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Mostrando postagens com o rótulo inimigo

Os Três Inimigos da Direita Nacionalista e a Guerra como Fim

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Por: Júlio César Anjos No meio social dos dias atuais, muitas pessoas que não são extremistas atribuem o radicalismo da esquerda como uma deformação espiritual ou distúrbio mental, pois as defesas exaltadas perante as revoluções violentas mostram que há, realmente, alguma coisa errada na percepção de uma pessoa normal. Neste contexto, a premissa traduz que a direita é boa por si só, já que se a esquerda tem vários defeitos, somente ser oposição a tais preceitos socialistas faz validar o antagônico como uma premissa melhor. O que muitos que entendem desta forma esquecem é que: “o nacionalismo é o último refúgio do canalha”, como dizia Samuel Johnson. Neste sentido, é preciso aprofundar como o nacionalismo faz sempre três inimigos a serem enfrentados e como tais atitudes tornam a guerra como o seu fim. Antes de tudo, que se saiba que tanto a esquerda quanto a direita possuem doutrinas nacionalistas em suas táticas políticas. A única diferença é que: a esquerda faz do nacionalism...

Os Humanos que se Autoproclamam

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Por: Júlio César Anjos Perto das cercas embandeiradas que separam quintais está havendo confusão. O noticiário publica a seguinte informação: Venezuelanos passam pela fronteira, invadem o Brasil, entram em conflito com brasileiros, e causam caos. Mas na verdade, a lógica é assim: Humanos que fogem da miséria passam por uma linha imaginária chamada de fronteira, encontram outros Humanos que possuem apenas línguas diferentes, que, ao invés de trocarem experiências de vida, trocam pontapés. * * * Humanos que possuem a mesma língua e estão na mesma cerca embandeirada matam outros Humanos de línguas diferentes, porque essa diferenciação é validação para provocar horror. Humanos que possuem menos condições não podem pedir abrigo para outros Humanos porque estão do lado errado da linha imaginária, porque a prisão não está só no muro de algo que se chama fronteira, mas da prisão da mentalidade fechada de não compreender que o muro não existe, só o que existe é a conse...

Entre Ninjas e Samurais

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Por: Júlio César Anjos Recentemente, houve um quiproquó das forças antagonistas petralhas que exteriorizou desde a política de centro esquerda moderada até a extrema direita radical. Mas, por que brigam? Porque fracassam. E por que fracassam? Porque brigam. Ou: Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? Não importa. O que importa é que talvez não dê para parar de “fracassar”, afinal, as derrotas podem eclodir não pelo erro contínuo, mas porque o adversário é simplesmente “melhor”. Mas dá para parar de brigar. E dentre as querelas pontuais, o que mais intrigou foi a direita “ofender” alguns players da esquerda de ser perfil "fake". Diante de tal ardil, ficou clara, por obviedade, a existência de Ninjas e Samurais na política em geral. O exemplo claro em questão ficou por conta do administrador do canal Ceticismo Político atacado por ser oculto. O Luciano Ayan é perfil fake? Ok, e daí? O PT utiliza-se de “blogueiros sujos” anônimos que p...

Luta na Rua: Cartolina Sem Lastro

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Por: Júlio César Anjos O povo foi às ruas, no 2º (segundo) ato – dentre vários outros que se realizarão-, esse ano, contra o governo incompetente, corrupto e totalitário do PT. Embora o protesto do dia 12 de Abril de 2015 não tenha aumentado em progressão aritmética de pessoas nas ruas, pelo menos foi maior que a manifestação anterior porque teve maior amplitude (mais cidades aderiram ao movimento). Mas a sociedade continua errando na execução, com a maior falha sendo vista na estratégia da cartolina sem lastro. Os oposicionistas lutam hoje como disputavam no passado, com as mesmas regras de outrora, não entendendo até mesmo qual é o “jogo” do momento. A pergunta que o estratego, o combatente intelectual, enfim, o player deve fazer não é: Qual o plano a seguir, ou quantos inimigos são (?), mas a indagação mais simples de todas: qual é o jogo. Sun Tzu definiu paradigmas, estratégias, como: conhecer o inimigo, território, suprimentos, ataque/defesa, mas tudo isso embasado em um ...

O Tratado de Westfália Político

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Por: Júlio César Anjos Na guerra dos trinta anos, ocasionado por viés ideológico religioso, além de amparo de impérios querendo obter poder, o fim deste conflito gerou um acordo justo e reconhecido, nomeado como o tratado de Westfália, que tinha o seguinte argumento: “Quando um Estado já poderoso pretende engrandecerem-se, todos os outros, mesmo os menores, devem sentir-se ameaçados e reunir suas forças contra ele, a fim de lhe fazer contrapeso". Todo mundo acha que a democracia é uma balança, com peso e contrapeso. Não é. Democracia sempre foi, é, e será regra de maioria. Portanto, há a possibilidade em haver um crescimento desproporcional para um lado de poder, mesmo dentro de um regime emanado por um povo, pois pode ocorrer alguma disfunção devido à alienação de uma comunidade corrompida por um monopólio de pensar. Por isso que, para manter a democracia, há a necessidade de equilibrar as forças, para tornar tal ferramenta sadia para toda a população, ao escolher muda...

