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O Verdadeiro Mecanismo: Milícia x PCC

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Por: Júlio César Anjos O tráfico de drogas no mundo está longe de acabar. Porque este comércio é impulsionado pela demanda, não pela oferta, o usuário puxa o mercado [negro] de consumo deste produto em questão.   Se não há como acabar com o comércio de drogas, o que resta então é saber como a sociedade [você] e o Estado abordam esta conceituação. Há, com certeza, países que não possuem o menor pudor e fazem das drogas item até de exportação. Mas a ampla maioria dos países do globo, ao menos, possui o pudor de fingir que o comércio de tráfico de drogas nas suas limítrofes não existe. E um dos países que omitem esta realidade é o Brasil, óbvio. Quanto à sociedade [você], a menos que o individuo seja adepto a minoria extremista da direita ANCAP [Anarcocapitalista], a maioria da população é contra a liberação, por exemplo, de pedra de crack em gôndola de supermercado. Ou pacotinho de cocaína ao lado das balas no caixa do mercado. Até esteticamente isso é bizarro. Poré...

Notas Sobre Aquele Outro Combustível Precioso

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Por: Júlio César Anjos Enquanto que: por um lado o mundo anda muito distraído com a disputa ‘democrática’ no qual os EUA embatem contra a Venezuela - que na verdade é uma fachada para o real interesse americano, que é busca pelo combustível mais barato vindo da área venezuelana -; por outro, há uma modulação gigante na transação sobre aquele outro combustível precioso, mais importante que o derivado do fóssil, que está a fazer duas potências unirem-se em acordo de negociação ao pararem até uma guerra comercial: a comida – a que faz funcionar o corpo humano. Neste sentido, China faz recentemente acordo com os EUA sobre transação de soja, o Brasil – celeiro do mundo - toma balão no setor de agronegócio, o fazendeiro americano congratula-se em: “make america great again”, e o dragão chinês fica contente em ter feito um acordo que cessa temporariamente até mesmo uma guerra comercial. O problema é que essa é uma visão bem bobinha a respeito dos reais interesses que estão por trás d...

Capitalismo de Farelo

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Por: Júlio César Anjos Há debates no território brasileiro para saber se o Brasil é capitalista, desenvolvimentista ou socialista. Há certa confusão, é claro. Porque para os liberaloides, a nação é socialista; para os Socialistas de Iphone a pátria é totalmente capitalista; e para os sensatos o Brasil sempre foi desenvolvimentista. Mas há distorções quanto à percepção do desenvolvimentismo porque sempre houve no Brasil uma espécie de capitalismo de farelo; assunto que será abordado neste momento. No Brasil há uma espécie de capitalismo de farelo [que vive de migalha]. Enquanto que no banquete do desenvolvimentista poucas megaempresas saciam dos grandes montantes de recursos públicos [na fusão Empresa x Estado], há uma pequena anarquia em microempresas ou indivíduos informais que vivem deste farelo, atividades que prestam trabalhos após o início da banda de estímulo econômico vindo do Estado. Para melhor compreensão, é preciso fazer exemplificação. Segue: O governo do PT q...

Dá Bilhão? Ou: Porque o Liberalismo é Quase Inútil na Eleição

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Por: Júlio César Anjos Toda eleição para executivo, seja ele no âmbito municipal, estadual ou federal tem o mesmo conteúdo e formato de apresentação: 1) promoção do próprio candidato; 2) exibição de polêmicas de adversário; 3) divulgação de coisas grátis [que não são grátis] de montão. É só verificar este fato em qualquer programa partidário com grande minutagem no horário eleitoral gratuito [que também não é gratuito]. Este formato é desenvolvido porque o político só oferta o que o povo demanda, ou seja, tudo o que é criado em uma programação eleitoral é feita pelo próprio interesse do eleitorado. Até porque político nenhum oferta aquilo que o povo não quer. É por isso que desde o debate técnico do “dá bilhão?” do Ciro Gomes ao refutar o Rodrigo Constantino até o tal “coisas grátis” do “saúdeeducação” de debate popular, no programa de televisão, tais situações escorraçam as ideias liberais do programa eleitoral. Marketing ganha eleição: 2 minutos de coisas grátis  Exem...

