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Política Brasileira – Museu de Grandes Novidades

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Por: Júlio César Anjos Cazuza, em sua música intitulada: “O tempo não Para”, parafraseando Santayana, cantou os seguintes versos: “Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades, o tempo não para”, em que, realmente, se olhar a política nacional, o sujeito com mais de 30 anos de idade não deveria ser manobrado, mas a idiotice estampa como marca e mostra que o brasileiro não conhece a própria história – nem mesmo a recente -, e por isso está condenado a repeti-la. Neste caso, as equivalências são evidentes: Mensalão como Lava-Jato, Lula como Bolsonaro e mídia sendo mídia, além de instituições e eleitores equivocados [Bom, eu tenho mais de 30 e vou dizer o que vi e vejo neste blog, bem aqui mesmo]. Estão prontos para lerem o que o brasileiro recentemente já vivenciou? Siga o ritmo e o fluxo. Muitos Brasileiros recordam pela lembrança do historiador Marco Antônio Villa que o presidente FHC (Fernando Henrique Cardoso), quando a crise do mensalão estourou...

O Oligopólio Brasileiro de Carne – Implicações Gerais

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Por: Júlio César Anjos A decisão de comer e/ou abater carne não é um critério necessariamente de caráter individualista, mas de aspecto coletivo, pois tal rotina vem abarcada desde o costume de um povoado até aquilo que se faz legal. Saciar de carne passa pelo crivo de lei doutrinária, lei jurídica, estratégia comercial, lógica comportamental e até aspectos de agravo de saúde populacional. Portanto, como aprendizado, é salutar saber que com comida não se brinca. Quanto mais a carne em específico, que é um alimento de teor até mesmo religioso e sentimental. Por isso que o oligopólio brasileiro de proteína animal foi além do imaginável ao manipular a carne no aspecto desde introduzir papelão até inserir substância cancerígena no produto para burlar o mercado; tal atitude, infelizmente, terá como resultado uma pena severa e sem igual. A ceia que consta no título do livro Assim falava Zaratustra, uma sátira zombeteira da Santa Ceia de Jesus Cristo, tinha vinho no lugar de água e c...

João Arruda em: Comum e Natural

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Por: Júlio César Anjos Sobre o escândalo da Friboi, na operação deflagrada "Carne Fraca" pela polícia federal, para o vice-presidente do PMDB nacional João Arruda, também conhecido como sobrinho do Requião - nepotista de carteirinha -, é comum e natural as empesas irem ao gabinete do PMDB para fazerem acordos de fornecimento de carne cancerígena até mesmo para merenda escolar. Fornecer carne cancerígena em merenda, em troca de conchavo político, é comum e natural. A confissão está no site: O Antagonista. Só para constar: Requião = Friboi.

Super Egg Contra o Dragão da Inflação

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Por: Júlio César Anjos Eis que para conter o vilão da inflação, o governo chama o Super Egg para travar luta contra o dragão que faz aumentar preço de gondola do supermercado, por causa da falta de oferta do produto ou abundancia de impressão de cédula monetária. Se a carne pressiona a inflação, então que o povo coma ovo, pois é a solução do fracasso, resolução simplória de um mecanismo complexo, mostrando que o governo está desnorteado e não consegue pensar em outras opções, desnudando o desespero da possível volta da bagunça econômica em concepção. Por isso o Super Egg é a solução! Primeiro que ovo é nutritivo. Faz parte do cardápio de comida balanceada, contendo vitaminas e nutrientes. Portanto, o ovo tem o seu valor. O problema não está no subproduto originado pela galinha, mas a sensação de perda de direito, de ganho real, ao ter que, por obrigação estatal, não poder comer carne porque o soldo não confere tal assertiva.  Todo mundo quer comer uma carninha de vez em qu...

Petrifica

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Por: Júlio César Anjos A carne leva pauladas até que a pele vira carapaça. De tanto resistir aos golpes, objeto qualquer não mais ultrapassa a grossura do couro. A casca cria resistência durante certo período a contento. Dói, dói, dói.... Normal... Não dói mais. Cicatrizou! Agora aguenta a batidas com facilidade, habitualidade do normal. Rígido, e escamoso, mudou até mesmo a coloração, além da maleabilidade do que antes era epiderme. O tecido, de pura textura, dá lugar à resistente paquiderme. O tempo recobre a espessura. Densa camada de invólucro, que antes tinha a suave fragilidade, agora se dedica a ser quitinoso, nada passa, nem mesmo a agulha mais forte, com o metal mais penetrante. Furar o bloqueio da carcaça é impossível, pois tal sujeito virou casca de cicatriz desde o pé até a cabeça. Constitui-se somente de uma maciça uniforme, sem flexibilidade alguma, tão inexorável quanto um diamante não lapidado. E, diante a situação, o que não era carne também ficou r...