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Pseudo nem-nem

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Por: Júlio César Anjos O que se discute hoje em dia é a percepção do crescimento da dita “geração nem-nem”. Geração nem-nem, para quem não sabe, é o conceito que se dá para jovem da atualidade que nem estuda e nem trabalha. E “pseudo” significa algo que finge ser o que não é. Porém, a tautologia se dá mais por uma fatia da sociedade que se enquadra nos termos (o nem-nem), com os jovens sendo maioria, enquanto que há no Brasil uma totalidade problemática de pseudo nem-nem, que não estudam e não trabalham de forma ampliada. Um engravatado vai à TV e diz: “Falta mão de obra qualificada no Brasil”. E o assistente responde de prontidão: “Mas o Brasil está cheio de Universitário desempregado”.  O problema, que ninguém enxerga, é que a expressão “falta mão de obra qualificada” é um eufemismo para críticas severas, que, se proferidas, fariam o especialista, que foi na mídia, virar alvo das pessoas que não suportam escutar a verdade: que brasileiro é improdutivo, não gosta de estud...

Arranjos Sociais

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Por: Júlio C ésar Anjos Escrevo o que penso Penso bastante Escrevo pouco Estou devendo Nos anos 70 a geração da época revoltou-se com o sistema político e, com apoio de criação artística, como a música, por exemplo, com o objetivo de clarear as idéias do povo, abriu novos conceitos para os jovens, a fim de tornar “melhor” o país, aos olhos dos revoltados do momento. As canções não eram livres, era cerceada de liberdade, a censura dominava o avanço popular, muito embora a mesma censura, que defenestrava a quantidade, qualificava as canções pelas criatividades, pois o importante era ser diferente e burlar o sistema censor. Nos anos da era de ditadura de regime militar havia a imposição da lisura, mecanismo utilizado para preservar a moral e os bons costumes não só da época, mas de todo o sempre, já que viver em harmonia é bem-vindo em qualquer geração. O problema de tal sistema era o impedimento das escolhas, da supressão da pluralidade das vontades humanas, e da asf...