Postagens

Mostrando postagens com o rótulo criança

A Filhinha da Maria do Rosário

Imagem
Por: Júlio César Anjos Todo mundo sabe que eu não gosto do PT, não concordo com o posicionamento da Maria do Rosário e também tenho certeza que o partido dos trabalhadores tem que dar uma hibernada política. E, na situação de caos vivido no Brasil, a internet divulga tudo, e, com isso, passa dos limites. Então, é hora de analisar sobre a filhinha da Maria do Rosário. Pela internet, é possível que tal informação seja verdade, com as fotos rodando a rede de computadores, a divulgação mostra que a filha da Maria do Rosário está anoréxica, usando drogas e ainda com roupa íntima visível. Mas a jovem é uma criança de 16 anos, e isso é uma coisa que machuca mais do que tudo, pois a menininha está se autoflagelando, diante da convergência da puberdade de adolescência ir de encontro à turbulência vivida pela mãe, a Maria do Rosário, diante do PT estar no olho do furacão das críticas políticas. Por isso que essa criança é uma vítima. Quando a pessoa é sensível, como uma antena de ca...

O alento do cata-vento

Imagem
  Por: Júlio César Anjos Cata-vento, um instrumento que aparece desde cidades que precisam da turbina de energia até crianças de colo que o fazem de brinquedinhos de passatempo. Alguns são belos, outros são funcionais, mas o fato é que o cata-vento é muito utilizado desde a antiguidade até hoje. O vetor é o motor de mudanças de paradigmas, gira em sentidos diferentes, se mexe ao compasso da força do ar, por isso que cata-vento parado é sinal de vento que não brisa. O sopro é fraquinho, energia que não se vinga, o que faz as articulações ficarem inertes por falta de oxigenação. Inanição de movimento, o alento é somente ver que o grande catalisador de energia está inativo, virou somente obelisco descuidado, largado e deixado à revelia, ao tempo, em uma cidade qualquer, ou deixou de ser atraente como brinquedo da criança que não gostou do aparelho. O bom é ver cata-vento ativo, a ventania tomou conta do trabalho, que produziu energia, força viva e determinante para con...

A creche do Ratinho Junior

Por: Júlio César Anjos     Fórmula mágica do Ratinho Junior: Pegue um terreno baldio (grande); faça um galpão retangular; contrate algumas pessoas (de preferência em 2 turnos); E despeje crianças a gosto. Pronto, está finalizado o depósito de gente mirim. É muito fácil, não é? Tão fácil que é desta forma o peixe é vendido na propaganda eleitoral. Não se explica os meandros das questões, não justifica gastos, não propõe a verdade na proposta, apenas divulga criação de depósitos de gente e aumento de carga horária na creche, sem apontar como será feita tal magia. O fantástico mundo do Ratatouille se mostra bem melhor que o restaurante chique Francês, o roedor torna-se prefeito, sujeito direito, apesar de ser ufanista, cai no lampejo que o Estado grande proporciona tudo, até conforto das famílias. Lógico que aumentar a carga horária das creches é uma idéia interessante, pertinente, realizável e bem observada pelo candidato plotado a prefeito, pois a mãe trabalhadora t...

O Jazigo

Imagem
Por: Júlio César Anjos No imenso verde da paz, um lugar bonito ilustrava a beleza da natureza, com os raios do sol acariciando o retângulo gramíneo, um cemitério qualquer da cidade, o endereço dos mortos, um menino anda entre os túmulos, um ente distante acabara de falecer. Diz-se que neste dia o menino inocente, lá pelos seus 9 ou 10 anos de idade, peregrinava pelo perímetro do campo santo, testemunhando muitas idas, partidas de entes queridos que transitaram pela terra. Começou a olhar os túmulos, com os seus números em série, informações adicionais e padrões que visavam identificar cada localidade do domicílio dos falecidos. Ao constatar um padrão, o menino começou a ler as lápides: - Menino: Jazigo Fonseca, Jazigo Garcia, Jazigo Lima..... Jazigo Rodriguez..... E foi lendo até o fim. Ao acabar, viu aquela monstruosidade de túmulos e todos os lugares organizados em linha, como metragem padrão de casa popular. Olhou para um lado, olhou para o outro e, enqua...

Desocupa o leito

Imagem
Por: Júlio César Anjos O leito que me deito hoje é uma cama aconchegante, mas amanhã será, possivelmente, uma maca desconfortável, porque hoje tenho poder e sou importante, porém amanhã serei descartável, sem força para levantar. Existem vários leitos durante a vida: o leito da criança é um pula-pula, brincadeira inocente; do jovem é a mola do sexo, o prazer a dois (ou mais); do adulto é uma ferramenta para relaxamento e descanso; e do velho é cronômetro de contagem regressiva, já que cada noite de aposento é um dia a menos de vida. Então, o que resta a fazer é desocupar o leito. Se você está morrendo, ou seja, não tem como se salvar, morra depressa para não incomodar os parentes que estão a sua volta querendo em alguma data comemorativa, no calendário, festejar. Mas se você só está doente e vai ficar bem, então se junte a nós que estamos zens e buscaremos alegrias, felicitações e congratulações com outrem, que também anseia a felicidade sem se importar se a pessoa tem...