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Ao meu amigo Barnabé

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Por: Júlio César Anjos Sabe como é, Barnabé, tudo parecia decepção, aconchego no palheiro, triste é o cativeiro, do  sequestro  de um prisioneiro só. Agora, Barnabé, a solução é somente prestigiar a imensidão da noite estrelada. Barnabé... Eu já contei para você que o feno dá muita coceira? Pois é, você já sabia, né? Ah, amigo barnabé! Que triste esse tempo em que ficamos conversando, pois só nos juntamos quando a coisa está ruim. Barnabé escute-me, o outro lado da porteira é tudo besteira, só futilidade e nada mais. Barnabé acredita em mim, o sucesso naquelas bandas é artificial, não é algo contínuo, tem um fim.  Como ousa pensar isso Barnabé? É tudo uma loucura aquele lugar, não tem como se estabelecer de maneira harmoniosa, o caos deflagra a região. Poxa, Barnabé, estou falando para você que são todos esquisitos, estranhos, bem diferentes dos daqui. Barnabé, você quer mesmo trocar o tratamento VIP que o ofereço para tentar a sorte em outro lugar? Não faça...