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Mostrando postagens com o rótulo ideologia

Emendas Parlamentares

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Por: Júlio César Anjos   Reagir politicamente de forma açodada, sem fazer análise política, é burrice.   No dia 04 de Novembro de 2021, o congresso aprovou a PEC dos precatórios e o Auxílio Brasil. Esta matéria, polêmica, só foi aprovada porque o Arthur Lira, junto com o Bolsonaro, liberaram emendas – jocosamente chamado de orçamento secreto, a fim de destinar verba para o parlamentar votar a favor deste projeto em troca de envio de recursos para a sua região.   Em tradução populista e simplória: compra de voto parlamentar para poder governar. Agora, a pergunta que vale muito na política: tal artifício é pragmático ou imoral? O que é realmente imoral: sabotar a sua própria região porque tem que ser leal à ideologia [uma pessoa ou um partido] ou não ter ideologia e com isso beneficiar a sua região? A emenda é uma espécie de acupuntura orçamentaria, cujo parlamentar retira erário da esfera federal para alocar, direto na veia, recurso para as regiões em que o pol...

Carluxo Uber x Bolo Gay: Incoerência & Contradição

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Por: Júlio César Anjos Recentemente, o Carlos Bolsonaro, vulgo Carluxo, teve o seu atendimento pelo Uber negado porque o motorista do aplicativo não queria atender um “bolsominion” [ilustração abaixo]. É ruim sofrer preconceito, né Carluxo? Neste sentido, algo similar aconteceu em 2018, nos Estados Unidos, com um casal gay que teve o seu atendimento, a uma confeitaria, negado por causa da orientação sexual dos enamorados [figura abaixo]. A visão da corte norte-americana que prosperou teve como lógica que a empresa tem o direito de negar atendimento porque isso roga ao direito de propriedade privada. Todavia, o motorista do Uber que negou atendimento ao Carluxo está errado; o confeiteiro que negou atendimento ao casal gay está errado; e a corte norte-americana errou ao dar ganho de causa para a confeitaria. E agora vocês, leitores, vão saber o porquê. Antes de tudo, deve-se saber se a empresa constituída é de propósito de público geral ou público...

Mulheres: Voto Útil e o “Eles Não”

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Por: Júlio César Anjos Parece que a movimentação eleitoral está, neste momento [segunda semana de setembro de 2018], pendendo para o voto útil. Há também uma divisão bem escancarada de uma espécie de guerra dos sexos, em que a maioria do eleitorado masculino pende para um candidato, enquanto que a maioria do eleitorado feminino pende para não deixar o candidato considerado machista vencer a eleição. Com o machismo e a falta de respeito em ascensão, mulheres unem-se para reagirem a este mal, ao buscarem os seus direitos na sociedade, pois, estão realmente fazendo a coisa certa. Buscar direitos não é problema nenhum, é solução. Mas quando se vota pensando em bandeira [de movimento, ideológica, e política], saiba que não se pode cair em contradição. E é aí que está o perigo. Este blog, então, mostrará o caminho das pedras para que vocês, mulheres, não acometam de incoerência e não percam este poder que conseguiram pelo motivo torpe de terem sido vítimas de manipulações e/ou por i...

Os Dias são/estão Assim

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Por: Júlio César Anjos Com a nova supersérie da Rede Globo que remonta os acontecimentos na época da ditadura de regime militar, o que consta é uma dúvida na discussão politica: “Os dias eram assim” ou “os dias não eram assim”? Algumas situações da história nem o revisionismo são capazes de mudar. Mas o mais interessante neste entrevero todo é que as digressões do debate estão a desnudar as ferramentas que a extrema-direita está utilizando, no “info wars” (guerra de informação), como o uso da engenharia reversa , para criar uma “ falsa memória ”, com o intuito de estabelecer a pós-verdade sobre os acontecimentos na ditadura militar. Porque, na era da comunicação de massa, os dias são/estão assim. Primeiro, a engenharia reversa. A engenharia reversa é o ato de desmontar um mecanismo e remontá-lo sem o uso de instruções de montagem. Tal técnica serve para ver o funcionamento do objeto de maneira intuitiva. Então, faz-se a sua desconstrução para depois reconstruí-lo. Lembrando q...

Leprevost: Escolha o seu Preferido

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Por: Júlio César Anjos Com o Leprevost é assim: Pagou, levou. Sem intermediário nem frescura. Sem convicção nem ideologia. Apenas business, negócios do ramo político e afins. Por isso que quer governar “para todos”, mostrando a bússola quebrada de um candidato perdido em campanha. Alguém poderia orientá-lo, por favor? É uma Pollyanna com testosterona; é um Pangloss roliço. Mas quem o paga exige que ele faça ao menos uma atuação convincente neste palco eleitoral. Afinal, a corrida pela cadeira da prefeitura não é brincadeira e também tampouco é de graça. Por isso que fazer de Ney um boneco é fundamental. Neste momento, Leprevost atende pela Matrioska da Aristocracia Curitiboca. Licenciou-se em ser Marionete da Máfia do Pedágio para atender algo mais local, que é o sequestro da cadeira da prefeitura. E se deixar o menino voar, ir longe, por que não (?), pode virar até o Cavalo de Troia da esquerda, no âmbito mais global (seja nacional ou internacional). Como Matrioska,...

Das Legendas, Das Bandeiras e Das Ideologias

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Por: Júlio César Anjos Assim como o governo sempre confunde o que é do estado, do governo e do partido, fazendo uma maçaroca política sem igual, muita gente também confunde legenda, bandeira, e ideologia, achando que é tudo a mesma coisa, é tudo igual. Não é. Por isso que tal ardil merece explicação. Então, diante resoluções elucidativas, que se saiba o que é legenda (com implicação direta na urna), bandeira e ideologia na política em geral. Das Legendas (e as implicações nas Urnas): Primeiro, que se defina o que é legenda. Legenda, em um verbete de dicionário, é uma minúscula informação no rodapé de uma ilustração, um gráfico, uma foto e etc. Se o leitor entender que a legenda é secundária à informação, quem vos escreve já ficaria satisfeito. Portanto, legenda, tanto em um gráfico quanto na política, é irrelevante; enquanto que o político é essencial.  Legenda política é a representação numérica de um partido. E só. Por isso que se for analisar desde a “redemocra...