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Temer e as Verves Políticas

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Por: Júlio César Anjos Já está definido: a Dilma não vira o semestre. Neste sentido, a disputa eleitoral do impeachment é como se fosse daquele político líder nas pesquisas eleitorais, concorrendo um pleito em que o oponente é fraquíssimo, na qual só um milagre poderia reverter vitória na urna. Portanto, Temer é o presidente do Brasil. Por isso que já articula estratégia e ações para governabilidade, começando a caçar nomes de peso para fazer um bom mandato, mesmo sendo de uma gestão temporária. Diante disso, a oposição sinaliza que somente apoiará o governo do PMDB informalmente; enquanto que o Brasil fica em “stand-by” por causa das dúvidas e indefinições. O futuro presidente fará um governo Sarney ou Itamar? O fato é que o Temer tentará fazer o mais difícil, um governo com identidade, chamado plano Temer. Só não se sabe se irá funcionar. A caneta da Dilma já não tem mais tinta. A ex-presidente em atividade já deve até mesmo começar a limpar as gavetas, pois a saída, nesse m...

O Tratado de Westfália Político

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Por: Júlio César Anjos Na guerra dos trinta anos, ocasionado por viés ideológico religioso, além de amparo de impérios querendo obter poder, o fim deste conflito gerou um acordo justo e reconhecido, nomeado como o tratado de Westfália, que tinha o seguinte argumento: “Quando um Estado já poderoso pretende engrandecerem-se, todos os outros, mesmo os menores, devem sentir-se ameaçados e reunir suas forças contra ele, a fim de lhe fazer contrapeso". Todo mundo acha que a democracia é uma balança, com peso e contrapeso. Não é. Democracia sempre foi, é, e será regra de maioria. Portanto, há a possibilidade em haver um crescimento desproporcional para um lado de poder, mesmo dentro de um regime emanado por um povo, pois pode ocorrer alguma disfunção devido à alienação de uma comunidade corrompida por um monopólio de pensar. Por isso que, para manter a democracia, há a necessidade de equilibrar as forças, para tornar tal ferramenta sadia para toda a população, ao escolher muda...

O Pré-Sal

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Por: Júlio César Anjos O PT vai se utilizar, mais uma vez, da privatização. O partido que há pouco tempo exorcizava tal iniciativa austera, econômica e racional, agora, vendo o circo pegar fogo e a crise se instalar ao âmbito nacional, deixa a hipocrisia guardada no estoque porque infelizmente é o certo a fazer. Há discussões sobre o como fazer, se a partilha é o melhor sistema de privatização de outras, ou se há alternativas para impedir tal negociação. O fato é que o sistema exauriu, seja pela incompetência vermelha ou pelo método rudimentar sacramentado desde a época de Vargas, o fato é que estatismo nunca dá certo, nunca é bem-sucedido.  Mas a principal pergunta que permeia toda rodada de negociação é única: O pré-sal existe?  Para responder a pergunta, há a necessidade de comparação com outro produto similar, a fim de deixar mais lúdica a defesa de que o pré-sal não existe de fato. Agora, Imagine senhores, para critério de comparação, um turismo lunar. A lua ex...