Ciclo da Atitude
Por: Júlio César Anjos Certa vez, ao voltar de uma congregação festiva qualquer, à noite, após algumas doses etílicas em consumo, viu-se de longe uma briga entre casais, que estavam em vias de fato na via esburacada. O amigo dos enamorados foi proativo na ocasião, ao enxergar toda a situação, resolveu defender a menina, que estava aos gritos contra o namorado, berros de quem brigava com ou sem razão. Eis que a moça de grosso trato esquiva-se e responde o separador de brigas ao falar face a face que não precisava de ajuda e nem de defesa de ninguém, por isso a lição foi aprendida, o que mostra a verdade do ditado popular: Briga entre marido e mulher, ninguém mete a colher. Já, outra vez, houve uma briga entre dois homens na rua, sopapos e pontapés de todos os lados, briga de pessoas ferozes decidindo um problema na força. Eis que ninguém mexeu um dedo se quer para apartar a briga. Os sádicos gostavam de ver a sangria ocasionada pela luta, e os outros transeuntes, embo...