Postagens

Mostrando postagens com o rótulo pessoas

Nacionalismo Tribal? Nem Pensar!

Imagem
Por: Júlio César Anjos A pandemia do Conavirus está a gerar uma crise econômica maior do que as vistas no período de 29, tempos de guerras e em momentos de tensões da guerra fria. Em miúdos, este vírus está a gerar a pior recessão da era contemporânea. Como a única forma de mitigar esta doença se dá pelo isolamento social, essa ação pode causar impacto no capitalismo e o seu sistema global, o que indica, caso o vírus não suma espontaneamente ou não se encontre uma vacina, em até uma mudança do modo de vida do mundo de forma total. E com isso, seria necessário aplicar o nacionalismo tribal: fechamento total de fronteiras para impedir livre circulação de pessoas e, também, de mercadorias. Essa nova configuração social mundial seria algo bom ou ruim para o Brasil? Seria péssimo. Há de embasar sobre isso.  Primeiro, que num nacionalismo tribal, de fechamento total das nações sob a égide dos próprios interesses dos seus países, o primeiro país a sumir do mapa seria a Suíça. ...

A Gaiola de Trump e o Utilitarismo Consequencialista

Imagem
Por: Júlio César Anjos Que fique bem claro sobre este episódio das crianças engaioladas: Trump não é totalmente culpado por esse transtorno social causado porque só está sendo populista e cumprindo o que prometeu em campanha. Culpado é uma parcela do povo americano em ter esse tipo de comportamento. Se o povo não referendasse tal atitude, Trump não ousaria fazer essa ação, pois seria impopular e sepultaria o próprio governante, bem como o seu partido em questão. Porque o problema do presidente norte-americano é o fator de natureza utilitária. E é sobre isso que o artigo irá se embasar. Antes de tudo que se faça um adendo sobre esta lei que faz separar o filho do pai imigrante ilegal. Essa lei foi feita pelos Democratas [apesar de que essa lei fora aprovada por causa da pressão social do americano em geral para que se façam essas atitudes, ou seja, o povo fez os democratas errarem]. Mas, em todo caso, vale ressaltar, a pensar neste seguinte exemplo. Segue: Suponha que no último...

Sobre a Manifestação 26 de Março de 2017

Imagem
Por: Júlio César Anjos Os movimentos de rua fizeram manifestações em várias cidades do Brasil, com diversas exigências até mesmo excêntricas, como, por exemplo, o pedido pelo fim do desarmamento. Pelas pautas ruins, algumas bandeiras chegam a ser até impopulares (Reforma da Previdência), dá até para dizer que a manifestação foi de certa forma um sucesso. Agora, o número reduzido de participantes também evidenciou outro resultado: A massa não irá ser manobrada como manada por qualquer tipo de pauta, como se o povo aceitasse tudo de prontidão. Essa é a principal lição desta manifestação anêmica ocorrida neste domingo, dia 26 de março de 2017. Muita gente irá dizer que as manifestações foram um fracasso, diante do número reduzido de pessoas nas manifestações. Até a paulista hoje “decepcionou”.  O fato é que, pela quantidade, o protesto não convenceu. Mas essa manifestação é só um ensaio que poderá gerar outras grandes manifestações, pelo “efeito Doppler dos protestos” [artigo...

Apenas um toque

Imagem
Por: Júlio César Anjos Um professor resolveu fazer um teste dentre os alunos da turma em que leciona. Utilizou-se de métodos para explicar sobre os conhecimentos, através de dinâmica em grupo. A avaliação seria um argumento para o resultado de raciocínio lógico, pois quem conseguisse revelar a atividade poderia ser considerado acima da média. Iniciou, enfim, a demonstração. O professor, ao dar aula à noite, pegou uma caixa cheia de bolinhas brancas e colocou em cima da mesa. Pediu para que 5 voluntários se manifestassem com o teste, para que a desafio pudesse ser iniciado. Separou 5 bolinhas e pintou-as, com pincel, com um material incolor e sem cheiro (nem mesmo pigmento para revelá-las), 5 (cinco) bolinhas dentre as tantas que estavam na caixa. E lançou o desafio: O desafio era simples, bastava achar de 1 bolinha a 5, não importa, dentro das 5 escolhidas (pinceladas), somente com o toque de um dedo. O professor virou a caixa e todas as bolinhas ficaram espalhadas...

A Influência Ensandecida

Imagem
Por: Júlio César Anjos Acorda no banco da praça, fricciona o rosto, estica os braços e olho para o horizonte.  Dimas pensa como chegou ali, mas esquece do passado e o futuro acena, dá oi, e flerta para novas aventuras. Com o traje do corpo, poucas roupas emboladas em uma mochila, o sujeito caricato caminha pela cidadezinha interiorana, a fim de fazer procuras, está na hora da busca e apreensão daquilo que a ele pertence. Procura um estelionatário. A cidadezinha é pacata, pequena, e uniforme, sem sujeira nem come-e-dorme, apenas pessoas vivendo de forma sutil, como se fosse uma pintura viva de Van Gogh. De turvo somente as mãos, inchadas, e, às vezes, as chuvas que contribuem para hostilizar a suavidade da cidadela normalmente inalterada. Os moradores são dóceis, parecem bichinhos de estimação de madame. Poucos falam, muitos fazem, colaboram uns com os outros, pois se conhecem desde que existem. O ambiente bucólico da região contrasta com o vivencial do viajante, bem c...

A Arrogância

Imagem
Por: Júlio César anjos O arrogante não escuta, enxerga, fala ou aprende com ninguém que esteja abaixo de um possível nível de mensuração que o arrogante determina pela sistema de medida universal chamada ignorância. É uma questão de imaturidade muito grande àqueles que são soberbos e perdem a oportunidade de conhecer o diferente. O nariz empinado, para cima, impede os olhos enxergarem para baixo, a menos que faça esforço para que isso aconteça (impossível empinar o nariz e olhar o pé). Então, cuidado arrogante caso seja um anão social, por exemplo, porque sua arrogância enxergará somente o quê está acima de você. E, às vezes, quem é está a cima de você, por ter uma estatura social maior, também não lhe enxerga, pois também tem um nariz arrebitado para cima, o que torna um sofrimento do mesmo problema, tomando do mesmo veneno da arrogância que outrora proporcionou a outrem. O arrogante tem que ser grande socialmente, altura suficiente para que não sofra constrangimento, e ...

Pessoas

Imagem
Por: Júlio César Anjos Ao esperar o ônibus para voltar para a casa, aproveito o tempo ocioso para observar pessoas que estão em minha volta, diferenças rotineiras que estão a todo instante ocorrendo, embora ninguém perceba pelo fato de utilizarem a viseira social. As pessoas estão muito individualistas, tão intrínsecas e intangíveis que nada retira a concentração hipnótica do próprio ego. Na primeira semana de observação plena, com a retirada da viseira social, vejo um sujeito bem vestido, limpo, rosto saudável e boa educação pedir-me um trocado, uma esmola. Fico intrigado, pensativo, ofereço pouca consideração e dinheiro, forneço poucos trocados e nenhuma possibilidade de humanização ao sujeito. Cada um com os seus problemas... Na segunda semana não vejo muitas coisas além do básico: alunos sem pretensão nenhuma sobre o tempo, achando que não é escasso, e gastando horas entre conversas juvenis; homem de idade avançada com dificuldade para andar; uma mulher de meia idade c...