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Pobre Andando de Avião

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Por: Júlio César Anjos Antes de tudo, cabe a ressalva de que “pobre hoje em dia anda de avião”. Mito grotesco, uma mentira insuflada, que denota a perversidade do ser perante os demais. Há situações, nos grotões distantes do país, em que nas favelas as pessoas, há anos, não saem da circunvizinhança nem mesmo para ir ao centro da cidade, quiçá sair para viajar por aí. O bem pobrezinho mesmo só se atenta para as necessidades fisiológicas mesmo, não cabendo exceções. Mas, deixando de lado tal observação, o foco do artigo é desnudar o mito de que o governo faz até pobre andar de avião. Até porque, quem faz classe média viajar de avião é a companhia de aviação. Havia um tempo que ninguém conseguia andar mais depressa, por terra, do que a velocidade incutida do próprio cavalo montado, com tração animal, que tinha um limitante quanto ao tempo entre baldeações. O capitalista, através da revolução industrial, criou a Maria fumaça, que, além de comportar mais gente, tinha velocidade, no...

Pseudo nem-nem

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Por: Júlio César Anjos O que se discute hoje em dia é a percepção do crescimento da dita “geração nem-nem”. Geração nem-nem, para quem não sabe, é o conceito que se dá para jovem da atualidade que nem estuda e nem trabalha. E “pseudo” significa algo que finge ser o que não é. Porém, a tautologia se dá mais por uma fatia da sociedade que se enquadra nos termos (o nem-nem), com os jovens sendo maioria, enquanto que há no Brasil uma totalidade problemática de pseudo nem-nem, que não estudam e não trabalham de forma ampliada. Um engravatado vai à TV e diz: “Falta mão de obra qualificada no Brasil”. E o assistente responde de prontidão: “Mas o Brasil está cheio de Universitário desempregado”.  O problema, que ninguém enxerga, é que a expressão “falta mão de obra qualificada” é um eufemismo para críticas severas, que, se proferidas, fariam o especialista, que foi na mídia, virar alvo das pessoas que não suportam escutar a verdade: que brasileiro é improdutivo, não gosta de estud...

Por que Marx Ainda Vive?

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Por: Júlio César Anjos Para responder essa pergunta, aos moldes do preceito brasileiro, há a necessidade de averiguar o contexto de fato histórico e social. A navegar ao passado, os comportamentos sociais trilham às respostas de forma clara, límpida, e faz todos entenderem de forma racional porque Marx (o conceito) ainda vive, no Brasil. Não há ponto sem nó e toda a conclusão do hoje se articula pelas ações do passado, o que o Brasil é agora determina sobre o que foi ontem. O Brasil é o resultado de meandros conjunturais e de inter-relações pessoais, igual como todas as outras nações do planeta, a única diferença é que o país está atrasado por uma ideologia rudimentar.  Na mesma época em que Marx acabara de finalizar o Livro o Capital, o Brasil tinha há pouco implantado a lei dos sexagenários (liberdade condicional aos negros), mostrando a disparidade em evolução. Sabe-se de antemão que naquela época não existia essa forma de se alastrar uma visão de pensamento, as coisa...

Passos Largos para o Comunismo

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Por: Júlio César Anjos O comunismo não é mais uma ameaça no Brasil, a doutrina ideológica já está escancarada pela nudez dos fatos, ao projetar todas as normas e acepções que tal pensamento coaduna, as medidas em exercício põe para funcionar a máquina Estatal em provimento de tal medida. Se o comunismo é bom ou ruim é outra história, a síntese é que o Brasil, realmente, experimentará o comunismo daqui pra frente. Assim como na economia existe a oferta e demanda de mercadorias, na política a demanda dos eleitores escancara o que os políticos têm a oferecer. Político que vai contra tal lei exigida pelo povo tende a perder eleições, então não dá para fazer ilações contra a massa popular.  A maioria dos candidatos é da esquerda justamente porque levantaram bandeiras que o povo quer ouvir, essa é a verdade nua e crua, o Brasil, portanto, pelas conjecturas mostradas, está concretizado ao ideário marxista. Para critério de análise, veja só as diferenças de fins objetivos que...

