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Não Morreu Porque Não Viveu. Nunca Existiu!

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Por: Júlio César Anjos É um belo dia ensolarado de finados, uma família vai visitar os entes queridos. A filhinha de 10 anos, sem saber direito o que está fazendo, anda toda saltitante, mesmo estando presa ao caminhar de mãos dadas com a sua progenitora. A criança desprende-se da tutora e corre no meio do campo esverdeado, entre as lápides espalhadas no cemitério. Ao ver uma laje abandonada, com o mato crescendo em sua volta, ela lê uma mensagem no mínimo inusitada. Grita pela mãe. A sua tutora atende a filha de prontidão, e, chegando perto do jazigo, lê o seguinte epitáfio como descrição: “Não morreu porque não viveu. Nunca existiu!”. A mãe ficou curiosa. E foi ver, na secretária do cemitério, quem seria o tal sujeito. Chegando à administração, pede informação da lápide abandonada. Eis que o atendente diz: Ele se chama:....”. *** “Rodrigo, amor da minha vida, você ainda vai me amar quando eu ficar toda enrugadinha feito um maracujá?”, disse Isabella, logo após receber...

O Jazigo

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Por: Júlio César Anjos No imenso verde da paz, um lugar bonito ilustrava a beleza da natureza, com os raios do sol acariciando o retângulo gramíneo, um cemitério qualquer da cidade, o endereço dos mortos, um menino anda entre os túmulos, um ente distante acabara de falecer. Diz-se que neste dia o menino inocente, lá pelos seus 9 ou 10 anos de idade, peregrinava pelo perímetro do campo santo, testemunhando muitas idas, partidas de entes queridos que transitaram pela terra. Começou a olhar os túmulos, com os seus números em série, informações adicionais e padrões que visavam identificar cada localidade do domicílio dos falecidos. Ao constatar um padrão, o menino começou a ler as lápides: - Menino: Jazigo Fonseca, Jazigo Garcia, Jazigo Lima..... Jazigo Rodriguez..... E foi lendo até o fim. Ao acabar, viu aquela monstruosidade de túmulos e todos os lugares organizados em linha, como metragem padrão de casa popular. Olhou para um lado, olhou para o outro e, enqua...