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Laço de amizade

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Por: Júlio César Anjos O pluralismo cria situações embaraçosas, caricatas, e engraçadas. A organização social é espontânea, cada pequeno grupo de pessoas, ao formar equipe qualquer, entrelaça os mesmos anseios, sob as mesmas perspectivas de agir, com apoio em tal ação, a dado momento. As pessoas são livres para escolhas, vastas opções ao dispor do cidadão. Gera-se leque de oportunidades ocasionadas pelo micro sistema organizado da associação. Estar em um grupo qualquer é ter os mesmos anseios, pensamento de vida igual, determinado pelos mesmos objetivos estabelecidos em vida. Individuo qualquer escolhe o lugar a morar, família a gerar, o lazer a satisfazer, idéia a defender, objetivos a conquistar. São escolhas que perfazem as associações, como igreja (ou não), associação de moradores, time de futebol a torcer, labutar em determinada empresa, fazer parte de algum clube – seja de lazer e/ou de estudos e etc. -, escolher também amizades que satisfazem entre o equilíbrio das de...

Ritual - Os 3 R’s do Socialismo

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Por: Júlio César Anjos Assim como o ecologista dispõe da ferramenta 3 R’s - Reciclar, Reutilizar e Reduzir -, o socialismo também possui tal mecanismo (3 R’s) para controlar o povo, mas com outras alcunhas, com as certezas, mediante provas, que apareceram na história. Para criar a coleira social, o socialista precisa intervir na antropologia, mudar o cidadão, a fim de moldar as características de um mesmo produto: o homem. Por isso, os 3 R’s do socialismo agem igualmente aos mecanismos da reciclagem, determina a mesma modelagem, deve-se pegar o indivíduo para que o Revolte, o Retarde, e o Resigne. Primeiro que qualquer partido socialista, ao ser oposicionista, seja dos tempos atuais ou da época das câmaras dos comuns, iniciará o estopim do processo com uma Revolução . Há a necessidade de criar as mais variadas situações para o povo levara a agir pela idéia do doutrinador, para que tenha sucesso o levante da empreitada. Neste ponto, não importa quem o governa, o que importa ...

A escolha do austero

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Por: Júlio César Anjos Na eleição, as pessoas vão às urnas para eleger o administrador geral, o gerente do eleitor, pessoa capacitada para atender às demandas que a sociedade como um todo necessita. Apraz, o cidadão direito escolhe o que melhor convir, pois o imã dos pensamentos iguais faz os pares serem aceitos pelos eleitores. Mas há diferenças, que devem ser respeitadas, já que a democracia é regra de maioria e não de tirania absolutista totalitária. E das eleições aparecem os candidatos populistas, falsos bonzinhos que ressoam só o que a maioria quer escutar, como se medida popular fosse uma dose de melhora para toda a sociedade. O “popular” roga só o que o povo gosta, mesmo que tal medida pareça insana aos padrões ou regras gerais. Prometer o que não pode cumprir, é a melhor estratégia momentânea, fala aos pares a mesma coletânea, um disco riscado que só reproduz a repetição.   Assim, a retórica emplaca: “A culpa é dos outros e não de cada um”. Como se, por...

O exorcismo petralha e os escritos sagrados

Por: Júlio César Anjos Um ritual de exorcismo tem o objetivo de expulsar demônios do corpo de uma pessoa, bem como trazer de volta a tona a alma da indivíduo que estava incorporado pelo mal. Como um ritual, o exorcismo possui características, ferramentas e pessoas envolvidas em uma situação qualquer. As ferramentas contemplam os livros sagrados, as águas bentas e os indivíduos puros que conseguem, através de metodologias, expulsarem demônios do corpo das pessoas. As características são sempre semelhantes, uma pessoa está possuída e outra pessoa o ajuda tentando banir a alma ruim do corpo da cidadão inocente. E os indivíduos envolvidos em rituais deste gênero sempre são os virtuosos padres que, com a sabedoria e a experiência, fazem o ritual ser bem sucedido através do exercício do trabalho. A sociedade brasileira tem um demônio a exorcizar: o petralha. Como um demônio, o petralha se manifesta roubando o corpo e expulsando a alma do indivíduo virtuoso. Após roubar o corpo d...

A Experiência

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Por: Júlio César Anjos O governo de um país emergente resolve fazer um teste para analisar o comportamento da sociedade inserida na nação. O teste não será divulgado aos cidadãos comuns, somente algumas pessoas da “inteligência” saberão o que está ocorrendo, sigilo absoluto sobre uma experiência ilegal e imoral aos padrões das organizações humanas. O governo utiliza um homem adulto de classe média para fazer parte do estudo audacioso, porém criminoso, que será analisado futuramente. O trabalho está localizado na área comportamental dos indivíduos, a alegação do trabalho é fazer uma coleta de conhecimento para aprimorar os serviços do governo, que até então estão devendo e muito para a sociedade. O homem a ser escolhido nunca infringiu a lei, é uma forma de analisar a cobaia também. O homem adulto, chamado Alex, poderá cometer todos os delitos que quiser, que, mesmo assim, não será preso de forma alguma. Não importa o grau do crime, no final o Alex não será preso de jeito a...

O voto é a procuração que o eleitor fornece ao Político

Por: Júlio César Anjos     O cidadão, ao votar, cria uma espécie de procuração em branco para o candidato escolhido inserir as informações em tal documento factício, que foram previamente concordadas, em forma de propostas e orientações. Quando o candidato é eleito sob uma chancela de propostas, idéias e posicionamentos, o mínimo a esperar é que os pensamentos de outrora sejam iguais aos posteriores da eleição, porque a confiança foi avalizada pelo leitor que espera honra nos compromissos firmados. A traição que um candidato comete ao eleitor é de tamanha brutalidade que deveria ser caçada a procuração de confiança, ou seja, o voto, que tal setor da sociedade concedeu antes do poder auferido ao eleito. Mas os mecanismos da sociedade inibem e impedem que a destituição por quebra de honra seja imposta por aqueles que se sentiram traídos. Quem destitui é justamente o colega de profissão, o parlamentar eleito no momento, e, como um clube de cafajestes, cria u...