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Suprematismo Cunha

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Por: Júlio César Anjos O movimento suprematista, criado por Kasimir Malevich, foi uma onda artística que ganhou força no período revolucionário russo, ao ser uma alternativa de contracultura da arte vigente naquele período. Malevich definiu a sua criação como: “a supremacia do sentimento ou da percepção puros na arte criativa”. Ou seja, é uma produção abstrata. Essa técnica utiliza de figuras geométricas para fazer a composição, como os das criações conhecidas como “o avião voando” (1915) e “o quadrado negro: fórmula nula” (1915). Golpeie os Brancos com a cunha vermelha (1919) - El Lissitzky Mas há uma litografia que fora utilizada para propaganda, um cartaz sobre a guerra civil russa, feito por El Lissitzky (ilustração ao lado), chamado: “Golpeie os brancos com a cunha vermelha (1919)”, que combinava formas suprematistas com o dadaísmo, para transmitir mensagem politica. O desenho é basicamente figuras geométricas, como: uma cunha vermelha, representando o exército vermel...

Favela e os Vinte e Poucos Anos...

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Por: Júlio César Anjos Diz o refrão: “Nem por você / Nem por ninguém / Eu me desfaço /Dos meus planos / Quero saber bem mais / Que os meus 20 e poucos anos”, mostrando a firmeza da independência da juventude, com suas ações afirmativas e a imposição da crença em estar certo. O regime de esquerda no Brasil está há 20 e poucos anos no poder (8 anos de FHC, 8 anos de Lula, 4 anos e alguns meses do 1º e 2º mandato de Dilma), com afirmações e imposições que são desconexas com a democracia, além, é claro, de fuga da realidade. Assim como a música, a esquerda no mundo age como jovem revolucionário.  Mas de todas as mentiras, as ilações, os fracassos em execução, talvez a mais perversa e Maquiavélica questão se dá através da manipulação da favela no país. Quais são as favelas mais conhecidas? Não precisa elencar nomes, apenas saber que são justamente aquelas que possuem maior tempo de existência.  Conurbações cada vez maiores, com construções irregulares, lastros de políticas...

Semiótica da Rua: Impeachment da Dilma

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Por: Júlio César Anjos O Brasil está em crise (recessão econômica e caos social). E o país perdeu o rumo por causa da incompetência do PT. Problema ocorrido pela Ideologia ruim, corrupção em voga e gestão temerária. Junte tudo isso com insatisfação popular e acontece a manifestação de pedido de impeachment de Dilma Rousseff, no dia 15 de março de 2015. Diante de um quadro sombrio, não tem jeito, a ebulição da massa cristaliza esse bojo social, ensinando através de experiência o que será do futuro do povo e da política nacional, ao criar o espectro da semiótica da rua. O Símbolo da rua diz: “Ninguém quer mais!”; “Chega!”; "Basta!"; “Para!”; “Deu!”. É rejeição e não somente insatisfação. É desespero e não somente inquietação. É resolução e não somente aclamação. Não dá mais para fazer ilação sob os aspectos econômicos e sociais. Acabou. O povo não aguenta mais. Portanto, esse protesto mostra a mudança de paradigma, seja ideológica ou gerencial, do status quo que está h...

Marina Silva Cunhada

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Por: Júlio César Anjos Marina Silva é Cunhada. Tanto pelo prisma de ser moldada e marcada de certa forma quanto por ser “cunhada” política de Lula. Poderia aqui cunhar a expressão já utilizada como “padrinho político”. Mas como a relação é de um possível cisma no PT, uma rachadura dentro de um mesmo objeto, o socialismo/comunismo, então a “sonhática” rebaixou-se a cunhada ao invés do antigo tão conhecido “padrinho político” [até porque a relação é mais de promiscuidade do que de um elo de “eucaristia” (O PT “sodomiza” todo mundo), uma espécie de congregação religiosa, apesar do PT ser uma seita meticulosa]. Ou seja, cunhada do PT de Lula; e cunhada do “gabarito” em que a candidata é moldada.    No Brasil as coisas só acontecem se “pegar”. Por exemplo, uma lei só começa entrar em vigor, norteando a rotina das pessoas, se ela for aceita de bom grado a todos, se o povo comprar tal norma como ideal para a sociedade. Tem que impregnar igual um carimbo, gerando efeito por u...

Rito de Passagem Contemporâneo

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Por: Júlio César Anjos O rito de passagem está contemplado na sociedade desde os primórdios das civilizações. O momento que o menino vira guerreiro, ou o tempo necessário para ser considerado um ancião, e até mesmo o momento pós-menstruação que mostra, de forma física, o período que a menina deixou de ser criança para poder gerar filhos. Às vezes o aspecto é físico, mas a maioria do método de ritual de passagem é feito por simbolismo, como Jung já explicara em seu livro - o homem e seus símbolos. Diante disso, uma coisa é intrigante hoje em dia: O ritual de passagem moderno, que se dá através do mundo do entretenimento. Às vezes o momento de passagem é algo que parece ser espontâneo, sem uma razão aparente, faz todo o sentido se for analisado de uma forma mais ampla, como acontece com muitas coincidências no universo da idolatria. Mas a verdade é que o rito pode ser uma coisa estudada e planejada, porém com uma cortina de fumaça que faça parecer algo incalculado e imprevisto...