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Revolta Hibernaria

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Por: Júlio César Anjos Diz a sábia crença popular: "não há mal que perdure, nem bem que tanto dure". Isso é um fato, pois, é por isso que as revoltas dissipam-se ao natural. Mas elas não morrem, apenas hibernam, já que, de tempo em tempo, revigoram-se e emergem para fazer o caos. Faz parte do ciclo histórico social. O que tem que ficar estabelecido, também, é que nem toda revolução, dita como reviravolta da evolução, é cimentada por revolta popular, embora haja uma relação entre os dois fatores, pois na revolução Industrial teve a mudança no reger vivencial, sem haver batalhas nem genocídios após ter conferido essa nova matriz social. O que o TUM – Terrorista Urbano Mascarado faz nas escolas é desespero, aliciamento de menor, para ver se conseguirão respirar e voltar daqui uns 20 ou 30 anos ao poder; então adubam a porcaria comunista desde já. Não irá funcionar. O petralhismo jaz. A sacada, então, é saber separar a revolução natural daquela causada pela revolta popul...

Os Neo-Versalhes

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Por: Júlio César Anjos Todo influente que vê revolta popular nos dias atuais faz uma ponte com a Revolução Francesa. “Só pode ser culpa do Brioche”, comenta um intelectual qualquer. O que sempre fica evidente é o efeito, sem que a causa tenha tanta importância assim. Por isso que a Revolução Francesa é mais estudada e focada do que outras situações embrionárias. No caos da França, Luís XVI foi o culpado? Sim. Mas não foi quem começou a tornar desgostosa a relação entre governante e governado. A mesma coisa acontece hoje com a falta de saúde, segurança e educação. A culpa dos problemas é por causa da falta de investimento? Lógico que sim. Porém, a insatisfação é o efeito - e não o estopim - das praças esportivas modernas construídas para tal diversão. Poucos entendidos apontam a causa, mas o embrião para a revolta popular francesa se deu pela construção do Palácio de Versalhes. Despótico, Luís XIV garantiu a obra no peito com a célebre frase: “O estado sou eu”.  Contratou u...