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Feudo da China

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Por: Júlio César Anjos O Brasil está em crise. O país enfrenta um grave colapso social e financeiro, com destruições que tendem contaminar até mesmo as futuras gerações. Diante do caos, há o desespero em curso, além de provimento de brecha para implantar a ideologia vermelha, pois a carência da população é enorme – não percebendo nem mesmo que o inimigo é justamente aquele que momentaneamente o “afaga”. Diante disso, o Brasil, hoje, virou Feudo Chinês. Só foi a China abanar notinhas de "doletas" para os políticos, e mostrar complacência a idiotas úteis, que a notícia fez a "todos" regozijarem pela ajuda extraordinária, ao abaixar a calcinha e se entregar à “virilidade da raça amarela”. Eunucos, os representantes do povo brasileiro caem na falsa condição de que o melhor para o Brasil é a Eurásia, fazendo parte do fluxo econômico Frankenstein chamado BRICS. Nesse bloco econômico, a única semelhança entre os entes associados é a falta de democracia, o desenvol...

A Terceirização da Atividade-Fim

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Por: Júlio César Anjos O que está em debate, neste instante no congresso, é a votação da flexibilização do trabalho, dito como a lei da terceirização. Tal medida institucionaliza a possibilidade do empregador fazer terceirização até mesmo da atividade-fim, com o objetivo de dinamizar a empresa e o mercado de trabalho.  O documento será aprovado com certeza, e isso não é uma profecia, porque essa mudança é questão de sobrevivência do que resta de economia brasileira, sendo esse artificio mais uma medida a ser tomada pelos congressistas, para convencer empresários que se pode continuar a produzir no país. Mas há outras estratégias em ação. Quem está fazendo Lobby para aprovar essa medida? Certamente são os empresários. Pois, se não aprovar a atividade-fim, será o fim das atividades no país. As empresas vão fechar. Simples assim. Porque o problema agora é estrutural e também conjuntural. Estrutural porque só existe “direito” e pouco “dever” na legislatura do Brasil, além da p...

BNDES: Não é só pelos 4%

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Por: Júlio César Anjos Os liberais insistem em dizer que os empresários buscam o BNDES por causa do crédito barato, com juro abaixo da inflação, como se somente essa benesse fosse decisória para os players fazerem o capitalismo de estado. A verdade é mais sombria que parece e não é só pelo crédito fácil que há tal simbiose econômica. E o governo jura que deixa essa taxa de juros baixa para “incentivar” o mercado, via desenvolvimentismo. Mas a verdade é que os objetivos e interesses são diferentes, com um cabo de guerra ocultado pela política. Rodrigo Constantino, certa vez, argumentou que toda a torcida do Corinthians e do Flamengo gostaria de captar empréstimo do BNDES com juros baixos, dando a entender que somente esse artifício seja um agente estimulante para obter recursos a investir. Para os mortais brasileiros só esse condicionante é um propulsor para buscar credito de forma inconsequente. Afinal, o brasileiro médio não tem poupança, ás vezes nem nome limpo na praça, ent...