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Indicadores: A Tempestade Perfeita

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Por: Júlio César Anjos O MPL [Movimento Passe Livre] no afã de dar mais um passo em direção à hegemonia socialista, ao tentar atacar vorazmente o governador tucano Geraldo Alckmin, na inesquecível manifestação de junho de 2013, com a proclamação da frase notória: “não é só pelos 20 centavos”, tal ação saiu do prumo, o feitiço virou contra o feiticeiro, com a esquerda sofrendo várias derrotas acachapantes: Dilma sofre impeachment, Lula é preso e o PT fica com lepra política. O grupo de pressão esquerdista não se atentou à tempestade perfeita que tinha estacionado no país. Queriam uma tormenta, mesmo sabendo que estavam desprotegidos. E o mais engraçado é que o mesmo clima está prestes a condensar, novamente, nesse momento no país. O momento é de indefinição. A gestão Bolsonaro cristaliza-se como um governo engessado nas suas próprias amarras ao prontamente, nas redes da web, gerarem crises sem propósito ou sem noção. Além disso, no mundo real, os números da economia e os ín...

Leprevost: Não é só Pelos 15 Centavos

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Por: Júlio César Anjos Num curso de graduação, alguém pergunta: “Você sabe quem foi Taylor?” E qualquer estudante de Administração, até mesmo no primeiro período, responde de prontidão: “Foi o pai da Administração”. [eu considero o Jules Henri Fayol o “patriarca” da Administração, pois é focado no orgânico; enquanto que Taylor, considerado por convenção o “pai” da administração, foca mais no mecânico. Mas é só birra mesmo] Pois então, não saber isso, sendo diplomado Administrador (Ney não sabia quem era Taylor no último debate), é o mesmo que ser Médico sem saber quem foi Hipócrates - e seu juramento -, tal qual é o absurdo o quanto Leprevost é obtuso diante o curso de Administração. Isso que se considera diplomado. E, diante tais sinais, Leprevost quer reduzir a tarifa de passagem em R$ 0,15 (quinze centavos). Pela regra administrativa racional, não há como fazer esta redução. Mas pela política? Pela manobra, essa demagogia tem um valor imenso sem racionalidade, mas como muita ca...

Cargos Comissionados

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Por: Júlio César Anjos Os cargos comissionados são ocupações que um político usa para atrair pessoas de confiança no projeto político emanado pelo mandato executivo. Todavia, os parentes próximos de tal governante são proibidos de ocupar tais posições, pois nepotismo é ilegal. Diante dessa situação, a maioria dos políticos cruzam os cargos comissionados, o parente de um político trabalha para outro e vice versa. Apesar de o nepotismo cruzado ser muito utilizado, pouco se pode fazer para impedi-lo, pois provar tal situação é difícil. A eleição majoritária está próxima da decisão eleitoral, em que cargos estarão à disposição de governante vencedor na urna. E aí fica a pergunta: E os outros cargos comissionados efetivos? Na teoria, em um mundo perfeito, quando um político perde uma eleição, leva com ele todos os ‘trabalhadores’ que pleiteavam em mesma execução. Outros políticos vencedores utilizam os cargos comissionados para gerar outro grupo de trabalho, com pessoas diferen...