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Política e a Corrupção de Valores

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Por: Júlio César Anjos Qual é situação que é mais cara para leitor, em se tratando de corrupção de valores, e, por isso, possui maior aversão diante esses dois casos: A) um roubo de um bate-carteira; ou B) um adulto bater em uma criança? Lembrando que é uma escolha, portanto há uma renúncia (ou “aceite” da opção não escolhida). Com certeza, realmente um dilema difícil de tragar. Os dois casos são ocorrências de violência, portanto, é algo que faz romper com valor social. A única diferença é que em um caso a corrupção é de valor material (monetário), enquanto que a outra é de valor moral. O texto embasará a diferença entre a Corrupção de Valor material e a Corrupção de valor moral, a distinguir os dois casos e saber o que é mais valioso para a sociedade em geral. E, para critérios políticos, o resultado final será surpreendente; pode apostar. O povo foi às ruas protestar: “Xô, corrupção!”, em que tal malgrado se tratava com certeza de um problema oriundo de situação de corrupçã...

Das Legendas, Das Bandeiras e Das Ideologias

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Por: Júlio César Anjos Assim como o governo sempre confunde o que é do estado, do governo e do partido, fazendo uma maçaroca política sem igual, muita gente também confunde legenda, bandeira, e ideologia, achando que é tudo a mesma coisa, é tudo igual. Não é. Por isso que tal ardil merece explicação. Então, diante resoluções elucidativas, que se saiba o que é legenda (com implicação direta na urna), bandeira e ideologia na política em geral. Das Legendas (e as implicações nas Urnas): Primeiro, que se defina o que é legenda. Legenda, em um verbete de dicionário, é uma minúscula informação no rodapé de uma ilustração, um gráfico, uma foto e etc. Se o leitor entender que a legenda é secundária à informação, quem vos escreve já ficaria satisfeito. Portanto, legenda, tanto em um gráfico quanto na política, é irrelevante; enquanto que o político é essencial.  Legenda política é a representação numérica de um partido. E só. Por isso que se for analisar desde a “redemocra...

Velhitude

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Por: Júlio César Anjos O mundo conceitual de hoje conflita entre o ter ou não opulência, se a dinheiro traz felicidade, ou viver espiritualmente é o melhor para qualquer um. O problema é que, na verdade, tais discussões não passam de histerias da evolução, o fato deflagrado condiciona a somente um final feliz: A Velhitude. Para chegar a tal concepção, indivíduo qualquer precisa envelhecer. O grisalhinho do cabelo, além da pele enrugada, mostra a vida que o tempo esculpiu. O desgaste, e o desbaste, durante os anos projetam para terceiros não somente o aspecto físico, mas, também, o reflexo espiritual do sujeito. Todo mundo quer viver mais, embora sem as mazelas nocivas ao bem-estar, virar um(a) coroa saudável é o ideal para muitos. Mas nem todas as crianças terão tal dádiva cobiçada, alguns jazem antes mesmo de fazerem o que se necessita, parados por variadas situações como doenças terminais e acidentes fatais. A velhice, nesse caso, teria compatibilidade com qualquer tipo ...

Autocontrole

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Por: Júlio César Anjos Um monge do alto da montanha movimenta as entranhas do plexo solar, faz esforço para criar o grunhido: “huuuuuummmmmm”, agita o diafragma, e o pomo de adão se remexe como se fosse um sino de mordomo. O líder espiritual está zen, em transe, transa com o "além", nada o perfura, o abala, ou o atinge. Está em autocontrole. O autocontrole não é ir buscar o além, é relaxar e esperar que o outro mundo chegue à propriedade material do corpo. Se o espírito tiver que transitar os intramuros dos “mundos”, então isso não é autocontrole, é impulso de viagem. Ficar em transe é acalmar os cachorros, desligar a sirene de monitoramento e dar folga para o segurança do espírito; não é relaxar o corpo até o ponto da alma, do nada, começar a fazer uma viagem espiritual, como se fosse o Delorean (carro do de volta para o futuro) do desconhecido. Um viciado, por exemplo, ao buscar droga pelo vício desencadeia o estímulo que a afobação proporciona, por isso que ...

A marca

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Por: Júlio César Anjos Recentemente um estudo mostrou que a cada 10 executivos 09 acham que a marca é somente o logotipo de uma empresa. O fato se faz, com certeza, que logo é marcador. Então a sentença é, em parte, verdadeira. Os executivos sabem somente o básico do registro, se atentam apenas ao padrão do conceito, esquecem das delongas explicativas mais aprofundadas do preceito chamado marca. Marca, para quem não sabe, é cicatriz. É na formação do sinal que muitas perguntas ficam a divagar a cabeça das pessoas, muito embora os registros da deformação mostrem fatos. A resposta que uma cicatriz fornece pode indicar: a questão de tempo, tipo, formato, personificação, material utilizado, e o registro. Uma cicatriz faz contar história, é muito esclarecedor, deriva de ação praticada e divulga algo que foi cometido, que aconteceu. Uma criança nasceu após ter feito cirurgia no ventre da mãe. A marca da operação mostra que a cirurgia foi feita há pouco tempo, um corte pequeno...

O Uniforme do Ratinho JR

Por: Júlio César Anjos Assim começa o texto, com uma música martelando na cabeça dos indecisos: “Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito, vai preso pro quartel”. O que são os uniformes se não a unidade do vestir? Pois bem, Ratinho Junior quer vestir crianças do colégio com “uniforme de graça”, a intenção é muito boa (de boa intenção o inferno está cheio, diz o pensador), mas o que fica é a sensação de uma base estrutural oca, como se ao invés de fazer uma parede de concreto, utiliza-se de gesso para maquiar a moradia. Muitas indagações divagam em conceitos, perguntas dos sujeitos, pois o eleitor quer saber mesmo a verdade. Primeiro que “uniforme grátis”, assim como o almoço grátis, não existe. Alguém pagará pelos uniformes, lastreados pelos impostos (tudo que é imposto não é democrático), que: ou serão aumentadas as contribuições (aumento de IPTU e ISS); ou tal recurso tenderá a uma transposição, tirando imposto de uma área para colocar em outra; ou o recu...