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Os Pilares da Sociedade de George Grosz e os Sistemas de Ontem e de Hoje

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Por: Júlio César Anjos O Sistema - ou como preferir: “O Mecanismo” - tem as suas bases de sustentação sem as quais seriam impossíveis de se manterem em pé. Ele existe, rege a sua vida e faz articulações nos bastidores para que a massa não se dê conta da existência desta manipulação. O Sistema é como um fantasma obsessor que controla o povo sem que essa população consiga enxergar tal domínio. E sobre esta elite, houve no período entreguerras um gênio da arte que enxergou tais composições com maestria, ao contemplar os pilares da sociedade em tela. Seu nome é George Grosz. O que ele pintou ontem na Alemanha nazista é a fotografia do mesmo modelo de poder que é encontrado hoje, no Brasil, com a forma um pouco modificada, mas com essência sendo igual. Em 1926, no mesmo ano em que foi publicada a autobiografia do Hitler [Mein Kampf], George Grosz pintou o que chamou de “Os Pilares da Sociedade” [figura no fim do texto]. Segundo o artista, os pilares são compostos por tais agentes: ...

Porque Sou Contra a Intervenção desta Natureza do Exército no Rio de Janeiro

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Por: Júlio César Anjos A intervenção do Exército no Rio de Janeiro só serve para fazer propaganda de que o governante está trabalhando e ajudar a fomentar o aumento de corrupção. Na corrupção, estabelece-se que, na lei orçamentária, um dos poucos casos em que se é capaz de retirar recursos do erário sem prestação de contas -- seja por meio de dispositivos como licitação, empenho, prestação de contas para TCU ou aprovação de Ministério Público, e etc. -- se dá no caso de calamidade, seja ela natural ou social, em que o executivo tem que tomar providência célere para evitar e/ou acabar com o caos social. E, como já é sabido no Brasil, de cada montante de dinheiro para realizar um serviço, um percentual é desviado para corrupção. Se por outros meios fiscalizatórios já há corrupção, imagina no caso em que o dinheiro é destinado à revelia, em que ninguém vigia, dinheiro de fácil circulação. Vale lembrar que o exército não gere este recurso, apenas executa o serviço. Portant...

Eleição 2018: Iluminados; Ideias Coletivas; e Botas

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Por: Júlio César Anjos Falta um ano para a eleição presidencial de 2018 e a pergunta que fica é: O impeachment valeu a pena? Respondendo curto e grosso: Politicamente, infelizmente não [no campo econômico, sim. Mas isso aí é voo de galinha]. Porque, parafraseando a ex-presidente Dilma, “dobrou a meta” do populismo nacional.  Pois, se antes, em todo o moroso e cansativo processo da destituição, ao ouvir o pulsar das ruas, as cabeças pensantes deste país queriam não só o fim da corrupção, mas também a remoção da ameaça totalitária como objetivo-fim, então, saber que os líderes de pesquisas de intenção de voto, neste momento, constituem-se como dois “mitos” autoritários é algo assustador. Todavia, revelador ao mesmo tempo. O Brasileiro comporta-se do mesmo modo que países que já desdenharam a democracia: idolatrando iluminados, insuflando ideias coletivas e angariando botas (exercito). Perigoso. O impeachment da Dilma gerou um vácuo de poder político que tem tudo para ser pre...

Não Passarão!

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Por: Júlio César Anjos A correspondente petralha, que tem a estrela de cinco pontas na lapela, que faz cosplay de jornalista, a tal da Cristiana Lobo, está em uma melancolia profunda, além de uma comoção absurda em torno do partido do petrolão. A militante de microfone deu a dizer que o PT não largará o osso facilmente, como se todo mundo não soubesse disso. Lógico que não entregará o jogo, pois o partido não é democrático, tampouco honesto, é uma sofisticada organização criminosa no poder. Sendo assim, a correspondente da ORCRIM lançou chantagem pela TV, dizendo que o congresso terá que resolver a artilharia que o PT acometer. Na boca da Cristiana Lobo saiu a resolução de que o PT está disposto a jogar no colo do congresso o debate de novas eleições. Já os outros idiotas úteis do partidão revelam que o governo quer desde estado de defesa a até estado de sitio, em que planejam golpe até mesmo pela forma bruta. É um partido sórdido mesmo esse PT. Enfim, que se volte ao estado...

Resumo do Livro o Príncipe - Maquiavel

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Por: Júlio César Anjos Resumo do Livro o Príncipe - Maquiavel, por Júlio César Anjos CAPÍTULO I - DE QUANTAS ESPÉCIES SÃO OS PRINCIPADOS E DE QUE MODO SÃO ADQUIRIDOS.  Todos os estados e governos que tiveram autoridades sobre os homens foram ou são principados ou repúblicas. Os principados são: ou hereditários, quando seu sangue senhorial é nobre; ou novos. Os novos são embrionários ou como membros acrescidos ao estado hereditário, em que o príncipe adquire. Esses domínios estão acostumados ou a submeter um príncipe ou ser livres, sendo adquiridas com tropas próprias ou de outrem, bem como pela virtude ou pela fortuna. CAPITULO II – DOS PRINCIPADOS HEREDITÁRIOS O príncipe natural tem menos razões e motivos para ofender, onde se conclui que é mais bem quisto que outros príncipes. CAPÍTULO III – DOS PRINCIPADOS MISTOS Nos principados novos, o príncipe é colocado no poder por causa da situação ruim no presente e a esperança de um bom futuro,...