O Bumerangue da Cólera

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Por: Júlio César Anjos A cólera é como um bumerangue todo feito de arestas pontiagudas, pois, ao manusear cria machucado ocorrido pelo lançamento, desfere o alvo em que foi atirado e volta o machucando novamente, pois é feito de aço afiado de tantos agouros nas arestas da complexidade. É a lei do retorno, é o bate-e-volta, tudo o que o malogrado despeja para outrem, retorna duplamente da maldade em que foi compactuada, é o preço a pagar por fazer mal a terceiros.  Se estiver a fim de se machucar, basta arremessar o instrumento, para voltar a contento, o dispositivo que mais agride o próprio manipulador do que o que é atacado pelo golpe atingido. E, nessa reflexão, não há um escudo que o proteja do retorno do bumerangue da cólera, pois, ao defenestrar outrem com a mácula do maldizer, indivíduo qualquer traz consigo a devolutiva dos nocivos que jogou no adverso, seja um inimigo ou alguém que simplesmente o quer ver mal. Porque a ida e a vinda do equipamento deriva...

Laço de amizade

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Por: Júlio César Anjos O pluralismo cria situações embaraçosas, caricatas, e engraçadas. A organização social é espontânea, cada pequeno grupo de pessoas, ao formar equipe qualquer, entrelaça os mesmos anseios, sob as mesmas perspectivas de agir, com apoio em tal ação, a dado momento. As pessoas são livres para escolhas, vastas opções ao dispor do cidadão. Gera-se leque de oportunidades ocasionadas pelo micro sistema organizado da associação. Estar em um grupo qualquer é ter os mesmos anseios, pensamento de vida igual, determinado pelos mesmos objetivos estabelecidos em vida. Individuo qualquer escolhe o lugar a morar, família a gerar, o lazer a satisfazer, idéia a defender, objetivos a conquistar. São escolhas que perfazem as associações, como igreja (ou não), associação de moradores, time de futebol a torcer, labutar em determinada empresa, fazer parte de algum clube – seja de lazer e/ou de estudos e etc. -, escolher também amizades que satisfazem entre o equilíbrio das de...

O Inimigo

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Por: Júlio César Anjos Eu tive um sonho. A ilusão mostrava-me de bruços, com uma tigela de água em cima do meu rosto – em que não me permitia ficar com o nariz apontado ao chão a todo instante -, com as mãos amarradas com uma corda firme, e as minhas pernas não obedecendo aos meus pensamentos, pernas desconexas que me agrediam a todo instante. A platéia era composta pelas pessoas mais perversas que se possa imaginar, estava lotada de inimigos meus. A todo instante que eu mexia o corpo, a platéia caia na gargalhada, saboreando todo castigo que sofrera no palco do teatro. Cada vez que as minhas pernas desobedeciam e desferiam golpes contra mim, a platéia caia no deleite da satisfação pessoal. O pé dava golpes de calcanhar que poderiam acertar a “fonte”, então, em alguns momentos, eu colocava o rosto na tigela com água e, por alguns momentos, escolhia entre o afogamento e a sorte em não levar um golpe fatal, ofertado pelo próprio pé. Mas cada vez que a perna fazia o movim...

A derrota para o inimigo

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Por: Júlio César Anjos Se for para morrer, gostaria de deixar a vida pela lança do meu maior inimigo, porque morreria sabendo que o melhor guerreiro venceu-me, e não perderei a vida a um subalterno qualquer do lado oposto (do outro lado da força), que terminou o serviço com uma facilidade que não condiz com a minha grandeza de rei. Morrer pelas mãos do inimigo, no fronte de batalha, é o maior respeito que um lutador pode conseguir em vida, pois sai do plano terrestre em paz, sem mazelas e glorificado. As pessoas acham que o fracasso acontece quando o indivíduo perde para o pior inimigo, mas a verdade é que o fracasso vem quando qualquer um pode vencê-lo com facilidade, pois por algum modo não consegue empunhar nem mesmo a espada, quanto mais desferir golpes e defender-se, mostrando que a derrota virá de qualquer um, a qualquer momento. Morrer pelo inimigo mais forte significa que está com disposição, atitude, forças de um guerreiro, e a honra intacta, tão preservada quanto a h...

A falta do Inimigo Materializado

Por: Júlio César Anjos A falta de um inimigo plasmado, visado, verdadeiro, faz com que todos os amigos comecem a virar inimigos, pois sempre haverá embates, batalhas e dois lados de qualquer situação contextualizada, defendida ou amparada. Para quem você apontará erros, sendo que não há um inimigo público, predeterminado? Se não há outro lado da força, e mesmo assim as coisas não vão indo bem, é porque os amigos estão virando inimigos, fato. Pegarei, então, a política para criar uma linha de raciocínio e não deixar o texto vago e prolixo no leque de inimizades que existem em várias áreas como pessoal, familiar, profissional e etc. Tratarei a posição de inimigos na questão política, pois fica mais objetiva a apresentação do conteúdo escrito. Em outubro houve eleição na esfera federal e a urna apontou claramente que a oposição saiu devastada na questão eleitoral na teoria, mesmo isso não refletindo na esfera prática da vida, algo que falarei mais tarde. Pois bem, após a...