Hitler, p...

Leprevost: "Já Pode Pedir Voto para a Viúva"

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Por: Júlio César Anjos Ora, ora, vejam onde que o Leprevost foi querer pedir voto: Esse vídeo foi censurado. Mas tem o vídeo do youtube abaixo. Ney Leprevost Pedindo voto em funeral Ney Leprevost é um político totalmente sem noção de moral, de decência, de pudor, de compaixão com o próximo. Tanto é que não respeitou o luto da pobre mãe (família). Olha, eu já vi o ditado: “já pode beijar a viúva”, em alusão de que a mulher está “livre”, pois houve a separação real cristão, no juramento: “até que a morte os separe”. Agora, virar cabo eleitoral de funeral, em que: “já pode pedir voto para a viúva”, é a primeira vez que testemunho isso. Surreal. Ney Leprevost totalmente divorciado da realidade. Sujeito lastimável. Acho que a mãe dele não deu educação.

Maconha: Melhor que Cigarro

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Por: Júlio César Anjos O debate sobre a legalização ou não das drogas está em ebulição. Mesmo todo mundo sabendo que não é causa primordial tal discussão, pois o povo precisa resolver outras ocasiões mais complexas e problemáticas que a primazia do uso livre da droga ou não, o embate está em voga neste momento. E nesse meio termo, surge a execução da maconha ser a bola da vez, ser a substância queridinha do libertário de ocasião. Os defensores da causa, para defender a “erva natural”, comparam produtos de similaridade e a praxeologia em curso. A Cannabis não será igual o cigarro, será melhor, pois maconha, para o principal envolvido no processo, é melhor que tabaco. Primeiro que se compare maconha ao cigarro, como produto similar.  Os dois produtos ferem o princípio do dano, em que a fumaça incomoda terceiros. Os dois provocam, no longo prazo, problemas à saúde, sendo que intoxicam os pulmões e afetam outros fatores ao uso prolongado no individuo viciado. Os dois causam cu...

Quem tem Vaia a Boca Soma

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Por: Júlio César Anjos Quem tem vaia a boca soma. Se não tiver boca, não tem como vaiar. Por isso que uma pessoa para falar sobre má educação, chama outra de bocuda. E o bocudo não tem respeito por nada. Por isso que a falta de educação escancara em uma suposta reivindicação, um protesto oral e barulhento, chamada vaia.  O problema da inexistência de respeito denota que até autoridade majoritária pode ser vitima da macula do desrespeitoso de prontidão. Vaiar a Dilma não foi legal, apesar de que se entende o motivo do protesto, ocasionada na Copa do Mundo, por motivos diversos. A terceira Lei de Newton (O Reaça) explica um pouco a atitude do povo na arquibancada dos estádios, na festa da FIFA. Toda ação gera reação. Quanto mais Dilma tentava atrelar a política com o futebol - assim como Hitler atrelou a olimpíada ao nazismo; e os militares tentaram criar identidade com a seleção -, mais o povo bradou um sonoro não, vaiando toda vez que a presidente vagueava pela comparação....