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Técnica de Enquadramento

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Por: Júlio César Anjos Uma das técnicas de enquadramento mais bem-sucedidas no mundo foi a da substituição do Stalin pelo Nikita Kruschev no poder da URSS. O Nikita Kruschev, inventado pela KGB, denunciou todos os crimes hediondos do Stalin, para que o líder soviético Nikita se passasse por bom moço no ocidente e, com isso, o comunismo passasse a ser aceito sob outra plumagem nos países democráticos. A técnica consiste em literalmente destruir o líder que está no poder, mas colocando um substituto que seja do seu controle no lugar. Observando a movimentação que acontece no Brasil, a nomenklatura Tupiniquim está fritando o Lula para colocar no lugar o "limpinho" do Bolsonaro, um suposto comunista que foi poupado e escondido pela elite brasileira. Assim como Nikita Kruschev, o Bolsonaro também não pára de denunciar os comunistas pelos malfeitos, ao enganar os desavisados e conseguir o poder, mantendo a elite confortável pela provável substituição da técnica de enqu...

Noviexata

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Por: Júlio César Anjos Pergunta-se: 0x3=3? (Zero vezes três é igual a três?) A "presidenta" insiste em fazer uma “Noviexata”, assim como a novilingua, para deturpar os fatos, a fim de safar-se de cobranças e lembranças sobre a pífia gestão do PT. Remodelando números, além de torturar dados estatísticos para confessar o que a “gerenta” deseja, Dilma traz consigo a "nova exatas” como método infalível para empulhação, embuste para vencer eleição.  O mundo inteiro sabe que a Dilma sofre para fechar uma linha de raciocínio, quanto mais três racionalidades em uma única sabatina. Mas entre ter dificuldades racionais e mentir sobre situações para fugir de delongas, há um vácuo enorme que deve ser desmistificado. Para critério de exemplo, a indagação: Uma pessoa que não se lembra de dados recentes do governo pode lembrar-se de ocorridos há mais de 12 anos? Certamente que não. A suspeita, portanto, ampara a falta de confiança em Dilma, por proferir devaneio a esmo, sem cr...

Desconfiar

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Por: Júlio César Anjos Não serei mais um conselheiro Aires a somente concordar com monarquistas e republicanos, pontualmente discordarei e concordarei de todos, de tudo, pois há verdades em várias proposições. Chilique é coisa de quem não tem o que fazer e aceitar diferenças faz parte da democracia, que só é parecida com demagogia na rima, nada mais. O gracejo de amparar até mesmo o que não concorda fascina de bom grado a beleza da pluralidade, que como uma amizade, possui laços fraternais. Agora serei uma atalaia do destino, proponho-me a atentar em várias questões, esperto sobre as ações, criminoso não terá vida fácil em ações praticar. A câmera de segurança só filma a ação, mas não consegue captar a sofreguidão, de stress talvez... Noto que parecerei mais com uma fofoqueira que abre a janela somente para opinar sobre reações. Nas questões subjetivas é que se encontra a essência, personificação da iminência, o que a câmera não vê a constatação sente. Ser desconfiado vir...

O Contrato do Diabo

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Por: Júlio César Anjos Um contrato é um termo ajustado entre as partes, a fim de formalizar acordos entre os interessados no processo do negócio. Dentro de tal documento existem os termos, as garantias, os prazos, os detalhes, tudo que esteja de acordo com um regulamento superior, seja por instrumentos legais, ou infralegais. O acordo com o diabo é simples: A alma em troca de uma melhora na vida. As arestas contratuais se aparam pela aceitação da negociação, bem como do cumprimento do fornecimento do serviço a prestar. Dentro dessa atividade, os órgãos reguladores são as divindades que se omitem ao acordo, pois não fazem parte de negociatas imorais. Vender a alma para o diabo é imoral, mas é legal, pelo aspecto sobrenatural. Nos termos gerais constam os prazos, que vão de bom gozo do vendedor da alma até o fim da vida, o que faz ser vitalício. A garantia se dá através da execução da escolha de melhoria feita pelo mortal, diante da troca da alma. E os termos são algumas exi...

Outras causas sobre o aborto de anencéfalos

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Por: Júlio César Anjos     A proposta desse texto não é utilizar da religião para defender a vida, tão pouco utilizar-se de subterfúgios constitucionais, que dão garantias a vida pelas cláusulas pétreas. O objetivo dessas poucas linhas é defender a vida pela razão, a ciência pela ciência. Os racionais cheios de verdade omitiram a questão financeira e de evolução da própria ciência na questão, ou de fato não sabem para que fim resulte tal decisão abortiva. É notório saber que a ciência tenta buscar a solução dos problemas, aprimora técnicas e tenta melhorar o bem estar social. Cortar pela raiz o incômodo da anencefalia finda também investimentos na área de ciência e tecnologia, como forma de buscar a solução para tal medida. Até porque se a solução é abortar a missão, porque gastar vela boa com defunto ruim? A ciência agora não só chora pela falta de incentivo monetário, como também sofrerá com negativas de incentivos sociais, já que a própria sociedade, que acato...