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O Colapso do Brasil

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Por: Júlio César Anjos Um país que vota em pseudomitos como Lula e Bolsonaro, que faz um herói a cada semana [o da vez é o Mandetta (pode ser também Huck ou Ciro Gomes a depender do dia)], em que seu povo é considerado um dos mais excêntricos do mundo, o colapso desta nação é salutar e a sua evolução é, infelizmente, a sua degradação. O Brasil, embora não tenha nem chegado perto de ser império, tem ao menos algumas causas de decadência de reinos que foram até mesmo extintos por tais fatores que serão citados a seguir [e já existiam antes mesmo da pandemia aparecer por aqui]. Segue: Crise econômica sem fim que gera exaustão de recursos do Estado. O Estado, diante vários problemas criados pela própria classe política, seja o atual governo Bolsonaro ou do passado gerado pelo PT, é incapaz de ser o dínamo que energizará e criará força para que a economia volte a prosperar. A polarização política extremista é a catalisadora do caos. Depravação de cultura que gera corrupçã...

Fatores que Compõem o Elevado Valor do Combustível no Brasil

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Por: Júlio César Anjos No mesmo momento em que o ex-presidente em atividade Bolsonaro tenta colar a lógica de que o preço do combustível elevado seja culpa de ICMS Estadual, o investidor estrangeiro faz fuga de capital por entender que o Brasil não é um bom ambiente para negócios no momento. Porque quando se tem um presidente inútil no poder, que joga a consequência no colo de terceiros ao invés de resolver os problemas de sua alçada, por praticar populismo barato, nenhum investidor em sã consciência seria louco de colocar os pés em um país com esse tipo de elite econômica, política e social. Porque o preço elevado do combustível é de caráter federal, sim! São três fatores que compõem o preço do combustível no Brasil: 1) Câmbio; 2) Monopólio Ineficiente; 3) Impostos [Federais e Estaduais]. O câmbio é o principal fator porque a composição de preço do produto petróleo no Brasil é internacional. O petróleo cru brasileiro é ruim para fazer refino. Então, o país tem que im...

Caminhoneiros: Breve Comentário

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Por: Júlio César Anjos O problema dos caminhoneiros é simples [a solução, não]: O problema é que, diante o cenário econômico atual, há caminhoneiros demais porque esta classe trabalhadora tem em seu todo a capacidade para absorver até 4% da atividade do PIB do país. Quando o PIB fica em retração de 2% (ou menos), há muito mais caminhoneiros do que aquilo que o mercado realmente precisa, gerando desequilíbrio entre oferta/demanda, fazendo precarização do trabalho por causa de concorrência entre caminhoneiros. Neste cenário, uma alta do diesel faz os trabalhadores deste setor surtarem mesmo. Por isso que o Alckmin vem como solução para este desarranjo a eficiência de máquina [aumentar o PIB do país]. Que, na verdade, é a única solução possível mesmo. Qualquer outra solução como insinuar acabar com pedágio, acabar com impostos, ou acabar com lucros, sobre a dinâmica do frete, é discurso populista de político embusteiro safado, que não vai resolver a situação, m...

Revogação da LRF

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Por: Júlio César Anjos Muitas informações estão sendo bombardeadas na mídia e redes sóciais, com as pessoas sendo prós, contras, ou sem opiniões formadas, embora estejam antenados sobre os desdobramentos ocasionados pela votação da LRF (Lei de Responsabilidade fiscal) . O governo defende o fim da LRF porque diz que se o governo não gastar, haverá desemprego. E a oposição diz que revogar tal norma gerará calote. Governo e base aliada querem gastar mais; Oposição defende regra do jogo. É por causa da importância do futuro do país que está em jogo, que a barulheira, por enquanto, não terá fim. Esse embate já tem pelo menos uma lição ensinada: Não importa se a lei será mantida ou não, só o fato do governo querer revogar uma regra do jogo mostra que o Brasil afundou. Se tudo estivesse bem, não haveria o porquê de revogar uma lei simples, de dona de casa (só se gasta o que arrecada). Querer acabar com a LRF é confissão de fracasso, por si só. Um bom gestor se adapta às leis e não ao...

A isenção arrecadatória de Jaime Lerner

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Por: Júlio César Anjos     Jaime Lerner, na época que era governador do Paraná, determinou a isenção por 20 anos de impostos estaduais para a montadora de veículos Renault e Audi. Tal medida visava incentivar a inserção das multinacionais na região metropolitana de Curitiba, com o objetivo de criar um pátio automotivo no Estado. O ano era de 1999, Jaime Lerner implanta tal astúcia, incentivou e tornou atrativa a instalação de indústrias do setor automotivo no Estado, fez tal manobra que na época fez um enorme desgaste político. Mas Jaime Lerner pensava além da política, enxergava o horizonte pelo prisma de arquiteto, de construidor e não de burocrata, tinha sonhos e tentava realizar, mesmo que ninguém conseguisse em um primeiro momento visualizar o sonho que Lerner imaginava. A esquerda cafona, retrógrada, e fracassada é claro que chorou, reclamou que uma potencia como as montadoras poderiam pagar impostos, era um ultraje fomentar o pátio fabril daquele jeito, já ...