O surfe na onda vulcânica

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Por: Júlio César Anjos     O bom é surfar na crista da onda da maré, divertir-se ao movimentar-se na água, a fim de utilizar o poder da natureza a favor do surfista; Outra coisa é surfar no magma do vulcão, ao entrar em erupção, a pessoa não tem o que fazer, então, antes de morrer, brinca um pouco na crista do fervor. Guido Mantega, ao gerar a erupção da economia, brincará um pouco na crista do magma para satisfazer-se antes de findar de vez o país. O ministro da fazenda, Guido Mantega, resolveu fazer medidas que, talvez, abaixarão os preços dos imóveis. Entre as regras constam desonerações e outras conversinhas que só estatista gosta de escutar.  Mas, caso não tenha sido instituída a novilíngua (mecanismo para duplipensar – no livro 1984, de George Orwell), o fato é que estímulo como tais tenderiam a impulsionar o consumo e não ao contrário. Joga-se a contento a informação em mídia paga, cria uma expectativa especulativa do mercado e induz a 2 (dois) resultad...

A escolha do único caminho: O Fim

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Por: Júlio César Anjos A patacoada do PT materializa-se como um feixe de luz e, em curto período de tempo, o relinche vem a reboque. Assim como o relâmpago precede a luz (em uma trovoada qualquer), os erros do partido do governo precedem à justificativa (por causa da materialização da crise). A desculpa, o relato da situação, não pode ser aprimorada, pois, como se sabe, o PT fala para o povo. Como a sociedade brasileira é composta por 75% de analfabetos funcionais, falar bonito soaria mais como um falso engodo do que uma explicação plausível da situação. O governo, para tal medida, justifica-se pela mediocridade aceita por toda a comunidade, pois é menos dolorosa, a curto prazo, a mentira confortável à verdade esclarecedora. Sendo assim, a economia do país segue a pulos de canguru à Estagflação (Estagnação econômica com inflação acentuada). O governo, nos últimos meses, criou vários programas, medidas para tentar melhorar a situação do enfermo país. Mas o remédio é ínfimo a...

Casa no campo?

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Por: Júlio César Anjos Ao passear em um parque de cidade grande, o conforto faz lumiar os pensamentos da natureza, explodem as sensações do meio ambiente, aspirações de quem flerta com o eco sistema padrão. E nesse cenário, uma pessoa qualquer começa a cantarolar: - “Eu quero uma casa no campo/Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé/Onde eu possa plantar meus amigos/Meus discos e livros e nada mais”. Não vale a pena entrar no detalhe que a Elis quer plantar os amigos – a plantinha inocente e a maconha -, o que importa no contexto é a humilde residência. A cantarola de parque quer uma casa no campo. Será? Primeiro, que casa no campo, sítio, chácara e afins possuem restrições ambientais, pois, assim como o cidadão proprietário gosta da natureza, outras pessoas tratam de resguardar o que sobra, já que o verde tem por obrigação predominar o meio. IBAMA, ONGs, pessoas eco chatas não deixam o dono da terra nem mesmo fazer modificações estéticas em determinadas situações, o que frustr...

Gleisi ama Curitiba e odeia o resto do Paraná

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Por: Júlio César Anjos Após 13 dias corridos, do mês de Outubro de 2011, a patota petralha levanta barraca para fazer mais um showzinho pirotécnico sobre algo que deveria ser obrigação, mas fazem como se fosse uma benevolência, destinar recursos para Curitiba, uma das capitais que mais arrecadam impostos para o sistema petralha, o absolutismo presidencialista. O circo festejou o metrô para Curitiba, com recurso vindo a fundo perdido (grana direta vindo do executivo federal), uma grande monta de 1 bilhão de reais para melhorar o transporte da cidade, com a alcunha de PAC da mobilidade. Uma pessoa distraída entenderia que viria então mais recursos para o Paraná todo, sendo que há lei orçamentária de recursos e a verba a “fundo perdido” seria um complemento, correto? Errado. O orçamento da união per capta para o estado do Paraná¹ só não foi pior que São Paulo. E isso não é a má noticia, pois a informação ruim fica por conta que o Rio Grande do Sul, estado parecido com o Para...

Os movimentos sociais são os pelegos do atual governo

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Por: Júlio César Anjos O sindicato, a UNE e outros movimentos sociais estão em tempo de paz com o governo, mesmo que algumas medidas políticas estejam indo contra os interesses dos setores que deveriam defender as vontades da sociedade, sendo negligenciada por tais instituições. A paz reina entre os sindicatos e a união, mesmo o governo exigindo um salário que não corrige a inflação, até porque faz parte do ideal político que não enche a barriga do trabalhador e muito menos faz o país prosperar. Esses ideais são tão surreais que até um dos autores deste levante deixou claro que não passa de um socialismo utópico. Já que o indivíduo não consegue prosperar, então encontra conforto em desestimular conterrâneos através de um pensamento retrógrado. A UNE não protesta mais e os estudantes devem estar contentes em responder questões sobre movimentos de vôlei, o equilíbrio através da qualidade medíocre. Ou então estão felizes em ver que o sistema educacional está cada vez pior at...