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A marca

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Por: Júlio César Anjos Recentemente um estudo mostrou que a cada 10 executivos 09 acham que a marca é somente o logotipo de uma empresa. O fato se faz, com certeza, que logo é marcador. Então a sentença é, em parte, verdadeira. Os executivos sabem somente o básico do registro, se atentam apenas ao padrão do conceito, esquecem das delongas explicativas mais aprofundadas do preceito chamado marca. Marca, para quem não sabe, é cicatriz. É na formação do sinal que muitas perguntas ficam a divagar a cabeça das pessoas, muito embora os registros da deformação mostrem fatos. A resposta que uma cicatriz fornece pode indicar: a questão de tempo, tipo, formato, personificação, material utilizado, e o registro. Uma cicatriz faz contar história, é muito esclarecedor, deriva de ação praticada e divulga algo que foi cometido, que aconteceu. Uma criança nasceu após ter feito cirurgia no ventre da mãe. A marca da operação mostra que a cirurgia foi feita há pouco tempo, um corte pequeno...

Arranjos Sociais

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Por: Júlio C ésar Anjos Escrevo o que penso Penso bastante Escrevo pouco Estou devendo Nos anos 70 a geração da época revoltou-se com o sistema político e, com apoio de criação artística, como a música, por exemplo, com o objetivo de clarear as idéias do povo, abriu novos conceitos para os jovens, a fim de tornar “melhor” o país, aos olhos dos revoltados do momento. As canções não eram livres, era cerceada de liberdade, a censura dominava o avanço popular, muito embora a mesma censura, que defenestrava a quantidade, qualificava as canções pelas criatividades, pois o importante era ser diferente e burlar o sistema censor. Nos anos da era de ditadura de regime militar havia a imposição da lisura, mecanismo utilizado para preservar a moral e os bons costumes não só da época, mas de todo o sempre, já que viver em harmonia é bem-vindo em qualquer geração. O problema de tal sistema era o impedimento das escolhas, da supressão da pluralidade das vontades humanas, e da asf...