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Mostrando postagens com o rótulo conjuntura

O Dia Depois de Amanhã

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Por: Júlio César Anjos Há rumores que, finalmente, a Dilma perderá a faixa presidencial. Se a medida política será por renúncia, impeachment, ou cassação de mandato é outra história. O fato é que a governabilidade da presidente está insustentável. O PT, por causa da traquinagem ocorrida durante esses 12 penosos anos, não possui confiança para manter-se no poder. Diante disso, é iminente que o PMDB, maior partido do congresso - e muleta da base governista, seja o bombeiro dessa fogueira provocada pelo caos governamental.  A Dilma cai, um cacique do PMDB assume. E, então, o que acontecerá no dia seguinte? Essa é a pergunta valiosa que se deve responder. Para o PMDB governar, o partido terá que articular. E fará isso através de ruptura ou coalisão ao partido dos trabalhadores. Se optar pela ruptura, ótimo. Mas se optar pela governabilidade arco-íris, enviará mensagem para o mundo e o sinal interpretado será que, mais uma vez, é o país do faz de conta. Se o PT poderá sair da p...

Pseudo nem-nem

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Por: Júlio César Anjos O que se discute hoje em dia é a percepção do crescimento da dita “geração nem-nem”. Geração nem-nem, para quem não sabe, é o conceito que se dá para jovem da atualidade que nem estuda e nem trabalha. E “pseudo” significa algo que finge ser o que não é. Porém, a tautologia se dá mais por uma fatia da sociedade que se enquadra nos termos (o nem-nem), com os jovens sendo maioria, enquanto que há no Brasil uma totalidade problemática de pseudo nem-nem, que não estudam e não trabalham de forma ampliada. Um engravatado vai à TV e diz: “Falta mão de obra qualificada no Brasil”. E o assistente responde de prontidão: “Mas o Brasil está cheio de Universitário desempregado”.  O problema, que ninguém enxerga, é que a expressão “falta mão de obra qualificada” é um eufemismo para críticas severas, que, se proferidas, fariam o especialista, que foi na mídia, virar alvo das pessoas que não suportam escutar a verdade: que brasileiro é improdutivo, não gosta de estud...

A Conjuntura dos Protestos II

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Por: Júlio César Anjos A manifestação de Sete de Setembro de 2013 teve a destinação óbvia, só não enxerga quem não quer, o resultado seria realmente o fracasso de qualquer jeito. Os esforços dos idealizadores de boa fé foram em vão, os sinais do insucesso estava forte, o problema é que tais indivíduos se negam a compreender tal simbologia ou preferem ignorar o aspecto do protesto, o que deriva em apenas boa vontade, sem resultado, com a materialização da escassez popular. A primeira falha da organização foi fazer o levante da comoção popular em um feriado que caiu no fim de semana. O brasileiro é preguiçoso e quer matar serviço sempre e sempre, então a data perfeita deveria ser em dia de semana, em horário de expediente. Outro problema da mesma jurisdição é fazer do protesto algo chinfrim, em articular em curto prazo, só dois meses após um protesto mostro ser realizado, tornou-se banal a reivindicação em todos os sentidos.   Outro aspecto de relevância é que...

Ir às Ruas

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Por: Júlio César Anjos O povo reagiu, foi às ruas, protestou, levantou bandeiras, desopilou a raiva, soltou o grito na garganta, conquistou o alívio por poder ser livre e defenestrar “tudo isso que está aí”. O problema é que ninguém identificou no desespero um alvo específico, ficou parecendo mais um remelexo coletivo, o manifesto que não teve objetivo definido algum. A aclamação popular ficou mais parecida com uma “rave” sem som, e sem sal. Mas a pergunta que fica é: Resolveu alguma coisa? A resposta pode não ser agradável. Se o objetivo era dar uma agulhada de acupuntura, ou seja, emitir uma resposta rápida dos governantes diante da reação, a constatação é positiva. Agora, se foco era melhorar o Brasil, situação a longo prazo, a solução da questão talvez seja um não. Os protestos de imediato causaram o efeito das questões paliativas da política, como os deputados trabalharem do jeito que sempre deveriam labutar, ao aprovarem demandas que o povo estava há tempos esperan...

Mais Perdido que Judeu na Diáspora

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Por: Julio César Anjos Nome da peça: Não é pelos 20 centavos Cena 1 – Ato 1 - Mais Perdido que Judeu na Diáspora Elenco (Personagem): Maria Antonieta Rousseff – Como a desentendida (Brioche Plebiscito) Luís XIV Inácio da Silva – “O Estado Sou Eu” (Acredita ser soberano) Maria Stuart Dirceu – Escondida pela rainha (Por 19 anos, será?) Gleisy Calígula – Chefe de Estado (Se faz de bobinha) Paulo Bernardo Incítatus - Subordinado da chefe (é mandado por quem se faz de bobinha) Michel Brutus Temer – “Até tu, Brutus?” Marina Silva Lutero – Clero Jacobinos vermelhos – PSTU, PCdoB, PSOL (Saques, pilhagens e caos social) Mídia – Massacre de Boston (1770) – Exagero, Hipérbole. Polícia – Pirro (Vence, mas não leva) Congresso – Filípicas (discursos e mais discursos) Apartidários x Vermelhos – Noite de São Bartolomeu - Paulista com a Augusta (vermelhos correm dos apartidários no protesto) Teatro de apresentação – Big Brothe...