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Mostrando postagens com o rótulo mensalão

Política Brasileira – Museu de Grandes Novidades

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Por: Júlio César Anjos Cazuza, em sua música intitulada: “O tempo não Para”, parafraseando Santayana, cantou os seguintes versos: “Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades, o tempo não para”, em que, realmente, se olhar a política nacional, o sujeito com mais de 30 anos de idade não deveria ser manobrado, mas a idiotice estampa como marca e mostra que o brasileiro não conhece a própria história – nem mesmo a recente -, e por isso está condenado a repeti-la. Neste caso, as equivalências são evidentes: Mensalão como Lava-Jato, Lula como Bolsonaro e mídia sendo mídia, além de instituições e eleitores equivocados [Bom, eu tenho mais de 30 e vou dizer o que vi e vejo neste blog, bem aqui mesmo]. Estão prontos para lerem o que o brasileiro recentemente já vivenciou? Siga o ritmo e o fluxo. Muitos Brasileiros recordam pela lembrança do historiador Marco Antônio Villa que o presidente FHC (Fernando Henrique Cardoso), quando a crise do mensalão estourou...

O Lobo da PTbras

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Por: Júlio César Anjos Caso alguém não tenha assistido ao filme – O Lobo de Wall Street, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se a pessoa não se importar com as revelações ofertadas no conteúdo, pois está mais preocupada com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem a essência e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareçam as comparações fundamentadas entre: “O Lobo de Wall” Street e “O Lobo da PTbras”. Na película de Hollywood, Leonardo Di Caprio é um jovem ambicioso, que consegue um emprego de alta patente no mercado de ações, ao ser operador financeiro, ganhando dinheiro por ser corretor da bolsa. Mas a empresa em que ele era empregado faliu, diante de uma transição mal formatada. Todavia, o jovem aprendeu muita coisa no pouco tempo em que estiver...

Comercial do Lobisomem e a Corrupção

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Por: Júlio César Anjos Assista ao vídeo (30 segundos de duração), a seguir: O comercial é muito bem bolado, inteligente, com ótimo custo/benefício, em que faz uma simples brincadeira no qual, se o vendedor é bom – e oferece Tigre como solução -, pode ser até o lobisomem fazendo venda que está “tudo em casa”. Quanto à película, não há o que criticar, é um trabalho de publicidade excelente e com profissionais proeminentes atuantes no mercado. Portanto, haverá somente utilização da essência do contexto da propaganda, para explicar o modo de agir do brasileiro perante a corrupção, não confundido, de forma alguma, o desvio de conduta dos governantes do país ao comportamento ilibado da empresa de publicidade e da cliente Tigre (Empresa em excelência de qualidade, líder do mercado de tubos e conexões). Esclarecido tudo, que se faça então as comparações necessárias sobre a semelhança do comercial do Lobisomem com a cultura brasileira sobre corrupção.. Como sabido, em 2006, ano...

Inversão de Valores na Corrupção

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Por: Júlio César Anjos O povo está sendo bombardeado pela imprensa sobre petrolão e lava-jato. Pelo mote de mensagem, parece que são dois desvios distintos, que se cruzaram pela coincidência de serem deflagrados no mesmo tempo. Esse pensamento é errado, já que esses falsos caminhos corruptivos são a mesma coisa. Um caso se refere ao congresso e o outro às instituições, sendo juntado pelo mesmo esquema de roubo e fraude. A operação lava-jato é uma atividade da polícia federal, para prender corruptos que assaltaram a coisa publica, através de conluio, cartel, superfaturamento, tudo para ganhar dinheiro fácil, quebrando a regra do jogo licitatório. Começou a partir das delações premiadas do doleiro Youssef. Já o petrolão é o termo utilizado para divulgar o crime que os políticos fizeram ao erário público, por dar brechas para que os empreiteiros, que hoje estão sendo presos pela operação lava-jato, se corrompendo através de aceite de um percentual que iria para o bolso do pol...

corruPTo

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Por: Júlio César Anjos O PT subiu ao poder pela chancela da bandeira da “honestidade”. 12 anos depois, o Partido do mensalão defende-se dizendo que todo mundo comete corrupção. A “desculpa” tem o viés da verdade, afinal humanos são falhos e tendem a cometer deslizes. Porem, ninguém ousou fazer, em qualquer lugar do universo, um sistema de ladroagem como mensalão e petrolão. A ocasião faz o ladrão, já dizia o sábio dito popular. Com o país totalmente estatal e aparelhado pelo partido político, é notório que o dinheiro público aparece como uma grande tentação, pois a grana está ali passando na cara da figura pública, deixando o governante com a sanha de corromper-se sem que ninguém saiba. Mas aí alguém descobre, não tem mais como voltar e o arrependimento nasce, enquanto que a honra morre.  Desgraça e degrada a ética e a moral porque todo mundo desnudou o corrupto que até então parecia honesto. O homem honrado luta incansavelmente para não se corromper. E existem esses h...