Lei dos Migrantes – Cenário Amplo

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Por: Júlio César Anjos Recentemente foi aprovada na câmara a “lei dos migrantes”, que nada mais é que direito dos imigrantes, projeto de lei que visa dar direito aos estrangeiros que já estão no país e também aos futuros residentes do território nacional. A autoria legislativa vem do Aloysio Nunes, mais conhecido como “motorista do Marighella”, em que tal deputado federal não é o mais bonito dos tucanos, nem o mais inteligente, muito menos o mais político. Mas é o político ideal para o Presidente Temer fazer as relações internacionais com o mundo. Então, até o “pior” dos tucanos tem o seu valor. Quanto aos imigrantes, tal situação é estratégica, pois há vários tópicos positivos e, infelizmente, negativos que se gerará ao deixar as fronteiras à revelia, ao dispor de qualquer um. Mas esta pode ser uma solução temporal. Qual é o grande motivo para o incentivo para imigrarem para o Brasil? A resposta é simples: Tirar o país da crise econômica por aumento rápido e forçoso populacio...

A Economia Puxa x Empurra Comunista

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Por: Júlio César Anjos Para o comunista com ânsia em economia planificada, oferta e demanda não vale nada, só o que há de senso é que um órgão central tem o poder de fazer mágica com a tal ideologia supostamente elevada.   Diante desta monta, o intelectual de esquerda, ao ter que fazer remodelagem da causa, ao invés de mostrar de fato a estratégia, camufla o plano para que não se perceba o que está em curso, moldando também o como estruturar a economia. Por isso que aparece, deste modo, o sistema econômico Puxa e Empurra Comunista, que asfixia as duas pontas da economia, ao controlar oferta e demanda de mercado. O socialista, então, acreditando na crença e no estudo monopolizado de Marx e Gramsci, faz o Brasil (e o bolivarianismo) ser regido pelos embasamentos fracassados, confirmados por praxeologias históricas, nos empirismos dos movimentos comunistas que levaram milhões de pessoas à morte porque modificaram de forma atrapalhada a organização do mercado.  Sorra...

Inflação

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Por: Júlio César Anjos A inflação, coeteris paribus, é aumento da oferta monetária, fiduciária, no mercado doméstico. É dinheiro impresso sem lastro. É cédula sem valor real em execução. Diante disso, quanto mais o governo jorra moeda na economia, os reajustes dos preços vão se aclimatando, até o ponto de tudo parecer mais caro do que outrora, perdendo o parâmetro de valor entre mercadorias e produtos, por causa do descontrole cambial. O dinheiro novo circula antes na elite, para só depois descer às "castas inferiores". Isso gera desarranjo e as consequências estouram no aumento desordenado dos produtos de primeira necessidade, afetando os menos abastados de um país atormentado pelo problema inflacionário. Mas há outras consequências inflacionárias perante somente o aumento de moeda no mercado. Há também inflação em relação à paridade cambial, e também em relação à oferta e demanda de produtos no mercado. Nas duas situações, o agravo pode ser ocorrido pelo desarranjo...

E[co(no)mico]

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Por: Júlio César Anjos O termo econômico desmembrado cria dois outros substratos que registram bem a real essência desta área do “saber”, pois o estudo econômico, hoje, se não é cômico, é mico. Esta área especifica perdeu o critério, o real valor na sociedade brasileira, sendo mais um módulo qualquer, que se apresenta também somente como mais um cursinho caça níquel nas universidades do país. O curso e a profissão, na era PT, perdeu status, padrão.   O Brasil, na era do regime militar, sofria do problema de hiperinflação que judiava do povo em geral, por causa da falta de organização e controle econômico que estourava na celeuma social. Jovens preocupados com o futuro da nação buscavam, incessantemente, cursos de Ciências Econômicas para contribuir à sociedade, com o aprendizado sendo um cursor a melhorar a condição do país. Profissionais como Gustavo Franco e Armínio Fraga fizeram o plano real, que cerceou a destruição que a inflação imputava ao povo, tornando o controle ...