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Política Brasileira: Caminho Fácil e Fórmula Mágica

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Por: Júlio César Anjos Este texto não tem como objetivo ser pessimista, somente ser realista; o artigo possui observações de situações nacionais que demonstram o Brasil real. É por isso que a realidade obriga a colocar a bola no chão para refletir e repensar sobre decisões. Porque a fantasia esperançosa da democracia faz o povo acreditar em devaneios diversos, tão oníricos que parece algo até pueril.   É preciso entender que na política não há caminho fácil nem fórmula mágica, a fábula do “mito” é inexistente, por isso que este que vos escreve cita: “não iremos mais longe do que somos: brasileiros”. É óbvio que o brasileiro pode sonhar. Desde que sonhe em cima de lógicas realizáveis. Achar que o simples ato de votar e eleger um “mito” mudará tudo é algo que beira o ingênuo [e também ao ridículo]. Porque o Brasil não vai além das suas limitações históricas que já cimentam alguns padrões que determinam o que se pode esperar do seu futuro. Por isso que o brasileiro deve sonha...

Eleição 2018: Iluminados; Ideias Coletivas; e Botas

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Por: Júlio César Anjos Falta um ano para a eleição presidencial de 2018 e a pergunta que fica é: O impeachment valeu a pena? Respondendo curto e grosso: Politicamente, infelizmente não [no campo econômico, sim. Mas isso aí é voo de galinha]. Porque, parafraseando a ex-presidente Dilma, “dobrou a meta” do populismo nacional.  Pois, se antes, em todo o moroso e cansativo processo da destituição, ao ouvir o pulsar das ruas, as cabeças pensantes deste país queriam não só o fim da corrupção, mas também a remoção da ameaça totalitária como objetivo-fim, então, saber que os líderes de pesquisas de intenção de voto, neste momento, constituem-se como dois “mitos” autoritários é algo assustador. Todavia, revelador ao mesmo tempo. O Brasileiro comporta-se do mesmo modo que países que já desdenharam a democracia: idolatrando iluminados, insuflando ideias coletivas e angariando botas (exercito). Perigoso. O impeachment da Dilma gerou um vácuo de poder político que tem tudo para ser pre...

O Ataque dos Extremistas Contra o Centrismo

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Por: Júlio César Anjos Na política há os posicionamentos que indicam o viés ideológico de cada partido, bandeira ou agremiação, sendo esta convenção mais ou menos enérgica dependendo da discussão. Diante tais premissas, existem, portanto, de forma simplista e simplória, para critério de definição ilustrativa, a extrema-direita, o centro, e a extrema-esquerda, que defendem seus pontos de vista e suas concepções. Estas cosmovisões mais divergem do que convergem, pois as convicções são até mesmo inexoráveis e isso faz com que os debates fiquem troncados e que não sejam satisfatórios a todos que estejam a argumentar em determinador assunto. Porém, o centrista é mais flexível que os demais, que são relutantes em vários pontos em questão. Neste caso, e se os extremistas, que são inflexíveis, juntam-se para atacar o centro, o que isso significa? Significa que vem problema por aí. É preciso atenção. Os Players estabelecidos na política hoje são: a extrema-direita: Olavo de Carvalho e ...

O Caminho do Meio

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Por: Júlio César Anjos Há um comportamento no futebol sabido por muita gente, no qual time que tem torcida muito saudosista é porque não está levantando taça na atualidade. Pois, tem que recorrer ao antigo para refrescar o presente. O que é evidente. E isso constitui que lembrar o passado, seja estudando história ou trazendo em voga situações dos tempos que não voltam mais, é a coisa mais normal feita pela civilização. É apreciar o que a humanidade já fez de bom – e de ruim – em agraciar com os dias atuais, mas sempre olhando o porvir que está a emergir. Todavia, na política, individuo qualquer achar que conseguirá resgatar o passado nos mesmos moldes para a contemporaneidade, ou somente viver no pretérito achando que o antigo é fenomenal – como fora perfeitamente explicada tal condição no filme meia-noite em Paris, de Woody Allen –, é excentricidade que beira à loucura. O que foi transcorrido não volta mais! Ainda bem. Diante tal infortúnio, há um ensinamento budista que expr...

Legião das Mães Solteiras

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Por: Júlio César Anjos Nas remontas de organização social plotada em vila qualquer, sempre aparece muito bem acalentada a família, o lar, a civilidade e o viver em comum. E das semelhanças, a perversidade é concluir racionalmente que a família mudou de status, de padrão. O que até então aparecia homem como o tutor supremo de uma residência, agora a exclusão masculina do apelo familiar deriva de uma falta à incongruência de uma sociedade que amputou a tradicionalidade de maneira fugaz e até mesmo ardil. O formato conceitual de família de outrora se modela em outro contorno do igual, como se agora o padrão fosse não ter o sexo masculino no âmbito familiar. Nessa mudança legalzinha, "Cult" e "Cool" do finado homem no status de líder da morada, o fato é que hoje o raro é ver abraçado namorado com namorada. Não é regra – e também é somente uma opinião de um agente de pressão desconhecido -, mas as mulheres querem o homem que não existe e o homem não quer a mul...

Aos Blogueiros sujos

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Por: Júlio César Anjos Fragmentos da inutilidade, unidos apóiam o banal. Utilizam-se somente do que convém, destoando o provimento da verdade. Apara do objeto, escultor das palavras espúrias, lapida da realidade intrínseca somente o formato que a enxerga. Não triunfa e, por isso, o fracasso determina e fascina como bom grado. É cúmplice de um mesmo serviço que nunca fornece. É um recalcado. Escriba maneta de caráter, assim surge o malfeitor das palavras. Como um replicador de “achismos”, sem cores no tinteiro da seriedade, fica invisível a concretização dos fatos pela pena branca da verdade. Endossa somente dissabores, agressões e destruição, não cabendo a beleza do sabor, do amor, e da construção. Com a animosidade de um bárbaro, baba de raiva o veneno que escorrega na carranca dos desvalidos de inteligência, sapiência e/ou iluminismo. Defensores do santo grau do bolso, os tiranos focam-se apenas em defender a carteira, nem que tal esforço crie problemas em todos os se...

Empreendedorismo: Os 3C’s do Negócio

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Por: Júlio César Anjos Estava navegando na internet, esses dias, e deparei com a história do “Mágico de Oz”, uma temática que conta a estória de uma menininha que desejava sair do mundo enfeitiçado, com o objetivo de voltar à cidade natal. Não entrarei em detalhes, presumo que todos saibam a estória de Oz. O que me intrigou no conto foi o empreendedorismo da Dorothy, pois a menina tinha qualidades que a fizeram obter sucesso no caminho trilhado, habilidades como coração (o motor da empreitada), coragem e cérebro (conhecimento), atributos que o espantalho, o homem de lata, e o Leão não tinham. Dorothy tinha o coração limpo, tão puro que facilmente fazia amizades, e também possuía o coração de se expor em algo que poderia não dar certo, a positividade de uma alma pura. A protagonista também tinha coragem, pois aceitava desafios e não tinha medo do diferente, já que não ficava assustada nem mesmo com um espantalho falante. E, por fim, a menina tinha cérebro, conhecimento e in...