O Auto da Papuda

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Por: Júlio César Anjos Um “Auto” consiste em: Ator; Palco; Figurino; Fala (verbal ou não verbal); Diretor (e o Staff atrás da cortina); Equipamentos (luz, som, artefatos como tecidos, plásticos e etc); Figurantes; Platéia; E Duração (do Evento). Tudo isso para criar o ambiente para fazer o que se chama uma peça teatral. E a papuda é um local de reclusão. A prisão dos mensaleiros, por exemplo, é uma peça teatral, é O Auto da Papuda. Primeiro: Atores. Os mensaleiros do PT vivem a dizer que são presos políticos, ao invés de falarem a verdade: que são políticos presos. Os profissionais das artes políticas vão acenar até pelo drama que o mensalão não existiu e que, por tanto, são inocentes de prontidão. Tudo baseado em sátira, tragédia e comédia. Começando pela ironia que a corrupção viraria “piada de salão” até despojar da tragédia de serem honestos e, por isso, injustiçados.  Os atores usam todos os artifícios para manter a peça em execução. Segundo: Palco. Para manter o ...

Água de tsunami

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Por: Júlio César Anjos Água de tsunami é aquela que provoca um estrago danado, e, depois da ação praticada, volta mansinha, como se nada tivesse acontecido, ao local de origem. O Juiz Lewandowski, no julgamento do mensalão, deu tapinha e escondeu a mão, fez atividade fora do normal, absolveu pária social, com a crença de que o tempo será a borracha que apagará tal medida incrédula. Suvenir de petista, o homem de toga mostrou-se mais um brinquedinho da esquerda, em detrimento da justiça.  Cadafalso do progresso, Lewando Lero exibiu a todos que o futuro brasileiro é certo: Desordem e Regresso. Agrura da justiça, o sujeito é determinista, decide sobre o futuro individual e nada mais. Prega a defesa da meta-justiça popular, em um país que perdeu a orientação de ética, defender bandido torna-se apraz.  A culpa é dos outros, tanto faz, desde que terceiros sejam os agouros dos pensamentos do Ministro. O crime de Lesa Pátria é justificável para absolver um dos seus pares, ...

A insegurança jurídica do mensalão

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Por: Júlio César Anjos Para os petralhas não existiu, para a sociedade honesta a condenação já deveria ter sido efetuada, para os indiferentes a ausência de capacidade de assimilação, para o passado somente a tristeza, para o futuro incerteza. E para os operadores do direito e o judiciário, um dos pilares dos três poderes? Dependendo do resultado, a insegurança jurídica. O resultado do julgamento do mensalão já está concretizado, a maioria dos malfeitores será inocentada e alguns terão a pena abrandada pela justiça. Tal conclusão não é uma preleção vazia de uma rodada de búzios ou qualquer outra atividade que enxerga o futuro mediante atividades paranormais, é somente a comprovação dos indícios e provas que revelam que muitos ministros estão emparelhados com o governo petralha. Os ministros possuem somente uma dúvida perante o julgamento do mensalão: Se o resultado negativo para os olhos dos “operadores do direito” honestos afetará a conjuntura do meio profissional. Porqu...

O Duplipensar da Patrulha Petralha

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Por: Júlio César Anjos   A internet é uma ferramenta de fundamental importância para manter-se informado, fugindo dos bordões e mantras da mídia convencional, com a liberdade ainda existente neste veículo de comunicação. Mas a liberdade faz com que haja verdades e mentiras, ou, com melhor explicação, há manipulação do real objetivo apontado. Diante disso, há várias correntes de afirmações na internet, a função de linguagem imperativa que ecoa aos milhares, tornando vívida a aclamação pública diante dos seus interlocutores. Não obstante, as pessoas viram canais de comunicação entre o emissor e o receptor. Mas nessa toada, nem todas as informações são referenciais, muitas delas são emotivas, emotivas e fáticas. A patrulha petralha sabe que o clamor da sociedade visa a exigência de combate a corrupção e melhoria na gestão pública, algo normal entre sociedades avançadas, natural ao ponto de vista de uma pessoa apartidária e inocente em relação política. Mas os petralhas s...