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Mostrando postagens com o rótulo ação

Quanto Mais de Perto Você Olha, Menos Você Vê

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Por: Júlio César Anjos Bolsonaro foi esfaqueado. E todo mundo só está focado em coisas menores como, por exemplo, em saber o porquê de a perfuração não sair sangue (?). Embora o ataque ao Bolsonaro seja algo extremamente preocupante, pois atenta contra a democracia brasileira, o fato é que a ação criminosa é de uma profundidade maior que a facada em si, é questão de narrativa a situações vindouras. Neste sentido, cabe conclusão. O Adélio esfaqueou Bolsonaro para mata-lo? Sim. A operação foi malsucedida? Não. Primeiro, que se alguém quisesse de fato matar Bolsonaro de forma eficaz, usaria um atirador de elite, aplicaria envenenamento, ou atiraria até explosivo para fazer o serviço completo. Diante disso, Adélio preferiu esfaquear Bolsonaro em meio à multidão. Numa operação dessas, Adélio tinha 3 condições na sua ação: 1) Conseguir matar; 2) Conseguir ferir (de morte ou não); 3) Não conseguir nem atingir o alvo.   Mas Adélio queria, com absoluta certeza [e isso o fe...

10+ Filmes, Livros e Músicas

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Por: Júlio César Anjos Blogar um pouco. Breve apanhado de 10+ filmes, livros e músicas deste blogueiro que vos escreve. Os filmes eu detalhei. Já os livros e as músicas só os citei.   Segue: 10 + Filmes:                                                            Clube da Luta - Suspense “Somos uma geração de homens criados por mulheres” É um filme que, no plano de fundo, faz critica ao sistema [capitalista]. A escatologia do filme termina em Destruição. Se o filme fosse feito hoje, seria denunciado como propaganda terrorista. Ainda bem que foi rodado nos anos 90.   O Tyler Durden é uma criação da cabeça do narrador. A Marla também - ela é a sua sizígia (psicologi...

Revoada de Ferreirinhas

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Por: Júlio César Anjos Ferreirinha é uma ave parecida com o pardal, só sabe fazer sujeira e não canta. Também é parecido com a política, pois não serve pra nada. Mas há um Ferreirinha que fez político até ganhar eleição, ao gorjear inverdades na televisão. Aos postulantes do poder que enxergam que tal ato seja bem sucedido, faz promulgar a revoada de Ferreirinhas, a emporcalhar o meio político, para obter quinhão eleitoral. Portanto, até findar a destituição de Dilma, muito Ferreirinha voará por aí. Tomem cuidado; e prestem atenção. São os Ferreirinhas da destruição. Quem não é do Estado do Paraná, ou é uma pessoa muito jovem, talvez não saiba do caso Ferreirinha, que fez o comedor de mamona, vulgo Requião, ganhar a eleição estadual de 1990. Segue o caso: Requião e Martinez disputavam a eleição para governador em 1990. Martinez estava liderando a corrida e seria o vencedor da eleição. Mas na última semana de programa eleitoral gratuito na TV, Requião veio com tal Ferreirinha, ...

A falácia do PSDB ser da “Direita Elitista”

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Por: Júlio César Anjos Diz-se que no Brasil até o passado é incerto. O que é verdade, pois, mesmo com aprendizado através de experiência, parece que as pessoas não se atentam às respostas oriundas de ações. E pelo gracejo da “zona de conforto” ideológico, o conterrâneo acredita na ilusão do PSDB ser de “direita”, de aspecto neoliberal, o vilão do mal, em que o adversário plantou uma caricatura para poder desferir venenos – e golpes - dos mais variados, enquanto que o país foca em responsabilizar a oposição, a nação cai em degradação por desviar a atenção quanto ao verdadeiro inimigo do país, o governo da situação (coalizão). Para muitos, o PSDB é elite – ou governa para os abastados -, o que é um absurdo tremendo. O PSDB governa para todos, pois é democrático. Falar até papagaio fala. Repetir consoantes por não ter personalidade, ou porque há menos desgaste por buscar a verdade é bastante cômodo a acreditar em até mesmo no PT. A mentira é a vitamina do partido dos trabalhadore...

Zé Processo

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Por: Júlio César Anjos A alcunha do sujeito era Zé Processo. A Criatura caricata parecia um humanoide, com o perfil singular e trejeito único. Zangado, o moço não levava desaforo pra casa, levava para o foro, ou um fórum mais próximo. Era brigão e falastrão, mas só se pronunciava no momento certo. A reputação do litigante foi lapidada pelo bom desempenho em execução, sujeito manhoso, fazia até tinhoso rezar para São João. Qualquer movimentação fora do prumo, de cidadão opositor, Zé Processo não deixava o caso barato, gastava o que pudesse às custas, para viver a custa do agressor ou do próprio Estado. Ofendeu? Calúnia e difamação no aparato. Agrediu? Processo Civil e Criminal no ofensor. Fez qualquer coisa fora do contexto? Havia na letra fria da lei a amparar de qualquer delito cometido ou refeito. Se tiver uma pendenga com o Zé, não tem jeito, se encontrará em um tribunal aleatório. A primeira questão o sujeito não esquece, parece que foi sobre divergências com o troco...

Ciclo da Atitude

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Por: Júlio César Anjos Certa vez, ao voltar de uma congregação festiva qualquer, à noite, após algumas doses etílicas em consumo, viu-se de longe uma briga entre casais, que estavam em vias de fato na via esburacada. O amigo dos enamorados foi proativo na ocasião, ao enxergar toda a situação, resolveu defender a menina, que estava aos gritos contra o namorado, berros de quem brigava com ou sem razão.  Eis que a moça de grosso trato esquiva-se e responde o separador de brigas ao falar face a face que não precisava de ajuda e nem de defesa de ninguém, por isso a lição foi aprendida, o que mostra a verdade do ditado popular: Briga entre marido e mulher, ninguém mete a colher. Já, outra vez, houve uma briga entre dois homens na rua, sopapos e pontapés de todos os lados, briga de pessoas ferozes decidindo um problema na força. Eis que ninguém mexeu um dedo se quer para apartar a briga. Os sádicos gostavam de ver a sangria ocasionada pela luta, e os outros transeuntes, embo...

O Uniforme do Ratinho JR

Por: Júlio César Anjos Assim começa o texto, com uma música martelando na cabeça dos indecisos: “Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito, vai preso pro quartel”. O que são os uniformes se não a unidade do vestir? Pois bem, Ratinho Junior quer vestir crianças do colégio com “uniforme de graça”, a intenção é muito boa (de boa intenção o inferno está cheio, diz o pensador), mas o que fica é a sensação de uma base estrutural oca, como se ao invés de fazer uma parede de concreto, utiliza-se de gesso para maquiar a moradia. Muitas indagações divagam em conceitos, perguntas dos sujeitos, pois o eleitor quer saber mesmo a verdade. Primeiro que “uniforme grátis”, assim como o almoço grátis, não existe. Alguém pagará pelos uniformes, lastreados pelos impostos (tudo que é imposto não é democrático), que: ou serão aumentadas as contribuições (aumento de IPTU e ISS); ou tal recurso tenderá a uma transposição, tirando imposto de uma área para colocar em outra; ou o recu...